O que aconteceu com o buraco na camada de ozônio?

17/05/2022 14:30:00

Nos anos 1990, o buraco na camada de ozônio era uma grave crise global. Se tivesse sido ignorada, hoje haveria vários deles sobre a Terra.

Nos anos 1990, o buraco na camada de ozônio era uma grave crise global. Se tivesse sido ignorada, hoje haveria vários deles sobre a Terra g1

Nos anos 1990, o buraco na camada de ozônio era uma grave crise global. Se tivesse sido ignorada, hoje haveria vários deles sobre a Terra.

Mas os chefes de Shanklin inicialmente não tinham a mesma certeza de que havia algo em andamento, o que deixou o meteorologista frustrado.À medida que a notícia da descoberta se alastrava, um alarme soava em todo o mundo. Projeções de que a destruição da camada de ozônio prejudicaria a saúde dos seres humanos e dos ecossistemas despertaram o medo do público, mobilizaram pesquisas científicas e fizeram com que os governos do planeta colaborassem entre si de forma sem precedentes.

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Estagiário, se você tivesse duas carreiras de tetas, você seria uma gata. Em 1985 diziam que a Amazônia em 2010 seria um deserto. Cambada de de especialistas de merda. E a patente do gás CFC vcs não dizem nada sobre isso . Fato de ter sido tornada publicada coincidiu com o fim do problema 😂😂😂 essa coMIDIA 🇧🇷

Hahahaha... O ozônio precisa de raios solares para ser formado na atmosfera, daí os manipuladores pegam uma região próxima ao polo, em uma estação onde os raios de Sol não pegam naquele região. Já ganharam trilhões de dólares com a troca do gás e agora irão trocar de novo. Com os comentários dessa publicação podemos visualizar uma outra crise mundial: a burrice.

Outra historinha contada pra tonto acreditar. o buraco do estagiário tá arrombado 😂😂😂😂😂 é cada coisa que a gente lê... Farça para forcar a humanidade a gastar dinheiro com coisa que (EVITARIAM) POSSÍVEIS BURACOS FUTUROS. Camadozonio Nunca existiu 🤡 rsrs

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Apesar dos ambiciosos sem escrúpulos e dos idiotas mal informados, há ainda os que lutam pela saúde do Planeta e consequentemente dos seus habitantes. Ou seja a humanidade através de governos e entidades centralizadas resolveram o problema causado por indústria e empresários. Tem que ver isso do óxido nitroso, os rachadores vão destruir a terra.

Sei... Tudo mentira. 😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂

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A queda dos níveis de ozônio na atmosfera da Antártida começou a ser observada no final da década de 1970 — Foto: Getty Images/Via BBC No final dos anos 1970, o meteorologista Jonathan Shanklin, do British Antarctic Survey (BAS - o órgão britânico de pesquisas na Antártida), passou boa parte do seu tempo fechado em um escritório em Cambridge, no Reino Unido, estudando os registros de dados do continente mais ao sul do nosso planeta.— Não é repetir o incidente que os inspira.defende uma teoria da conspiração racista conhecida como teoria da grande substituição, que imagina haver um esquema nefasto para substituir americanos – e eleitores — brancos por imigrantes e pessoas de outras raças.— Não é repetir o incidente que os inspira.

