Turismo em reservas naturais federais no Brasil triplica em 13 anos - BBC News Brasil

Um estudo inédito aponta que, embora esse tipo de turismo tenha aumentado no Brasil, falhas de estrutura e de regulamentação impedem que o setor deslanche.

20/09/2021 23:46:00

Um estudo inédito aponta que, embora esse tipo de turismo tenha aumentado no Brasil, falhas de estrutura e de regulamentação impedem que o setor deslanche.

Um estudo inédito aponta que, embora esse tipo de turismo tenha aumentado no país, falhas de estrutura e de regulamentação impedem que o setor deslanche. Segundo o governo federal, o turismo ecológico em reservas naturais já movimenta R$ 1 bilhão em impostos, além de 90 mil empregos.

Fim do Talvez também te interesseJá 1.669 unidades são do tipo "uso sustentável dos recursos naturais". Ou seja, são permitidas atividades que envolvem coleta e uso dos recursos naturais, desde que seja assegurada a preservação dos recursos ambientais e processos ecológicos.

Existem outras 993 reservas particulares do patrimônio natural (RPPNs), que são áreas privadas transformadas em reservas ambientais após regularização do poder público, a pedido dos proprietários — elas são classificadas como de "proteção integral".

O relatório leva em conta as visitas turísticas feitas em 2019 em 137 UCs monitoradas pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), órgão do Ministério do Meio Ambiente responsável por gerir as reservas federais. headtopics.com

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Crédito,José Luiz Martins PaivaLegenda da foto,A Serra do Tombador, no Cerrado, é uma das reservas particulares que pertencem à Fundação Grupo BoticárioA maior parte das unidades, tanto públicas como privadas, não disponibiliza dados sobre visitação de turistas ou simplesmente não fazem essa contagem. Ou seja, possivelmente o volume de turistas é ainda maior, mas a falta de dados públicos impede um diagnóstico mais completo sobre o setor.

O ano de 2019, antes da pandemia de covid-19, foi um considerado positivo para o turismo no Brasil, segundo o ICV-Tur (índice da pesquisa elaborada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo). Ao todo, o setor movimentou R$ 238,6 bilhões, acréscimo de R$ 5,1 bilhões em relação ao ano anterior. O segmento representa 8,1% do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil,

Já o turismo ecológico movimentou R$ 2,4 bilhões nos municípios de acesso às unidades de conservação em 2019, segundo o ICMBio. Só em impostos, o setor gerou R$ 1 bilhão, além de 90 mil empregos.Turismo concentrado

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Segundo o estudo da Fundação Grupo Boticário, das 15 milhões de visitas turísticas às unidades de conservação federais em 2019, mais de 13,8 milhões (ou 92%) se concentraram em apenas 22 UCs, a maior parte delas na região da Mata Atlântica. Ou seja, com quase 2,5 mil unidades (contando apenas as públicas), o espaço para crescimento do setor é bastante grande. headtopics.com

Crédito,José Luiz Martins PaivaLegenda da foto,A Serra do Tombador tem 8.700 hectares, onde ficam 437 espécies de plantas e 531 espécies de animaisO Parque Nacional da Tijuca, no Rio de Janeiro, foi a reserva federal mais visitada do país, com 2,9 milhões de pessoas em 2019. Em segundo, aparece o Parque Nacional do Iguaçu, no Paraná, com 2 milhões de visitantes. Em terceiro está a Área de Proteção Ambiental de Petrópolis, também com pouco mais de 2 milhões de turistas.

"Há um aumento do interesse das pessoas em conhecer a natureza brasileira, principalmente com a questão ambiental e da preservação virando um grande foco de discussões no mundo", diz Emerson Oliveira, gerente de conservação da biodiversidade da Fundação Grupo Boticário.

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Entre os principais atrativos das unidades de conservação, o relatório destaca cachoeiras, rios, serras, chapadas e sítios arqueológicos. Oliveira pondera que o turismo praticado nessas áreas não é o de massa, mas aquele voltado "à educação ambiental, à pesquisa científica e à consciência da importância da conservação da fauna e da flora".

"Ele é um turismo mais especializado, que precisa ser feito com cuidado para que essas áreas sensíveis não sofram impacto ambiental e degradação", explica Oliveira.Segundo o relatório, um dos principais gargalos para o aumento do turismo dentro das UCs é que boa parte das áreas não possui plano de manejo, documento necessário para estabelecer o zoneamento e as normas para o uso dos recursos naturais. Ele também aponta quais são as estruturas físicas para a gestão da unidade e determina, por exemplo, como a atividade turística pode ser exercida dentro da unidade de conservação. headtopics.com

Apenas 60,1% das 334 UCs federais analisadas no estudo possuem planos de manejo, e só 13,7% delas fizeram a revisão do documento, que precisa ser atualizado a cada cinco anos.Por outro lado, o relatório aponta que áreas com potencial turístico acabam não recebendo visitantes por problemas estruturais, como dificuldade de acesso, falta de pessoal, de equipamentos, de orientação ao público e até de portaria. "Nossa experiência mostra que o turista, embora esteja indo para uma área de natureza, quer ter um mínimo de estrutura: um local para dormir, descansar e se alimentar", diz Oliveira.

