Nunca se viu tantas baleias jubartes no litoral paulista como em 2021

27/01/2022 15:50:00

Nunca se viu tantas baleias jubarte no litoral paulista como em 2021; cientistas buscam entender causas -via Jornal da @USPonline

Nunca se viu tantas baleias jubarte no litoral paulista como em 2021; cientistas buscam entender causas -via Jornal da USPonline

Foram 130 registros no ano passado, mais do que o dobro de 2020. O número de encalhes no Brasil também foi recorde. Cientistas buscam entender as causas

Autor: Herton EscobarArte: Ana Júlia MacielAvistar uma baleia jubarte navegando pelas águas do litoral norte de São Paulo era coisa muito rara até alguns anos atrás. Não mais. O número de avistagens de jubartes na região bateu recorde em 2021: foram 130 registros no ano, mais do que o dobro de 2020, segundo o Projeto Baleia à Vista (

), um projeto de ciência cidadã que monitora a presença desses grandes cetáceos na região . “Esse ano aconteceu alguma coisa diferente, que precisa ser explicada ainda”, disse aoJornal da USPo fundador e coordenador do projeto, Julio Cardoso.

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Não mais. O número de avistagens de jubartes na região bateu recorde em 2021: foram 130 registros no ano, mais do que o dobro de 2020, segundo o Projeto Baleia à Vista ( ), um projeto de ciência cidadã que monitora a presença desses grandes cetáceos na região . “É um processo que aumenta a espontaneidade do pagamento dos tributos, com a melhoria da segurança jurídica. “Esse ano aconteceu alguma coisa diferente, que precisa ser explicada ainda”, disse ao Jornal da USP o fundador e coordenador do projeto, Julio Cardoso. Em 2020, com o início da pandemia, o Tesouro precisou encurtar a dívida por causa de um cenário mais adverso com investidores fugindo de riscos. Cada registro corresponde a uma ou mais baleias avistadas juntas na natureza. O aumento da arrecadação também aconteceu apesar das compensações feitas pelas empresas em seu pagamento de tributos terem avançado 14,4% no último ano, para R$ 216,312 bilhões, contra R$ 189,064 bilhões em 2020. Registros fotográficos são utilizados para diferenciar os animais e fazer uma estimativa de indivíduos, já que cada jubarte possui características morfológicas únicas, principalmente na cauda, que servem como uma “impressão digital” do animal. Isso representa alta de 10,76% em relação ao registrado em dezembro de 2020, também descontada a inflação.

Os dados ainda estão em revisão para publicação, mas apontam para um crescimento da ordem de 90% no número de animais avistados entre 2019 e 2021, segundo o Probav. Após alguns meses de arrefecimento, a arrecadação federal voltou a acelerar em dezembro e somou R$ 193,902 bilhões. Já a Dívida Pública Federal externa (DPFe) somou R$ 264,72 bilhões ao fim de 2021. “Os números de avistagens e de indivíduos têm crescido na mesma proporção”, diz a bióloga Aline Athayde, que colabora com o projeto desde 2018 e vai iniciar, neste ano, na USP, uma pesquisa de mestrado sobre baleias. O recorde paulista veio acompanhado de outra marca histórica: um recorde de encalhes de jubartes em território nacional. Em relação a novembro, houve alta real de 22,34% no recolhimento de impostos. Segundo o Projeto Baleia Jubarte, que monitora a espécie no País há mais de 30 anos, foram registrados 230 encalhes de jubarte no Brasil em 2021, comparado a 76, em 2020. O estoque de papéis nas mãos dos estrangeiros somou R$ 564,97 bilhões em dezembro. O recorde anterior era de 131 encalhes, em 2017. O resultado de dezembro veio dentro do intervalo de expectativas das instituições ouvidas pelo Broadcast Projeções , que ia de R$ 171,070 bilhões a R$ 195,000 bilhões, com mediana de R$ 192,000 bilhões. Ele afirmou que os dados preliminares de janeiro indicam a continuidade da retomada em 2022.

(Cada “encalhe” significa uma fatalidade: uma baleia que já chegou morta ou morreu encalhada em terra firme.) É provável que os dois fenômenos estejam conectados — aumento no número de encalhes e de baleias próximas da costa —, mas ainda é cedo para fazer um diagnóstico científico das causas e consequências. O grupo Previdência fechou o ano com 21,74% do total e as seguradoras, 3,88%. Uma hipótese levantada pelos pesquisadores é que uma combinação de aumento populacional (decorrente da proibição da caça e dos esforços de conservação da espécie nos últimos 50 anos) com redução da oferta de alimentos na Antártida (decorrente de variações sazonais, potencialmente agravadas pelas mudanças climáticas) esteja fazendo com que mais jubartes cheguem ao Brasil ainda “com fome” e, consequentemente, se aproximem do litoral em busca de comida. As jubartes são animais migratórios, que tradicionalmente passam os verões se alimentando nas regiões polares e os invernos se reproduzindo nas águas calmas e quentinhas das latitudes tropicais. No caso das populações que transitam pela costa brasileira, esse roteiro se traduz em Antártida (incluindo as ilhas Geórgia do Sul e Sandwich do Sul), no verão, e litoral baiano, no inverno (principalmente na região do Banco dos Abrolhos, no sul da Bahia e norte do Espírito Santo). Mas o crescimento pode ser menor neste ano, de R$ 390 bilhões, o que levaria a dívida pública a R$ 6 trilhões, alte de 7% em relação ao fim do ano passado. Isso reforçou o caixa do governo em R$ 19,7 bilhões em 2021.