Shanklin era responsável por supervisionar a digitalização dos registros mantidos em papel e computar os valores dos espectrofotômetros Dobson — instrumentos em terra que medem as alterações do nível de ozônio na atmosfera. Com o passar dos anos, Shanklin começou a ver que algo estava acontecendo. Sinais de alerta vermelho Por isso, segundo ele, uma maneira de tentar combater o aumento desses crimes de ódio é que a imprensa em geral evite a publicação de detalhes da vida pessoal dos atiradores. Após cerca de duas décadas de medições razoavelmente constantes, ele observou que os níveis de ozônio começaram a cair no final dos anos 1970. Racha republicano O massacre criou um novo obstáculo para os republicanos, que tentam conter as disputas internas relacionadas à fidelidade a Donald Trump antes das eleições legislativas de 8 de novembro. Mas os chefes de Shanklin inicialmente não tinham a mesma certeza de que havia algo em andamento, o que deixou o meteorologista frustrado. O Southern Poverty Law Center (SPLC), que rastreia grupos de ódio e extremistas, disse à Reuters no domingo que o atirador de Buffalo “tinha um histórico on-line substancial em comunidades on-line tóxicas e de nicho". Em 1984, a camada de ozônio sobre a estação de pesquisas britânica da Baía de Halley, na Antártida, já havia perdido um terço da sua espessura em comparação com as décadas anteriores. ‘Vai haver sangue’: Suspeito de ataque em metrô de Nova York publicava vídeos em que prenunciava atentado — Pelo que escreveu nas redes, ele foi radicalizado por conta própria através da participação nesses fóruns — diz Susan Corke, diretora do Projeto de Inteligência do SPLC.

No ano seguinte, Shanklin e seus colegas Joe Farman e Brian Gardiner publicaram suas conclusões, sugerindo que a redução estaria relacionada a um composto produzido pelo homem: os clorofluorcarbonos (CFC), utilizados em aerossóis e aparelhos de refrigeração. O SPLC afirma que, embora ainda não tenha visto nenhuma evidência da filiação do atirador a um grupo específico de extrema direita ou racista, havia sinais vermelhos. Nesta segunda-feira, a deputada republicana Liz Cheney, um antiga adversária de Trump, acusou correligionários de alimentar ideias racistas. Essa descoberta — a redução da camada de ozônio sobre a Antártida — acabou conhecida como o buraco na camada de ozônio. À medida que a notícia da descoberta se alastrava, um alarme soava em todo o mundo. Ele também postou sobre supostamente matar um gato e desmembrá-lo. Projeções de que a destruição da camada de ozônio prejudicaria a saúde dos seres humanos e dos ecossistemas despertaram o medo do público, mobilizaram pesquisas científicas e fizeram com que os governos do planeta colaborassem entre si de forma sem precedentes. Os líderes do Partido Republicano precisam renunciar e rejeitar esses pontos de vista”. Desde o seu apogeu nos noticiários, a história de um dos problemas ambientais mais graves já enfrentados pela humanidade perdeu grande parte da atenção do público. O SPLC disse que obteve uma transcrição do registro de bate-papo do Discord do suspeito, acrescentando que eles têm “alta confiança” quando perguntados sobre sua autenticidade. O SPLC disse que obteve uma transcrição do registro de bate-papo do Discord do suspeito, acrescentando que eles têm “alta confiança” quando perguntados sobre sua autenticidade.

Mas, afinal, mais de 30 anos após a sua descoberta, o que aconteceu com o buraco na camada de ozônio? ONU afirma que a camada de ozônio está se recuperando Fenômeno vital O ozônio é principalmente encontrado na estratosfera, que é uma camada da atmosfera localizada entre 10 e 50 km acima da superfície da Terra. Essa camada de ozônio forma um escudo protetor invisível sobre o planeta, absorvendo a perigosa radiação ultravioleta do Sol. Guga Chacra. Guga Chacra A normalização dos massacres nos EUA Ambos afirmam que os líderes republicanos da Câmara estão favorecendo aliados e apoiadores de Trump que defendem o ultranacionalismo branco. Sem ela, a vida na Terra não seria possível. O BAS começou a medir as concentrações de ozônio sobre a Antártida nos anos 1950. Mas várias décadas se passaram até se demonstrar que havia um problema.” Em um comunicado, o gabinete de Stefanik rejeitou as acusações.

