Talibãs querem que mulheres sejam 'invisíveis' na sociedade, diz ONU

27/05/2022 02:30:00

Talibãs querem que mulheres sejam 'invisíveis' na sociedade, diz ONU

CABUL - As restrições impostas pelos talibãs às mulheres afegãs têm como objetivo torná-las "invisíveis", estimou, nesta quinta-feira em Cabul, o relator especial da ONU para os direitos humanos no Afeganistão, Richard Bennett. Desde que retornaram ao poder em agosto passado, os talibãs impuseram uma série de restrições, das quais grande parte busca submeter as mulheres à sua visão fundamentalista do Islã.

Consulte Mais informação: Jornal Extra »

O Assunto #771: Os significados do 11 de agosto

No Largo de São Francisco, milhares de pessoas se reuniram ao redor das arcadas da Faculdade de Direito da USP enquanto, lá dentro, eram lidos dois documentos concebidos em resposta à escalada ofensiva de Jair Bolsonaro contra o sistema eleitoral. Um da Federação das Indústrias de São Paulo e outro - a Carta às Brasileiras e aos Brasileiros em Defesa do Estado Democrático de Direito' - de professores da própria escola. Consulte Mais informação >>

E vcs defendem eles. zzzzzzzzzzzzzz Mas a globo falou que eles fariam um governo diferente

País cumpre só uma de 242 metas de direitos humanos da ONU, dizem ONGs | RadarEstados-membros precisam prestar contas periodicamente sobre compromissos assumidos em temas como saúde, meio ambiente, povos indígenas e violência policial radaronline Grande noticia. Obrigado pela divulgação, VEJA. radaronline parei em 'ONGs' radaronline Que bom Direitos humanos tem credibilidade hoje em dia ? Kkkkk

Brasil não cumpre 80% das metas estabelecidas pela ONU para direitos humanosPaís falha em setores como educação, saúde, igualdade de gênero e direitos dos povos indígenas Verdade, começando pela fome

Governo omite violência policial de relatório para a ONU sobre direitos humanos - ISTOÉ IndependenteO governo brasileiro produziu um raio-x das medidas tomadas por autoridades para lidar com violações de direitos humanos e atendimento das recomendações internacionais. No documento, porém, omitiu a violência policial e as chacinas que aconteceram em operações, de acordo com o jornalista Jamil Chade, do UOL. O documento, ainda em versão preliminar, será entregue para […] E o tráfico ONdu ? Fala nada né O que? O Governo Bolsonaro mentiu? Naaaaao .

À espera de Márcio França, Haddad vai priorizar agenda na capital | Clarissa OliveiraPetistas enxergam lado positivo na permanência do ex-governador na disputa neste momento, mas querem sinal de que ele sairá de cena mais à frente

Estados dizem que perderão R$ 83,5 bi após ‘teto do ICMS’; governadores tentam adiar regra | O AntagonistaChefes de Poder Executivo afirmam que batalha na Câmara é 'perdida' e querem que o texto tenha vigência apenas a partir de 2024. Mas qdo o combustível subiu junto com o dólar nenhum deles reclamou que a arrecadação subiu absurdamente. Curioso né? Governadores não querem perder arrecadação em época de eleição , porque a compra de votos é disparada! Governadores bandidos

Kremlin diz que o Ocidente é o culpado pela crise de grãos na Ucrânia | CNN BrasilONU diz que crise alimentar global está se aprofundando e tenta negociar desbloqueio de portos ucranianos; Ocidente e Rússia trocam acusações Mesmo papinho que usaram no Holodomor… e os vagsbundos negacionistas usam até hoje! Cara de pau! o putin podia explodir essa merda de mundo logo

A CABUL - As restrições impostas pelos talibãs às mulheres afegãs têm como objetivo torná-las "invisíveis", estimou, nesta quinta-feira em Cabul, o relator especial da ONU para os direitos humanos no Afeganistão, Richard Bennett.precisam, de tempos em tempos, prestar contas ao Conselho de Direitos Humanos da organização sobre o cumprimento de compromissos assumidos em áreas como saúde, meio ambiente, povos indígenas, racismo, igualdade de gênero e violência policial.Por | 26.Geral Governo omite violência policial de relatório para a ONU sobre direitos humanos Divone Ferreira, mãe de Gabrielle Ferreira da Cunha, morta por uma bala perdida dentro de casa durante uma operação policial na Vila Cruzeiro, comunidade vizinha à sua residência, chora sobre o caixão da filha no cemitério São Francisco Xavier, no Rio de Janeiro, em 25 de maio de 2022 - AFP Da Redação 26/05/22 - 07h01 O governo brasileiro produziu um raio-x das medidas tomadas por autoridades para lidar com violações de direitos humanos e atendimento das recomendações internacionais.

Desde que retornaram ao poder em agosto passado, os talibãs impuseram uma série de restrições, das quais grande parte busca submeter as mulheres à sua visão fundamentalista do Islã. O Talibã as excluiu em grande parte dos empregos públicos, restringiu seu direito de deslocamento e proibiu as meninas de ir à escola. O Brasil está no fim do seu terceiro ciclo da revisão. No início de maio, o líder supremo do Talibã emitiu uma ordem para que as mulheres se cobrissem totalmente em público, incluindo o rosto, de preferência com uma burca, que tem uma grade de tecido sobre os olhos que permite que as mulheres vejam, mas não sejam vistas. Assis do Couto (PT-PR). Todas essas medidas "descrevem um modelo de total segregação de gênero e visam tornar as mulheres invisíveis na sociedade", disse Bennett em entrevista coletiva em Cabul ao final de uma visita de 11 dias ao Afeganistão. Segundo as entidades, apenas uma das 242 metas está de fato sendo cumprida, ainda que parcialmente. Durante a coletiva de imprensa, talibãs armados interromperam uma manifestação de mulheres pedindo que as meninas voltassem à escola. Na sabatina deste ano, o governo vai precisar mostrar o que tem feito para cumprir das propostas aceitas anos atrás.

"Cerca de 45 mulheres e meninas estavam presentes na manifestação, mas o Talibã enfurecido veio e nos dispersou", disse à AFP Munisa Mubariz, organizadora da manifestação. Apenas 17% dos tópicos estão em implementação, segundo as ONGs. Mecanismo periódico, a RPU existe desde 2008 e verifica a execução de compromissos que foram assumidos por 193 Estados-membros. A comunidade internacional fez do respeito pelos direitos humanos, especialmente das mulheres, um pré-requisito nas negociações de ajuda e reconhecimento do governo islâmico. As novas restrições confirmam a radicalização do Talibã, que inicialmente tentou mostrar uma face mais moderada do que durante seu governo anterior, entre 1996 e 2001. As entidades alertam, contudo, que não houve aumento de recursos para a prevenção ao HIV. Receba a newsletter do Extra Cadastrar . A análise foi feita por 31 entidades que fazem parte do Coletivo RPU Brasil.