Sem competição com Bolsa, fundos ‘farão festa’ em ano de fusões e aquisições

29/12/2021 14:45:00

Sem competição com Bolsa, fundos 'farão festa' em ano de fusões e aquisições -via @colunadobroad

Sem competição com Bolsa, fundos 'farão festa' em ano de fusões e aquisições -via colunadobroad

Protagonistas em 2021, as emissões de ações na Bolsa devem ceder espaço no mundo dos negócios às fusões e

“O ano de 2022 será usado pelos fundos(de private equity)para formação de portfólio novamente”, diz Daniel Bassan, CEO do UBS BB. “Tanto que os maiores fundos, após devolverem recursos a seus investidores com as saídas dos negócios, já estão em fase de captação.”

Sem a competição pelo dinheiro com a Bolsa, o Warburg Pincus, por exemplo, está captando US$ 16 bilhões em um novo fundo global, cujo participação de recursos voltados ao Brasil subirá para 5%, da média de 2,5% que costuma investir aqui. Motivo: o sucesso do retorno com investimentos como o feito na Petz.

Consulte Mais informação: Estadão 🗞️ »

Novas regras para home office acenam a modelos de trabalho flexíveis

Neste episódio do E Tem Mais, Evandro Cini apresenta um panorama das expectativas diante da aprovação pelo Congresso da regulamentação do trabalho remoto Consulte Mais informação >>

TROPEIRÃOCAST- Rivais 'órfãos'. Sem Cuca, Sem LuxaGalo e Raposa ficaram sem técnicos, em movimentos bruscos que podem mudar o planejamento de ambos para 2022. Veja no vídeo nossa análise Ex rival, pf.

Análise: Eleições, ômicron e alta dos juros: o que esperar da Bolsa em 2022?O que vai acontecer com a Bolsa no próximo ano? Quais são os desafios e as oportunidades nesse período que promete ser de alta instabilidade para as ações?Felipe Bevilacqua, analista da Levante Ideias de Investimentos, comenta a seguir a influên Enquanto Guedes estiver no poder, nada de bom pode existir

Varejo sustenta alta da bolsa após vendas de Natal em shoppings crescerem | Radar EconômicoVEJA Mercado: setor acumula expressiva desvalorização no ano e se agarra no Natal para tentar recuperar a confiança do investidor EconomicoRadar A despeito de muitos arautos do holocausto,eis o mercado reagindo, para tristeza dos destruidores de plantão. jairbolsonaro

'Catástrofe na Bahia é sem precedentes na história', diz prefeito baianoAcompanhe as últimas notícias do Brasil e do mundo em áreas como política, economia, cotidiano, saúde, tecnologia, educação e mais. Veja ainda fotos, áudios, vídeos e reportagens especiais com recursos multimídia.

Sem dados de São Paulo e Tocantins, Brasil tem média de 96 mortes por covidO Brasil registrou hoje uma média de 96 mortes pela covid-19, de acordo com o consórcio de veículos de imprensa, do qual o UOL faz parte. Os dados estão incompletos pelo 17º dia seguido, desde o ataque Se tivessem comprado a porra da vacina antes não teríamos tido aquela média absurda de mortes por dia Fora Bolsonaro Doriana não está informando dados de covid ? quem diria...

Bahia: Rui Costa promete reconstruir casas e emprestar sem juros a lojistasO governador da Bahia, Rui Costa (PT), prometeu hoje reconstruir casas e emprestar dinheiro sem juros aos comerciantes do estado que tiveram suas lojas atingidas pelas Muita força e solidariedade ao povo baiano. 🙌❤️🕊️ Bahia SOSsuldabahia

aquisições no próximo ano.Atlético-MG já fez contato com Jorge Jesus para substituir Cuca E, para começar nossa nova fase, o Tropeirão fez uma breve análise das duas principais notícias do futebol mineiro, e talvez, do brasileiro, com as saídas de Cuca do Atlético-MG, e de Luxemburgo, da Raposa, em um sinal claro que o novo dono, Ronaldo Fenômeno, não está para brincadeiras.Carteira Recomendada ANÁLISE Texto baseado no relato de acontecimentos, mas contextualizado a partir do conhecimento do jornalista sobre o tema; pode incluir interpretações do jornalista sobre os fatos.A última semana de negociações na bolsa de valores em 2021 foi aberta e quase ninguém quis saber de comprar ou vender ações.

