Secretário do Ministério da Saúde barra diretrizes que contraindicam kit covid - Saúde - Estadão

Secretário do Ministério da Saúde barra diretrizes que contraindicam kit covid

21/01/2022 16:50:00

Secretário do Ministério da Saúde barra diretrizes que contraindicam kit covid

Aliado do presidente Jair Bolsonaro, o titular da área de Ciência e Tecnologia da pasta, Hélio Angotti, amparou sua decisão em uma nota técnica assinada apenas por ele

Governo federal usa consulta pública para adiar a decisão sobre kit covidDiário Oficial da UniãoO vice-presidente da Sociedade Brasileira de Infectologia e professor da Universidade Estadual Paulista (Unesp), Alexandre Naime Barbosa, integrou o grupo que elaborou as diretrizes sobre o tratamento ambulatorial contra a covid. O médico reagiu às justificativas do secretário do Ministério da Saúde e afirmou que a nota técnica é"um texto completamente ausente de argumentação científica". Para ele, o veto às diretrizes é uma questão político-ideológica e não técnico-científica.

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Ele cumpre ordens dos militares que comandam o ministério da saúde .

Doria: Ministério da Saúde não formalizou interesse na CoronaVac para criançasGovernador de SP disse ao brasilurgente que pode disponibilizar doses para outros estados mesmo se pasta não fizer aquisição brasilurgente A comissão é boa. Vamos vender vacinas experimentais e aplicar na população. Ninguém se responsabiliza mesmo!!! brasilurgente O momento é Vacinação = Não 👎 👎 👎 tem outra escolha 👏 👏 👏

Após aprovação da Anvisa, Ministério da Saúde avalia Coronavac para crianças | CNN BrasilO Ministério da Saúde afirmou que irá avaliar na íntegra a decisão da Anvisa de autorizar o uso da Coronavac para crianças e adolescentes entre 6 e 17 anos, para sua inclusão no Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação Vão ficar enrolando até 100.000 mais de inféctarem. Ministério da Enrolação da Saúde DORIA JÁ VACINOU A PRIMEIRA CRIANÇA. PERDEU DE NOVO QUEIROGA VACILAO kkkkk O que mudou anvisa_oficial ?

Crusoé: um mercador de propinas no Ministério da Saúde | O AntagonistaDelator, ex-secretário do Rio Edmar Santos revela proposta indecente de um lobista ligado ao PP para ingressar em esquema milionário que envolveria a pasta DamaresCanalha CorruptoApoiaCorrupto BolsonaroCovarde DeltanDeputado MoroVenceBolsoLula Moro2022 MoroPresidente MoroPresidente2022 MoroPresidentedoBrasil2022 LulaCanalha PTNuncaMais LulaNuncaMais Quadrilhão de Bozo Quadrilhão do STF Quadrilhão de kassab Quadrilhão de Ciro nogueira Quadrilhão do temer Quadrilhão de lula Quadrilhão de Collor Quadrilhão de Sarney Quadrilhão de FHC Que país aguenta Vcs acreditam em reformas? Falta sério Acorda Brasil! Translate Tweet

Anvisa já iniciou tratativas com Ministério da Saúde para buscar informações sobre autotestesA agência informou que está agendada para sexta-feira uma reunião com o Ministério da Saúde. Na tarde desta terça-feira, a Anvisa adiou a liberação dos autotestes no país. NoArNaCBN

Barra Torres chama de 'criminoso' quem espalha notícias falsas sobre a pandemia - Saúde - EstadãoPresidente da Anvisa alfinetou Bolsonaro em abertura de reunião sobre aval da Coronavac para crianças e adolescentes Mas a Anvisa pode Errado não tá… bolsonaroVozDeSATANAS NÃO SEJA CÚMPLICE! NÃO SEJA OMISSO!

Anvisa adia decisão sobre autotestes de covid e cobra mais informações ao Ministério da Saúde - Saúde - EstadãoDiretores afirmaram que formalização de política pública para realização do autoteste é necessária antes de decisão. Liberação foi pedida pelo Ministério da Saúde diante da explosão de casos com a chegada da Ômicron Te dar uma dica, de quem conhece 19 anos o INCA, FIOCRUZ/CETAB/ENSP - OPAS - OMS. Vocês estão recebendo infs falsas com relação ao câncer mundial, principalmente no que se refere a fumo,alimentação,defensivos, etc. Agora, está explodindo td a verdade, Perdendo tempo quando poderia estar liberando a Coronavac para crianças

