Reunião sobre PEC do Teto de Gastos termina sem acordo

24/11/2022 02:28:00

Reunião sobre PEC do Teto de Gastos termina sem acordo

Reunião sobre PEC do Teto de Gastos termina sem acordo

A equipe do presidente eleito Lula (PT) recebeu avisos do comando do Congresso de que deixar o Bolsa Família fora do teto de gastos indefinidamente está for...

A equipe do presidente eleito Lula (PT) recebeu avisos do comando do Congresso de que deixar o Bolsa Família fora do teto de gastos indefinidamente está fora de questão Caiã Messina Reprodução A reunião de integrantes dos 14 partidos que fazem parte da base do novo governo terminou sem um acordo para a apresentação da PEC.× Foto: Adriano Machado/Crusoé O grupo de trabalho de Economia no gabinete de transição avalia incluir na PEC da Gastança um dispositivo para eventual revisão do teto de gastos, disse o economista Aloizio Mercadante, coordenador da equipe, na tarde de hoje (22).) do Estouro deve ser apresentado nesta quarta-feira (23).BRASÍLIA — Aliados do presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), apresentam nesta quarta-feira (dia 23), oficialmente, a " PEC da Transição ", proposta de Emenda à Constituição que abre espaço no Orçamento de 2023 para promessas de campanha do petista, especialmente o Bolsa Família de R$ 600.

A equipe do presidente eleito Lula (PT) recebeu avisos do comando do Congresso de que deixar o Bolsa Família fora do teto de gastos indefinidamente está fora de questão.Até aliados estão incomodados com a falta de articulação e falam que o importante agora é aprovar a proposta possível.O dispositivo foi retirado pelo governo de Jair Bolsonaro durante a votação da PEC dos Precatórios.O presidente do senado, Rodrigo Pacheco, disse a aliados que o projeto vai ter de ser intermediário.“Fizemos um acordo ontem com as lideranças do Senado para que o prazo não seja mais indeterminado, não seja a retirada do Bolsa Família em caráter permanente, e sim para os próximos quatro anos.O Bolsa Família de R$ 600 mensais e mais R$ 150 por filho de até 6 anos ficaria isento da âncora fiscal no máximo até 2024.“Data e prazo ainda estão em discussão.Na saúde, a intenção é estabelecer um gabinete de crise: a avaliação é de que a situação é grave demais para que as primeiras medidas do novo governo sejam tomadas apenas a partir da posse de Lula, em janeiro.Ou seja, ao propor agora um prazo de quatro anos, o PT está recuando da proposta inicial.

Integrantes da transição se encontraram com o presidente da Anvisa e com o ministro Marcelo Queiroga.Praticamente, o que estamos excepcionalizando é um princípio que parte da riqueza desse país, aquele que não tem trabalho, aquele que não tem renda, cabe ao Estado dar uma proteção”, disse.A falta de dados sobre a cobertura de vacinas já era conhecida.Mas hoje os principais assuntos foram o orçamento do sus e a necessidade de contratação de pessoal na Anvisa.Houve conversas também com representes das polícias federal e rodoviária.O diagnóstico: possibilidade de paralisação de serviços essenciais.Investimentos Outra mudança deve ser feita ao longo da tramitação é a previsão de investimento fora do teto, o que irá reduzir o impacto da proposta.

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