Em 1974, dois cientistas — o mexicano Mario Molina e o americano F. Sherry Rowland — publicaram sua teoria de que os CFCs poderiam destruir o ozônio da estratosfera terrestre. Acreditava-se até então que os CFCs fossem inofensivos, mas Molina e Rowland indicaram que essa premissa estava errada. No Twitter, Greene disse que a responsabilidade pelo ataque era apenas do atirador. Suas descobertas foram atacadas pelas indústrias, que insistiam que seus produtos eram seguros. E, entre os cientistas, a pesquisa também foi contestada.

Projeções indicavam que o esgotamento do ozônio seria pequeno (2 a 4%) e muitos acreditavam que aconteceria ao longo de séculos. O Globo, um jornal nacional:. Os CFCs continuavam sendo usados sem controle e, na década de 1970, eles já estavam presentes em todo o mundo, sendo empregados para a refrigeração de geladeiras e aparelhos de ar-condicionado, em latas de aerossol e como agentes de limpeza industrial. Apenas uma década depois, em 1985, o BAS confirmou que havia um buraco na camada de ozônio e sugeriu sua relação com os CFCs, em referência ao estudo de Molina e Rowland, que acabaram por receber o Prêmio Nobel de Química de 1995. E, ainda pior, o ozônio estava se esgotando com muito mais rapidez do que havia sido previsto. "Foi realmente muito assustador", relembra Shanklin, que hoje é membro honorário do BAS.

Foi a partir dali que os cientistas correram para descobrir como e por que isso estava acontecendo. China é responsável pelo aumento das emissões de gás que destrói a camada de ozônio Mistério da química Em 1986, perto do fim do inverno na Antártida, Susan Solomon, pesquisadora da Administração Nacional Oceânica e Atmosférica do governo dos Estados Unidos (NOAA, na sigla em inglês), liderou uma equipe de cientistas para a base americana McMurdo, na Antártida, em busca de respostas. Na época, os cientistas estavam debatendo possíveis teorias, uma das quais foi proposta por Solomon: que a resposta poderia estar na química da superfície, relacionada ao cloro nas nuvens estratosféricas polares, presentes em altas latitudes, mas que se formam apenas com temperaturas muito baixas no inverno polar. "Era um grande mistério", segundo Solomon, que agora é professora de química atmosférica e ciências do clima do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT, na sigla em inglês). Suas pesquisas explicaram como e por que ocorre o buraco na camada de ozônio na Antártida.

"Todos os dados indicaram a combinação entre o aumento do cloro proveniente do uso dos CFCs pelos seres humanos e a presença de nuvens estratosféricas polares como responsável pelo que estava acontecendo", segundo ela. O monitoramento por satélites confirmou que o esgotamento do ozônio se estendia por uma vasta região de 20 milhões de quilômetros quadrados. A séria ameaça representada pelo esgotamento do ozônio incluía o aumento da incidência de câncer de pele e da catarata em seres humanos, danos ao crescimento vegetal, à produção agrícola e aos animais, além de problemas na reprodução de peixes, caranguejos, sapos e do fitoplâncton, que é a base da cadeia alimentar marinha. Tudo isso impulsionou ações e a colaboração internacional. Mas, considerando a gravidade da ameaça do buraco de ozônio, por que não ouvimos mais falar tanto desse tema? "Ele não é mais a mesma causa de alarme que foi um dia", afirma Laura Revell, professora de física ambiental da Universidade de Canterbury, na Nova Zelândia.

Isso se deve, em grande parte, às medidas internacionais sem precedentes tomadas pelos governos para lidar com o problema. O lento caminho até Montreal Imaginando que o esgotamento do ozônio seria pequeno e somente ocorreria em um futuro distante, a abordagem inicial dos legisladores internacionais para proteger a camada de ozônio foi cautelosa. Em 1977, foi adotado um plano de ação global, que convocava o monitoramento do ozônio e da radiação solar, pesquisas sobre o efeito do esgotamento do ozônio sobre a saúde humana, os ecossistemas e o clima, e uma avaliação do custo-benefício das medidas de controle. Esse plano levou à realização da Convenção de Viena de 1985, poucos meses antes da descoberta do buraco na camada de ozônio pelos cientistas britânicos. A convenção pediu o aumento das pesquisas, mas não incluiu controles que obrigassem legalmente os países a reduzir o uso dos CFCs, o que frustrou muitas expectativas.

