Opinião: Wálter Maierovitch - A hora e a vez de Augusto Aras, acionado por Bolsonaro

19/05/2022 02:02:00

Opinião do Wálter Maierovitch: A hora e a vez de Augusto Aras, acionado por Bolsonaro

Opinião do Wálter Maierovitch: A hora e a vez de Augusto Aras, acionado por Bolsonaro

Bolsonaro reagiu depois do ministro Dias Toffoli ter sumariamente indeferido o seu pedido de abertura de investigação contra o ministro Alexandre Moraes. Pelo jeito, tinha preparado um 'Plano B'.Como tábua de salvação, Bolsonaro agarra-se em Aug

Wálter Fanganiello Maierovitch é magistrado de carreira. Aposentou-se como desembargador do Tribunal de Justiça de São Paulo. Como juiz, especializou-se na área constitucional-processual e nos direitos penal e penitenciário. Tem inúmeros artigos publicados e no campo do direito penal dedicou-se ao tema da criminalidade organizada transnacional. Pela colaboração com a Itália no tema criminalidade mafiosa recebeu do presidente da República Oscar Luigi Scalfaro e do premier Romano Prodi a comenda de Cavaliere della Repubblica. Na Magistratura foi juiz eleitoral e juiz do Tribunal Regional Eleitoral com sede em São Paulo. Foi o primeiro secretario nacional para o fenômeno das drogas ilícitas junto ao gabinete da Presidência da República: governo Fernando Henrique Cardoso. Como perito e observador atuou em Assembléia Especial das Nações Unidas para as convenções sobre drogas proibidas. Atuou e auxiliou, também, nos trabalhos da Convenção da Organização das Nações Unidas de contraste à Criminalidade Transnacional (Convenção de Palermo). Bacharel em Direito pela Universidade de São Paulo, turma de 1971. É professor emérito de direito penal e de direito processual penal. Foi do Conselho Diretor da Escola Paulista da Magistratura e como convidado ministra aulas na Escola Superior do Ministério Público de São Paulo. Por dez anos dedicou-se, como professor, a cursos de preparação para ingressos à Magistratura e ao Ministério Público. Tem três livros publicados. A sua última obra acabou de ser lançada (maio de 2021) pela Editora Unesp. Título: Máfia, Poder e Antimáfia ?um olhar pessoal sobre uma longa e sangrenta história. Já foi articulista semanal da revista Carta Capital, de 2001 a 2017. É comentarista do quadro Justiça e Cidadania da Rádio CBN desde 2002. Foi representante do Brasil junto a OEA-CICAD, ONU-UNDCP e União Européia com relação aos temas drogas ilícitas e criminalidade: governo FHC.

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Se o bolsoasno está tão desesperado é pq estão bem perto do Carluxo... Tic tac

STJ tranca queixa-crime de Augusto Aras contra jornalistaSTJ tranca queixa-crime de Augusto Aras contra jornalista Procurador-geral da República alegou ofensa à honra por ser chamado de 'cão de guarda de Bolsonaro' em artigo R7 portalr7 Um verdadeiro cão de guarda. ForaBolsonaro ForaAugustoAras vergonha dos baianos... Achei que Aras havia até morrido e levado todos os processos com ele.

STJ tranca ação penal de Augusto Aras contra repórter de CartaCapitalO relator do caso entendeu que, apesar das críticas, não houve dolo específico contra a honra do procurador Receba. Infelizmente como baiano fico decepcionado com este cara. Incluo Rui Barbosa nesta lista.

Com veto de Toffoli, Bolsonaro vai a Aras para investigar Moraes na PGR | RadarPresidente apresentou representação contra o ministro do STF na Procuradoria-Geral da República radaronline Será que o subordinado vai atender ao pedido absurdo do chefe, ou vai respeitar a democracia e as decisões judiciais? radaronline COINCIDÊNCIA NÉ? TOFFOLI INDICA MORAES PRAS FAKE NEWS,E DEPOIS VETA PROCESSO CONTRA radaronline Desviando o foco da INFLAÇÃO! Fazendo cortina de fumaça com urna, arma, stf, está pressionado sobre esse tema... 👇

Após Supremo barrar notícia-crime, Bolsonaro pede na PGR inquérito contra MoraesInterlocutores dizem que o procurador-geral da República, Augusto Aras, tem atuado para distencionar o ambiente e avaliam que o mais provável é que o caso não prospere Bolsonaro tá procurando sarna pra se coçar e eu estou adorando. O pgr é o Wassef? Ele quando vai começar a trabalhar

Bolsonaro é acossado pelo espectro do fracasso | O AntagonistaO esperneio golpista de Jair Bolsonaro é fruto de seu iminente fracasso eleitoral. A opinião é repetida em todos os jornais... Os ANTAS mostrando que o desespero chegou....kkkkkkkkkk Os antas e foia de SP estão desesperados , por falta de dinheiro público kkkk Cartões clonad💳 e esquema de grana direto na conta tá tendo💵 Chama que 75$ vai 650$ direto na conta✅

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https://noticias.No centro, Augusto Aras, procurador-geral da República Jefferson Rudy/Agência Senado - 24.Apoie Siga-nos no A 6ª turma do Superior Tribunal De Justiça decidiu pelo trancamento da ação penal oriunda de queixa-crime protocolada pelo procurador-Geral da República, , contra o repórter especial de CartaCapital André Barrocal em razão de uma reportagem publicada na edição semanal da revista.Por Atualizado em 18 Maio 2022, 15h12 - Publicado em 18 Maio 2022, 15h11 Aras e Bolsonaro: o presidente quer que ele investigue o ministro que o investiga José Cruz/Agência Brasil Publicidade Publicidade Depois de ver rejeitado seu pedido para que Alexandre de Moraes responda por abuso de autoridade no STF, Jair Bolsonaro decidiu dobrar a aposta.

