Adesão à greve dos trabalhadores da Rodoviária de Lisboa ronda os 60 a 70%, sindicato

Adesão à greve dos trabalhadores da Rodoviária de Lisboa ronda os 60 a 70%, sindicato

04/12/2021 04:00:00

Adesão à greve dos trabalhadores da Rodoviária de Lisboa ronda os 60 a 70%, sindicato

Esta é a quarta paralisação, em cerca de dois meses, convocada pelo Sindicato Independente dos Trabalhadores da Rodoviária de Lisboa (SITRL) e pela Federação dos Sindicatos de Transportes e Comunicações (FECTRANS).

A adesão ao segundo e último dia de greve dos trabalhadores da Rodoviária de Lisboa (RL) rondava os 60 a 70%, às 07:30, disse à Lusa fonte sindical.“À semelhança do primeiro dia de greve, na quinta-feira, [para reivindicar uma atualização salarial e melhores condições de trabalho], a adesão ronda os 60 a 70%”, disse à Lusa o presidente do Sindicato Independente dos Trabalhadores da Rodoviária de Lisboa (SITRL), João Casimiro.

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Adesão à greve dos trabalhadores da Rodoviária de Lisboa ronda os 60 a 70%, diz sindicatoTrabalhadores reivindicam uma atualização salarial e melhores condições de trabalho

Adesão à greve dos trabalhadores da Rodoviária de Lisboa ronda os 60 a 70%A adesão ao segundo e último dia de greve dos trabalhadores da Rodoviária de Lisboa (RL) rondava os 60 a 70%, às 7.30 horas, disse à Lusa fonte sindical.

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Foto cedida A adesão ao segundo e último dia de greve dos trabalhadores da Rodoviária de Lisboa (RL) rondava os 60 a 70%, às 07:30, disse à Lusa fonte sindical. “À semelhança do primeiro dia de greve, na quinta-feira, [para reivindicar uma atualização salarial e melhores condições de trabalho], a adesão ronda os 60 a 70%”, disse à Lusa o presidente do Sindicato Independente dos Trabalhadores da Rodoviária de Lisboa (SITRL), João Casimiro. O sindicalista adiantou que a administração da empresa continua a não ceder e, por isso, os trabalhadores vão reunir-se posteriormente para definir novas formas de luta. Os trabalhadores da RL marcaram esta greve de 48 horas para reivindicar melhorias salariais, queixando-se da falta de resposta da administração, segundo João Casimiro. Na quinta-feira, os trabalhadores das transportadoras rodoviárias privadas de passageiros, incluindo a RL, cumpriram um dia de greve para contestar a proposta de aumentos salariais da Associação Nacional de Transportes de Passageiros (ANTROP) para 2022. Os trabalhadores aproveitaram a greve para fazer plenários e decidiram fazer duas concentrações em dezembro, em Lisboa e Coimbra, se as empresas não avançarem com uma nova proposta salarial. De acordo com a Federação dos Sindicatos dos Transportes e Comunicações (Fectrans), a greve teve uma adesão entre os 60% e os 100%. O presidente do SITRL explicou à Lusa que os cerca de 600 motoristas da RL pretendem que haja um aumento do salário para os 730 euros ainda durante este ano e para os 750 em janeiro. “Em janeiro vão subir o ordenado mínimo para os 705 euros e lá terão de nos aumentar em cinco euros, para ficarmos equiparados. É uma vergonha que 90% dos motoristas ganhe o ordenado mínimo”, criticou. Atualmente, o ordenado médio de um trabalhador da RL, é de cerca de 700 euros (brutos), enquanto o ordenado mínimo nacional é de 665 euros. A Rodoviária de Lisboa, empresa de transporte rodoviário de passageiros, opera nos concelhos de Lisboa, Loures, Odivelas e Vila Franca de Xira, todos no distrito de Lisboa, servindo cerca de 400 mil habitantes.