Após a descoberta do buraco na camada de ozônio, grandes investimentos em pesquisas científicas, a alocação de recursos econômicos e ações políticas internacionais coordenadas ajudaram a mudar o panorama. Até que, em 1987, foi adotado o Protocolo de Montreal para proteger a camada de ozônio, eliminando o uso das substâncias que causam seu esgotamento. Para possibilitar que fosse cumprido, o tratado estabeleceu "responsabilidades comuns, mas diferenciadas", escalonando cronogramas de redução de consumo para os países desenvolvidos e em desenvolvimento. Ele também estabeleceu um fundo multilateral para fornecer assistência técnica e financeira, a fim de ajudar os países em desenvolvimento a cumprir com as suas obrigações. Ao longo dos anos 1990 e no início dos anos 2000, a produção e o consumo de CFCs foram suspensos - e, até 2009, 98% das substâncias definidas no tratado haviam sido eliminadas.

O tratado permitiu ainda a elaboração de emendas quando evidências científicas demonstrassem que novas ações seriam necessárias. Assim, seis emendas trouxeram restrições ainda maiores sobre substâncias introduzidas para substituir os CFCs, como os hidroclorofluorcarbonos (HCFCs) e os hidrofluorcarbonos (HFCs). Embora sejam favoráveis para a camada de ozônio, descobriu-se que esses substitutos prejudicam o clima. O potencial de aquecimento global do HCFC mais comum, por exemplo, é quase duas mil vezes maior que o do dióxido de carbono. Outro efeito positivo do tratado foram seus benefícios para o clima.

Em 2010, a redução das emissões proporcionada pelo Protocolo de Montreal foi equivalente a 9,7 até 12,5 gigatoneladas de CO2 - cerca de cinco a seis vezes mais que o objetivo do Protocolo de Kyoto, assinado em 1997 para reduzir as emissões de gases do efeito estufa. Somente a Emenda de Kigali, adotada em 2016 para limitar o uso de HFCs, ajudará a conter o aquecimento global em até 0,5 °C até 2100. "É possível argumentar que [o Protocolo de Montreal] é uma legislação de proteção climática muito mais bem sucedida que qualquer outro acordo [sobre o clima] que já fizemos até hoje", afirma Revell. O sucesso do Protocolo Desde a sua adoção, o Protocolo de Montreal foi assinado por todos os países do planeta. Até hoje, ele é o único tratado ratificado universalmente, sendo considerado um triunfo da cooperação ambiental internacional.

Modelos indicam que o Protocolo de Montreal e suas emendas ajudaram a evitar até dois milhões de casos de câncer de pele por ano e milhões de casos de catarata em todo o mundo. Se o mundo não tivesse proibido os CFCs, estaríamos agora perto do esgotamento maciço da camada de ozônio. "Existe o consenso de que, em 2050, teríamos condições similares ao buraco na camada de ozônio em todo o planeta, que se tornaria inabitável", afirma Susan Solomon. Ela aponta três fatores que causaram as ações imediatas para enfrentar a questão: para muitas pessoas, o risco claro e presente apresentado pelo buraco na camada de ozônio para a saúde humana tornou-se algo pessoal; imagens nítidas de satélites fizeram com que ele se tornasse perceptível; e havia soluções práticas para o problema, já que as substâncias prejudiciais para a camada de ozônio poderiam ser substituídas de forma razoavelmente rápida e fácil. A recuperação é longa Atualmente, o buraco na camada de ozônio ainda existe.