uol.com.2021 Superior Tribunal de Justiça (STJ) trancou uma queixa-crime do procurador-geral da República, Augusto Aras, contra um jornalista por ter sido chamado de"cão de guarda de Bolsonaro".br/colunas/walter-maierovitch/ Wálter Fanganiello Maierovitch é magistrado de carreira. “Se admitirmos que um servidor público de alto escalação não possa ter sua atuação funcional criticada, será o mesmo que manter sobre o jornalismo uma ameaça constante de punição”, anotou o ministro Sebastião Reis Jr. Aposentou-se como desembargador do Tribunal de Justiça de São Paulo. No artigo, publicado em 2020 em uma revista, o jornalista André Barrocal fez alusão a Aras como"cão de guarda" do chefe do Executivo, ao dizer que ele se omitiu em relação a algumas condutas do presidente durante a pandemia de Covid-19 e que reforçou a tese de que as Forças Armadas têm respaldo constitucional para intervir na política. Como juiz, especializou-se na área constitucional-processual e nos direitos penal e penitenciário.

Tem inúmeros artigos publicados e no campo do direito penal dedicou-se ao tema da criminalidade organizada transnacional. Com a decisão da corte, por quatro votos a um, o caso será arquivado. O prosseguimento da ação contra o jornalista já havia sido negado em primeira instância, o que levou o PGR a recorrer ao Tribunal Regional Federal, que concordou com o pedido do procurador e recebeu a queixa-crime. Pela colaboração com a Itália no tema criminalidade mafiosa recebeu do presidente da República Oscar Luigi Scalfaro e do premier Romano Prodi a comenda de Cavaliere della Repubblica. Na Magistratura foi juiz eleitoral e juiz do Tribunal Regional Eleitoral com sede em São Paulo. Veja também. Foi o primeiro secretario nacional para o fenômeno das drogas ilícitas junto ao gabinete da Presidência da República: governo Fernando Henrique Cardoso. Segundo o voto condutor do ministro Sebastião Reis, o PGR deveria arcar com o ônus de ser uma figura pública, chefe do Ministério Público Federal. Como perito e observador atuou em Assembléia Especial das Nações Unidas para as convenções sobre drogas proibidas.

Atuou e auxiliou, também, nos trabalhos da Convenção da Organização das Nações Unidas de contraste à Criminalidade Transnacional (Convenção de Palermo). Bacharel em Direito pela Universidade de São Paulo, turma de 1971. “A decisão de hoje reafirma a legitimidade do profissional de imprensa, que deve ter resguardado seu direito de apuração e exposição, sob a sua ótica, independentemente de posições políticas. É professor emérito de direito penal e de direito processual penal. Foi do Conselho Diretor da Escola Paulista da Magistratura e como convidado ministra aulas na Escola Superior do Ministério Público de São Paulo. Por dez anos dedicou-se, como professor, a cursos de preparação para ingressos à Magistratura e ao Ministério Público.

Tem três livros publicados. A sua última obra acabou de ser lançada (maio de 2021) pela Editora Unesp. Título: Máfia, Poder e Antimáfia ?um olhar pessoal sobre uma longa e sangrenta história. Já foi articulista semanal da revista Carta Capital, de 2001 a 2017. É comentarista do quadro Justiça e Cidadania da Rádio CBN desde 2002.

Foi representante do Brasil junto a OEA-CICAD, ONU-UNDCP e União Européia com relação aos temas drogas ilícitas e criminalidade: governo FHC. Colunista do UOL Atualizada em 18/05/2022 19h55 Bolsonaro reagiu depois do ministro Dias Toffoli ter sumariamente indeferido o seu pedido de abertura de investigação contra o ministro Alexandre Moraes. Pelo jeito, tinha preparado um"Plano B". Como tábua de salvação, Bolsonaro agarra-se em Augusto Aras, procurador geral da República. Colunistas do UOL Como ensinam os manuais de direito constitucional processual, Augusto Aras, como procurador-geral, é o único legitimado a promover uma ação penal pública contra ministros do Supremo Tribunal Federal ( STF ), no caso Alexandre Moraes.

Na visão de Bolsonaro, Aras, — seu escolhido para o cargo de procurador-geral da República por duas vezes—, é um fiel escudeiro. E tem garantida, no caso de reeleição de Bolsonaro, uma cadeira no STF. Em síntese, Aras poderá requisitar, dando ciência ao STF, inquérito apuratório contra Moraes. Poderá, também, dispensar o inquérito, caso entenda ter elementos suficientes, e promover uma ação criminal. Esse é o desejo de Bolsonaro, quet tinha um"Plano B" para o indeferimento por Toffoli, relator sorteado.

Augusto Aras não viverá as situações dramáticas passado por Augusto Matraga, da Sagarana de Guimarães Rosa. Longe disso. Sabe bem Aras que o STF, excluído Moraes da votação, poderá rejeitar a denúncia. Bolsonaro, politicamente, vai tirar proveito nas duas situações, ou seja, com o indeferimento da instauração de inquérito e com a rejeição de uma ação criminal. Só não vai gostar se Aras não requisitar o inquérito e nem propor uma ação criminal pública incondicionada contra Moraes.

Pano rápido: quem viver, verá. ** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL As mais lidas agora .