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Opinião, Política Cultural

A insustentável leveza do municipalismo cultural

Opinião: A insustentável leveza do municipalismo cultural

22.10.2019

Opinião : A insustentável leveza do municipalismo cultural

É a uma câmara que cabe a função de promover, por exemplo, um Festival Transcultural? Ou, pelo contrário, a sua função deve ser a de gerar políticas, ferramentas e condições de produção para que os actores sociais, designadamente minorias, construam

No município da Guarda algo similar aconteceu com a

, em 2002, questionava o pós 25 de Abril como época em que as autarquias locais foram investidas das mais ambiciosas expectativas democráticas:

Quatro décadas após a instauração da democracia, estamos ainda no grau zero da cultura política autárquica no que à dimensão cultural diz respeito. A ausência de uma dimensão participativa sistemática e regular na gestão das cidades tem levado à persistência de um consenso operacional produzido e controlado pelas instâncias de governação.

a existência de um dispositivo artificial (não orgânico) de produção estratégica de hegemonias governativas no território.

político. Esse “poder absorvente” enraizado nas cidades portuguesas contemporâneas aparece como uma espécie de novo totalitarismo

Que estratégias e mobilizações adoptar para a construção de novas estruturas e instituições democráticas? Que iniciativas são necessárias para a revitalização das energias cívicas tendencialmente recalcadas por lógicas de dominação e reprodução presentes nas sociedades contemporâneas? Como promover e fortalecer as novas exigências de participação democrática?

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As autarquias locais devem assumir um papel catalisador das forças sociais da comunidade, para que as mesmas tenham uma participação activa. E para tal será necessário, por um lado, criar espaços de debate, crítica e criatividade, onde os problemas locais sejam analisados com base no contributo e na experiência dos vários intervenientes.

As cidades e um mundo melhor construiremos nós, os cidadãos.

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