Ele se forma todos os anos sobre a Antártida, durante a primavera, e se fecha novamente no verão, quando o ar estratosférico das latitudes mais baixas se mistura, permanecendo assim até a primavera seguinte, quando o ciclo recomeça. Mas existem evidências de que o buraco está começando a desaparecer, recuperando-se mais ou menos conforme o esperado, segundo Solomon. Avaliações científicas indicam que a camada de ozônio deve retornar aos níveis anteriores a 1980 em meados do século 21. A recuperação é lenta devido ao longo tempo de vida das moléculas prejudiciais à camada de ozônio. Algumas delas persistem na atmosfera por 50 a 150 anos antes de se degradarem.

Apesar do sucesso geral do Protocolo de Montreal, também houve retrocessos. Em 2018, por exemplo, percebeu-se que a concentração de CFC-11, proibido desde 2010, não estava caindo com a rapidez esperada. Isso indicava que emissões não declaradas estavam vindo de algum lugar. A ONG Environmental Investigation Agency rastreou as emissões até fábricas na China, que estavam produzindo CFC-11 para uso em espuma de isolamento. Assim que a informação veio a público, o governo chinês rapidamente impediu a produção e os cientistas afirmam que agora voltamos aos trilhos.

Para Jonathan Shanklin, isso ressalta a importância vital do monitoramento de longo prazo das variáveis ambientais, incluindo CFCs, temperaturas ou indicadores da biodiversidade. "Se não monitorarmos, não saberemos se temos ou não um problema - e, quando você não sabe que há um problema, não pode tomar ações preventivas. Acho que esta é uma parte vital dessa história", afirma ele. E quanto ao futuro? O futuro apresenta riscos. Grandes erupções vulcânicas tipicamente resultam em perdas de ozônio de curto prazo e o óxido nitroso — um potente gás do efeito estufa, emitido pelas aplicações de fertilizantes na agricultura — é outra substância potente que é prejudicial para a camada de ozônio.

Mas Laura Revell destaca que ele não é controlado pelo Protocolo de Montreal e suas emissões estão crescendo. Existem também atividades cujo impacto ainda não entendemos completamente, mas que poderão representar riscos, como os lançamentos de foguetes e a geoengenharia de sulfatos — a ideia de que poderíamos combater os piores efeitos do aquecimento global bombeando aerossóis para a estratosfera para resfriar o clima, fazendo com que a luz solar seja refletida por essas partículas de aerossol. "É muito importante ter em mente as lições aprendidas com a história do buraco na camada de ozônio e garantir que estejamos constantemente conscientes do que está acontecendo na estratosfera", afirma Revell. "O risco é que podemos causar danos imprevistos à camada de ozônio se essas avaliações não forem conduzidas com antecedência." Existe a tendência de comparar a camada de ozônio com as mudanças climáticas.

Embora o Protocolo de Montreal realmente demonstre que podemos combater grandes problemas ambientais, a comparação só vai até aí. Os CFCs eram um componente de poucos produtos e podia ser substituído. O escopo das mudanças climáticas torna seu combate muito mais difícil: os combustíveis fósseis estão presentes em todo o nosso estilo de vida, de forma generalizada, não podem ser substituídos com a mesma facilidade e a maioria dos governos e das indústrias, até agora, vem resistindo à redução das emissões causadas pelos combustíveis fósseis. Para Jonathan Shanklin, é triste ficar onde estamos, estagnados nas ações sobre o clima, ainda falando sobre o que poderemos fazer quando existe um exemplo tão claro para nos ensinar. "A criação do buraco na camada de ozônio mostrou a rapidez com que podemos mudar nosso ambiente planetário para pior e o fato é que essa lição não está sendo levada suficientemente a sério pelos políticos", afirma Shanklin.

"É verdade que as mudanças climáticas são um problema maior. Mas isso não exime os políticos da responsabilidade por tomar as decisões necessárias." .