Numa das frentes, há várias empresas com o caixa forrado para consolidações e digitalização de seus setores, após processos bem-sucedidos de ofertas iniciais de ações (IPOs, na sigla em inglês). Em outra, os fundos de private equity (que compram participações em companhias) também irão às compras, depois de passarem os últimos anos dedicando-se a sair de investimentos antigos. Nos sigam nas redes sociais e ouçam também nos principais tocadores de podcast. Ao mesmo tempo, algumas empresas que esperavam buscar dinheiro na Bolsa viram essa porta se fechar. Guia do Investidor UOL: evento grátis ensina você a investir Um desafio chamado Brasil Levando em consideração apenas os resultados corporativos, um investidor poderia concluir que a maioria das empresas listadas na B3 estão muito baratas, e que seria loucura não entrar de cabeça nesse mercado, diz Bevilacqua. “O ano de 2022 será usado pelos fundos (de private equity) para formação de portfólio novamente”, diz Daniel Bassan, CEO do UBS BB. “Tanto que os maiores fundos, após devolverem recursos a seus investidores com as saídas dos negócios, já estão em fase de captação. “Os números preliminares que apontam que o Natal foi bom aliados à redução na pressão dos juros futuros beneficiaram a economia doméstica voltada ao consumo, como o varejo”, avalia Rodrigo Crespi, analista da Guide Investimentos.

” Sem a competição pelo dinheiro com a Bolsa, o Warburg Pincus, por exemplo, está captando US$ 16 bilhões em um novo fundo global, cujo participação de recursos voltados ao Brasil subirá para 5%, da média de 2,5% que costuma investir aqui. Mas ele faz um contraponto: no mundo dos investimentos: quanto maior o risco, maior o potencial de retorno. Motivo: o sucesso do retorno com investimentos como o feito na Petz. Patamar histórico Mesmo este ano, com as emissões de ações aquecidas, o volume de fusões e aquisições (M&A, na sigla em inglês) deve bater o patamar histórico de US$ 100 bilhões, de acordo com o responsável pela área no BTG Pactual, Bruno Amaral. “Não vejo esse movimento arrefecer em 2022”, diz ele. Passado o momento mais crítico da crise sanitária, e vislumbrando a possibilidade de reabertura plena da economia em 2022, os investidores brasileiros se deparam com uma nova questão: as eleições presidenciais. “O patamar de 100 mil pontos a 110 mil pontos no qual se encontra o Ibovespa é bem saudável para movimentos de fusões e aquisições e a liquidez, seja no Brasil ou fora, continua alta. A Petrobras , que possui peso importante no Ibovespa, subiu 1,5%.

” O leque de setores nos quais aconteceram a maior parte das transações este ano foi diversificado. Lojas Americanas, B2W e Assaí lideraram os movimentos de consolidação no varejo, acompanhados por empresas do setor de vestuário, como o Grupo Soma e a Renner, enquanto o segmento de saúde também teve forte consolidação. Pouco se sabe sobre as propostas dos principais candidatos à presidência para a economia brasileira, o que torna difícil fazer projeções para o mercado em 2023. Infraestrutura, seja saneamento, aeroportos e rodovias, também apareceu entre os líderes de negócios, e o setor financeiro teve movimentos dos mais diversos, com a digitalização como grande mote. Nas contas de um diretor de um banco de investimento, mais de três quartos das novatas na B3 em 2021 captaram recursos para bancar fusões e aquisições. Câmbio é atrativo As incertezas macroeconômicas e as eleições, aparentemente, devem ser temas secundários para esse mercado, que olha para um prazo mais longo. O Bank of England (BoE, o banco central do Reino Unido) surpreendeu o mercado em sua última reunião de política monetária e elevou a taxa básica de juros de 0,10% para 0,25% ao ano.