uso do chamado"kit covid" no tratamento ambulatorial e hospitalar da doença e outras duas normas. Angotti é aliado do presidente Jair Bolsonaro, que incentiva o uso de medicamentos com ineficácia comprovada contra a covid-19, como hidroxicloroquina e azitromicina. Na prática, a decisão mantém o País sem uma recomendação oficial de como tratar pacientes de covid com quase dois anos de pandemia. Leia Também Governo federal usa consulta pública para adiar a decisão sobre kit covid As diretrizes que barrariam o"kit covid" na rede pública foram elaboradas por um grupo de médicos convocados pelo ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, e aprovadas em dois turnos pela Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema de Saúde (Conitec). As normas que regulamentariam o tratamento hospitalar estavam engavetadas na secretaria de Angotti desde junho do ano passado. Já as diretrizes sobre os procedimentos ambulatoriais, desde dezembro. A decisão de Angotti foi registrada em quatro portarias publicadas no Diário Oficial da União nesta sexta-feira, 21. Em todas, o secretário amparou sua decisão em uma nota técnica de 45 páginas assinada somente por ele. Agora, a decisão será encaminhada para Queiroga adotar"as devidas medidas que julgar cabíveis". Angotti listou 28 motivos para barrar as diretrizes, apontando"diversas inadequações, fragilidades, riscos éticos e técnicos e inconsistências capazes de comprometer negativamente o processo e as recomendações". Dentre as motivações para a rejeição, estão"repetidos vazamentos de informações com intenso assédio da imprensa e de agentes políticos da Comissão Parlamentar Inquérito (CPI da Covid) sobre membros da Conitec","necessidade de não se perder a oportunidade de salvar vidas", respeito à autonomia médica, e"possibilidade de falhas metodológicas". O secretário também citou"incerteza e incipiência do cenário científico diante de uma doença em grande parte desconhecida". O vice-presidente da Sociedade Brasileira de Infectologia e professor da Universidade Estadual Paulista (Unesp), Alexandre Naime Barbosa, integrou o grupo que elaborou as diretrizes sobre o tratamento ambulatorial contra a covid. O médico reagiu às justificativas do secretário do Ministério da Saúde e afirmou que a nota técnica é"um texto completamente ausente de argumentação científica". Para ele, o veto às diretrizes é uma questão político-ideológica e não técnico-científica. "A questão da prescrição de drogas off-label na pandemia já caiu porque todas essas opções já foram estudadas de forma extenuante e não é nenhum tipo de falta de lacuna na ciência. Não falta informação, a gente já sabe que são ineficazes", disse ao Estadão. "(A nota técnica) ainda fala um outro termo falacioso, que"o importante é salvar vidas". Todos nós queremos salvar vidas, mas de forma honesta, prescrevendo medicações que tenham comprovação de eficácia." Veja os motivos citados pelo secretário Hélio Angotti para barrar os procedimentos que contraindicavam o"kit covid" para tratar a doença: Incerteza e incipiência do cenário científico diante de uma doença em grande parte desconhecida; Presença de diversos medicamentos utilizados em caráter off-label durante a pandemia; Presença de medicamentos não incorporados nas Diretrizes Terapêuticas; Necessidade de não se perder a oportunidade de salvar vidas; Respeito à autonomia profissional conforme princípios e pareceres do Conselho Federal de Medicina e Declaração de Helsinque; Seleção restritiva de estudos destinados à tomada de decisões quanto ao grau de recomendação pelo Grupo Elaborador; Imprecisão da pergunta PICO e importante heterogeneidade de alguns estudos utilizados; Dubiedade de como as recomendações foram julgadas em termos de rigor por meio da metodologia GRADE; Ausência de recomendação efetiva de caráter positivo no caso das Diretrizes Ambulatoriais; desatualização das Diretrizes Hospitalares; Possível estímulo à incompreensão de conceitos elementares como significância estatística, significância clínica e existência de evidências clínicas; Possível viés de seleção de estudos e diretrizes previamente tecidas por outras instituições; Impossibilidade de auditar o material que subsidiou o processo decisório por parte de membros do plenário; Ausência de linha de cuidados com orientações de diagnóstico e conduta adequadas ao SUS; Análise de fármacos de forma isolada ou em combinação simples que não refletem a complexidade do cenário assistencial; Ausência de análise de tecnologias específicas teoricamente promissoras; ausência de ampla discussão do melhor método a ser utilizado; Assimetria no rigor científico dedicado a diferentes tecnologias; Alcance das competências da Conitec e do Ministério da Saúde; Alcance das atribuições do Conselho Federal de Medicina; Alcance das atribuições da Agência Nacional de Vigilância Sanitária; Necessidade de atentar aos objetivos específicos dos Protocolos Clínicos e Diretrizes Terapêuticas; Medidas instituídas pela SCTIE com o objetivo de promover a integridade que não foram implementadas; Potenciais conflitos de interesses declarados e não declarados; Repetidos vazamentos de informações com intenso assédio da imprensa e de agentes políticos da Comissão Parlamentar de Inquérito sobre membros da Conitec; Fragilidade administrativa das Diretrizes frente ao cenário atual; Possibilidade de falhas metodológicas inadequadamente avaliadas; Necessidade de atentar a elementos de beneficência, não-maleficência, justiça, autonomia e responsabilidade pertinentes às ações de saúde pública da alta gestão do Ministério da Saúde diante do insuportável risco de perda da oportunidade de salvar vidas; Resultados das Consultas e Audiências Públicas das Diretrizes Terapêuticas; Falta de consenso no plenário da Conitec. 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