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Traficantes do Complexo de Israel erguem ponte para circular entre favelas e evitar vigilância policial

Prefeitura e vereadores que atuam na região negam uso de dinheiro público na obra #g1 #Rio

20/10/2021 03:15:00

Prefeitura e vereadores que atuam na região negam uso de dinheiro público na obra g1 Rio

Obra é mais um movimento de criminoso Peixão para unir comunidades sob domínio da mesma facção. Prefeitura e vereadores que atuam na região negam uso de dinheiro público na obra.

Traficantes do Complexo de Israel, na Zona Norte do Rio, construíram uma ponte para ligar duas comunidades antes rivais: as favelas Cinco Bocas, em Brás de Pina, e Pica-pau, em Cordovil.A obra na Avenida Schultz Wenk, sobre o Rio Irajá, não usou dinheiro público. Não teve participação da Prefeitura do Rio e nem indicação de vereadores da Câmara Municipal.

No local, a polícia investiga a ação do traficante Álvaro Malaquias Santa Rosa, conhecido como Peixão, de 34 anos, para unir cinco comunidades: Cinco Bocas, Pica-pau, Cidade Alta, Vigário Geral e Parada de Lucas. A ideia é transformar no que já vem sendo chamado entre moradores de Complexo de Israel.

Ponte construída pelo tráfico no Complexo de Israel — Foto: Reprodução/GloboPonte liga duas comunidades do Complexo de Israel — Foto: Reprodução/GloboA ponte para a passagem de carro é a obra mais recente desta ação. Antes de Peixão, Cinco Bocas e Pica-pau era dominadas por facções rivais de traficantes. O problema era amenizado por não haver uma passagem de veículos ligando as duas favelas. headtopics.com

Antes da ponte para se chegar a um dos lados era necessário seguir até a Avenida Brasil ou na direção contrária até a rua Jorge Coelho, próximo à estação de trem. Agora, é diferente.Imagens do Globocop mostram que a ponte liga direto Cinco Bocas e Pica-pau. Segundo moradores, assim os traficantes da quadrilha de Peixão não se expõe de ir até a Avenida Brasil.

Complexo de IsraelO Globocop mostra ainda a dimensão do Complexo de Israel, que se expande às margens da Avenida Brasil.Em cada uma das favelas do complexo, os criminosos exibem símbolos do Estado de Israel, como a bandeira do país e a estrela de Davi, instalados em pontos altos das comunidades.

Há um ano, o RJ2 mostrou a expansão do novo complexo de favelas, onde moram 134 mil pessoas.De acordo com a polícia, a união dessas cinco comunidades forma o Complexo de Israel — Foto: ReproduçãoSegundo as investigações, a tomada dos territórios foi feita durante a pandemia, aproveitando o período de isolamento e de poucas incursões da polícia.

As barricadas instaladas à beira da Avenida Brasil, impedem o acesso dos blindados. Elas trazem os símbolos de paz e amor, enquanto Peixão e seu bando espalham terror na região.Em 2019, oito jovens foram assassinados pelo grupo. Foi durante uma invasão na Cinco Bocas, que na época não era dominada por Peixão. De acordo com as investigações, os jovens foram sequestrados e mortos. headtopics.com

A polícia diz que os corpos foram triturados e dados a porcos que vivem numa área de mangue de Parada de Lucas.A favela de Parada de Lucas é do mesmo bando há décadas. Em 2007, invadiu Vigário Geral, comunidade vizinha.Nove anos depois, em novembro de 2016, o bando cruzou a Avenida Brasil e chegou à Cidade Alta. Os confrontos duraram sete meses.

Em maio de 2017, a polícia interveio no confronto e prendeu 45 pessoas. Na ocasião, 32 fuzis foram apreendidos.Na época, a quadrilha de Peixão incendiou nove ônibus e dois caminhões na Avenida Brasil, na Rodovia Washington Luiz e na Linha Vermelha. Na favela Cinco Bocas, a fé também é alvo dos bandidos.

Os moradores mais velho conhecem a região como a Vila Santa Edwiges. Uma referência à imagem da santa instalada na quadra da comunidade.Quem vive na favela diz que comparsas de Peixão arrancaram e destruíram a imagem.O local onde a santa ficava está vazio. As religiões de matriz africana também são rejeitadas no complexo.

Ataque a terreiroÁlvaro Malaquias Santa Rosa, o Peixão, apontado como chefe do tráfico em cinco favelas da Zona Norte do Rio — Foto: ReproduçãoPeixão responde na Justiça por um ataque a um terreiro de candomblé, em abril de 2019, em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. headtopics.com

O templo ficou destruído. O babalorixá e os filhos de santo foram expulsos da casa. No muro, os criminosos deixaram uma mensagem: "Jesus é o dono do lugar".Nenhuma religião é aceita a não ser a evangélica.Peixão se intitula entre os criminosos como Arão, irmão de Moisés, da Bíblia. Seu braço-direito no crime é Jeremias. A sua quadrilha é chamada de "Tropa do Arão".

Consulte Mais informação: G1 »

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