Por que as empresas não sabem como será o trabalhador do futuro?

Uma das dificuldades das empresas é prever o impacto da tecnologia sobre o emprego. Dentro de 20 anos, quais ocupações continuarão existindo e quais serão desempenhadas pelas máquinas? #ArquivoBBC

8.10.2019

Uma das dificuldades das empresas é prever o impacto da tecnologia sobre o emprego. Dentro de 20 anos, quais ocupações continuarão existindo e quais serão desempenhadas pelas máquinas? ArquivoBBC

Pesquisa feita pela Deloitte com 1,6 mil CEOs mostra que eles estão perdidos quando olham para a frente: a maioria acredita estar preparando sua força de trabalho para a 'quarta revolução industrial', mas teme um mundo em que homem e máquina passarão a ser colegas de escritório.

O exercício de pensar o futuro faz parte do dia a dia da maioria das empresas. Antecipar tendências é uma das estratégias das companhias para ganhar espaço no mercado ou mesmo para garantir sua sobrevivência no longo prazo. Muitas vezes, contudo, elas erram.

Os resultados aparentemente contraditórios, na avaliação da Deloitte, são um retrato do momento atual de inflexão, uma mistura entre"esperança e ambiguidade".

Um das dificuldades das empresas é prever o impacto da tecnologia sobre o emprego

No Brasil, o porcentual é um pouco mais alto - 31% -, mas segue entre os assuntos menos discutidos na direção das empresas, ainda de acordo com a pesquisa.

Há algumas décadas, os especialistas em ciência da computação perceberam que os computadores também eram capazes de aprender. Quando expostos a um volume grande de informações sobre um mesmo assunto, eles conseguiriam identificar padrões comuns e fazer previsões em cima de dados.

Bill Gates, cofundador da Microsoft, defende um 'imposto sobre robôs' para suavizar os efeitos negativos da automatização sobre o mercado de trabalho

"As habilidades requeridas por esse novo mercado de trabalho serão cada vez mais complementares às funções desempenhadas pelas máquinas", destaca.

"Eles vão passar a ser nossos companheiros de trabalho."

"Existe uma percepção de que o perfil dos funcionários vem mudando, mas as empresas ainda têm dificuldade para ajustar seus modelos de negócio para atrair esses novos talentos", diz ele.

"Nós fizemos uma pesquisa nas Américas e verificamos que os '

Nesse cenário, as companhias tradicionais vêm perdendo espaço e relevância para empresas que há dez anos não existiam, e que funcionam com a lógica das empresas de tecnologia."Elas erram mais rápido e aprendem mais rápido com os erros. Para as empresas 'tradicionais', as grandes mudanças são como dar um cavalo de pau em um transatlântico".

Nas economias mais desenvolvidas, a"quarta revolução industrial" já começa a criar uma polarização no mercado de trabalho, diz Maloney, do Banco Mundial, suprimindo as funções"do meio", aquelas que não pagam os menores salários, mas também não englobam os empregos de alta qualificação. Um exemplo são as linhas de montagem nas indústrias.

A 'internet das coisas' é caracterizada pela presença de tecnologia capaz de receber e transmitir dados em objetos físicos, como os carros

"Nós não completamos nem a terceira revolução industrial", concorda Altair Rossato, da Deloitte, referindo-se à perda de competitividade e de produtividade da indústria brasileira nas últimas décadas.

Nos países ricos, o impacto negativo da automatização sobre o nível de emprego é algo que já preocupa especialistas e governos.

Os recursos arrecadados, ele disse em entrevista na época, poderiam ser usados para financiar treinamento e desenvolvimento de ocupações em que o ser humano ainda é imprescindível, mas que são pouco incentivadas - cuidadores de idosos ou trabalhar com crianças nas escolas.

" para financiar algum tipo de proteção social aos trabalhadores que perdessem o emprego para as máquinas. A medida proposta por Mady Delvaux, parlamentar de Luxemburgo, entretanto, foi rejeitada em fevereiro daquele ano. O assunto, contudo, continua sendo discutido na Comissão de Assuntos Legais da UE.

Consulte Mais informação: BBC News Brasil

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