Uma das apostas é de que os estrangeiros estejam mais inclinados a fazer negócios por aqui, uma vez que o câmbio brasileiro torna os ativos do País muito atraentes. “É um bom momento para investir, pois captam em dólar, e o real está depreciado”, diz o responsável pelo banco de investimento do Bradesco BBI, Felipe Thut. “Além disso, os fundos deixam de concorrer com um momento mais aquecido da história da Bolsa. Por fim, juros mais altos são frequentemente associados à desaceleração do consumo, motivo pelo qual as projeções de uma alta mais vertiginosa da Selic têm sido acompanhadas pela redução das estimativas de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro.” Além dos estrangeiros, as próprias empresas, mais saudáveis e com baixo endividamento, devem levar adiante mais negócios. “Poderemos ver operações de fusões e aquisições alavancadas”, afirma Thut.

Um fator que ajuda nessa conta é o fato de que a dívida líquida em relação ao Ebitda (geração de caixa) das empresas que têm ações na composição do índice Ibovespa (excluindo-se Petrobras, Vale e Eletrobras), caiu para 1,6 vez, de 3 vezes em 2015. O que esperar das commodities? O principal destaque da Bolsa brasileira em 2021 foi o setor de commodities, especialmente Petrobras (PETR4) e Vale (Vale3), que surfaram a alta dos preços do minério de ferro e do petróleo e reportaram lucros bilionários. “O lucro dessas empresas representava 1,2% do PIB e hoje representa 3,6%”, afirma. As fusões e aquisições só não vão acelerar ainda mais porque quando os preços dos ativos estão caindo, como nas últimas semanas, a tendência é que o empresário fique um pouco mais receoso de fechar o negócio e pode querer esperar. Ao mesmo tempo, é um cenário perfeito para aquisições por fundos de private equity. Com a crise do setor imobiliário chinês e a queda da demanda por aço no país, que é o maior consumidor de minério de ferro do planeta, a Vale deve ter dificuldade para repetir os bons resultados financeiros de 2021. “O ano que vem é o ano dos private equities”, diz o corresponsável pelo banco de investimento no Brasil do Bank of America, Bruno Saraiva.

“Os fundos estão capitalizados e essa turma vai às compras.” A sócia das áreas Societário e Governança Corporativa, Fusões e Aquisições e Private Equity do escritório Cescon Barrieu, Maria Cristina Cescon, afirma que a movimentação de empresas e fundos atrás de estruturação de operações, que devem ser anunciadas nos primeiros meses de 2022, tem sido intensa. Ômicron e a retomada econômica Com a vacinação em estágio avançado em grande parte do planeta, inclusive no Brasil, a expectativa era de que 2022 começasse em ritmo de reabertura econômica e normalização das cadeias produtivas globais. Por isso, a perspectiva é de crescimento na participação do investidor financeiro nas M&A. “Quando o mercado fecha, o private equity é a saída”, diz Cristina Bueno, também do Cescon. “Quando o mercado de capitais está fechados, esses fundos voltam a ter relevância. Por outro lado, as pessoas infectadas pela ômicron têm desenvolvido sintomas mais leves do que aquelas contaminadas pelas outras variantes, o que levanta um debate acerca da possibilidade de o vírus estar se adaptando para se tornar mais transmissível e menos letal.

” Alguns segmentos, como saúde, no destaque das fusões e aquisições há anos, já está ficando caro para os private equities. Por isso, o Cescon vê tendência de mais operações nos segmentos de energia renovável, como parques eólicos e solares, agronegócios, mineração e os diversos tipos de tecnologia, como as fintechs.   Esta reportagem foi publicada no Broadcast+ no dia 28/12/21, às 11h30. Ações de muitos setores que tiveram seus modelos de negócios prejudicados pela pandemia do coronavírus foram severamente punidas pelos investidores, e muitas empresas que compõem o índice estão sendo negociadas a preços baixos com relação aos resultados entregues. O Broadcast+ é uma plataforma líder no mercado financeiro com notícias e cotações em tempo real, além de análises e outras funcionalidades para auxiliar na tomada de decisão. Para saber mais sobre o Broadcast+ e solicitar uma demonstração, .