"Em muitos desses locais, as pessoas simplesmente não conseguem chegar, porque são áreas remotas e com acesso muito difícil. Quando chegam, não sabem o que pode ou não fazer, ou mesmo do que se trata aquele bioma, o que tem nele...", explica Oliveira. "Por outro lado, existem unidades onde o turismo não é permitido, mas que recebem pessoas de maneira irregular, gente que entra até para fazer churrasco."

Fogo no PantanalDivulgaçãoLegenda da foto,Criado em 1996, o SESC Pantanal tem hotel, spa, restaurante e até uma escola para alunos do ensino médioAlém das áreas públicas, o Brasil também tem centenas de reservas particulares, as chamadas RPPN. Para formar uma delas, um proprietário precisa regularizar o território no Ministério do Meio Ambiente, passando a ser responsável por sua conservação e pelos planos de manejo.

A própria Fundação Grupo Boticário, que também apoia financeiramente projetos de conservação da fauna e da flora, tem duas reservas ambientais particulares: a Salto Morato, no litoral norte do Paraná, com 2.253 hectares de mata atlântica; e a Serra do Tombador, no Cerrado, em Goiás, com 8.700 hectares. Os dois locais recebem visitação turística, principalmente de cientistas e de estudantes.

Outra reserva particular também tem apostado no turismo ecológico e na educação ambiental: o Legado das Águas, que pertence ao Grupo Votorantim e tem 31 mil hectares de mata atlântica na região do Vale do Ribeira, interior de São Paulo.

Já o SESC Pantanal, em Mato Grosso, é a maior RPPN do Brasil, com quase 108 mil hectares. Ela recebe 30 mil turistas por ano — a maior parte deles oriunda de outros Estados do país.Criada em 1996 e considerada um modelo de turismo ecológico em área de preservação, a reserva tem um hotel com 142 apartamentos, spa, centro de eventos, restaurante e até uma escola para 600 alunos do ensino médio. Oferece trilhas e passeios pelo Pantanal, além de atuar em parceria com cientistas, institutos de pesquisa e universidades.

"Nós levamos as pessoas até o Pantanal pra sensibilizá-las sobre a importância do bioma, da cultura da região, e sobre qual o nosso papel no cuidado e na manutenção da natureza", explica Christiane Caetano, superintendente do polo socioambiental do SESC Pantanal.

No ano passado, o local foi duramente afetado pelas gigantescas queimadas na região do Pantanal: 93% da área da reserva foi atingida pelos incêndios."Nós temos equipes de brigadistas e de monitoramento em toda a reserva. Mesmo assim, fomos afetados em diferentes níveis. Em alguns pontos o dano foi maior do que em outros. A gente nunca tinha visto um fogo tão alto como no ano passado", diz Caetano.

O efeito das queimadas e da estiagem na fauna local temsido devastador.De janeiro de 2020 até meados deste ano, queimadas haviam destruído 3,8 milhões de hectares no Pantanal, afetando ao menos 65 milhões de animais vertebrados nativos e 4 bilhões de invertebrados, apontou

aum estudo publicado em junho por pesquisadores das organizações ambientaisICMBio, PrevFogo/Ibama e Embrapa Pantanal, feito com base na densidade das espécies presentes nos locais afetados.Durante os incêndios, o SESC Pantanal acabou se transformando em base para as equipes de combate ao fogo e de resgate de animais. Cobras, onças, queixadas e antas feridas foram tratados na reserva.

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Pedir para ser assaltado ou assassinado Vocês podem obter informações valiosas com o Instituto Semeia. Estrutura Tem q ter fiscalização firme e eficiente sob quem realmente entende essas reservas. O q temos hj é propositalmente um bando d vagabundos criminosos aparelhando órgãos p/ ganhar dinheiro e destruir esses lugares.

Parei de ler em 'Fundação Grupo Boticário'... A ciência não é neutra, e os interesses ECONÔMICOS da indústria do turismo serão quase sempre postos à frente da questão ambiental. Me questiono qual é o interesse do Boticário nesse tipo de estudo... 🤔 Agora diz que é para o agro-negocio. Vai ver tratores com suas correntes agindo descontroladamente dia e noite . São uns desalmados gananciosos .

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