“Estamos tentando entender a dinâmica do que aconteceu neste ano (2021) — se realmente está relacionada à questão da disponibilidade de alimento — e do que pode acontecer daqui para frente”, diz o coordenador de pesquisa do Projeto Baleia Jubarte (PBJ), Milton Marcondes. A partir deste ano (2022) o projeto, com sede na Bahia, passará a incluir o litoral norte de São Paulo em sua área de monitoramento, cujo limite sul, até agora, era o Espírito Santo. Uma baleia jubarte juvenil, de aproximadamente 10 metros de comprimento, avistada ao sul de Ilhabela em julho de 2021. O Tesouro Nacional avaliou, ainda, que a agenda de reformas estruturantes deve evoluir em em ritmo menos intenso do que em anos anteriores,"como seria típico em um ano eleitoral". Foto: Julio Cardoso / Projeto Baleia à Vista Baleias jubarte e golfinho no mar do Espírito Santo, em frente a Vitória, 2019. Foto: Enrico Marcovaldi / Projeto Baleia Jubarte Baleia jubarte encalhada no litoral de Coutos (um subúrbio de Salvador, BA), na Baía de Todos os Santos, 2018. A redução da alíquota do Programa de Integração Social (PIS) e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) sobre os combustíveis reduziu a arrecadação em R$ 2,13 bilhões no ano passado.

Foto: Eduardo Melo / Projeto Baleia Jubarte Anterior Próximo “Será que elas estão só passando por aqui a caminho de Abrolhos, ou vieram para ficar? Seria uma reocupação de territórios que elas já ocuparam no passado? Será que estão se alimentando por aqui também?” — são algumas das perguntas que permanecem à deriva para serem respondidas, avalia Aline. Colchão é suficiente para pagar tudo no ano O Tesouro encerrou 2021 com R$ 1,185 trilhão no chamado"colchão da dívida", a reserva de recursos feita para honrar compromissos com investidores que compram os títulos brasileiros. O principal alimento desses grandes mamíferos na Antártida é o krill, um pequeno crustáceo nadador, parecido com um camarão, que se reproduz aos milhões naquela região. O krill, por sua vez, se alimenta de algas microscópicas (fitoplâncton), cuja abundância depende do vai e vem sazonal da cobertura de gelo marinho da região antártica. Qualquer anomalia que interfira nessa cadeia alimentar pode impactar negativamente a vida das jubartes. O secretário do Tesouro Nacional, Paulo Valle, informou há pouco que o último grande vencimento este ano será em setembro, antes das eleições presidenciais. Se houver uma diminuição acentuada da quantidade de krill, em função das mudanças climáticas e de outras interferências humanas (como vários estudos indicam que está acontecendo), ao mesmo tempo em que o número de baleias está aumentando por um esforço de conservação, o resultado pode ser preocupante.

Uma mudança importante que foi observada em relação aos anos anteriores, tanto em São Paulo quanto no resto do País, foi o grande número de baleias jovens avistadas em 2021, muitas delas magrinhas — o que sugere que não se alimentaram o suficiente na Antártida. “Com menos alimento, os bichos jovens que não estão em idade de reprodução podem ter ficado no litoral de Santa Catarina e São Paulo em busca de comida, porque são águas mais produtivas do que na Bahia e no Espírito Santo”, pondera Marcondes. No início da pandemia da covid-19, o elevado colchão de liquidez foi essencial para que o Tesouro pudesse se abster de emitir grandes volumes de títulos num momento de forte volatilidade do mercado, o que poderia resultar em custo elevado de financiamento. Mais de 90% das baleias que encalharam no ano passado eram juvenis, segundo ele. “Isso é inédito. Nunca tinha visto um ano com tanto juvenil morrendo. Notícias relacionadas.

” E a maioria dos encalhes ocorreu justamente nesses dois Estados: Santa Catarina (65) e São Paulo (58). Além do krill, as jubartes comem outros crustáceos e peixes que são mais fáceis de abocanhar em águas costeiras (mais rasas) do que oceânicas. As redes de pesca também parecem atrair essas baleias mais jovens, seja por fome ou por mera curiosidade — o que pode resultar em prejuízos para os pescadores e, potencialmente, morte ou lesões para as baleias que se enroscarem nelas. A jubartes, assim como outras espécies de baleias, foram intensamente caçadas no passado para a obtenção de carne e óleo. A maré só começou a mudar para melhor no fim dos anos 1960, quando a Comissão Internacional de Baleias (CIB), reconhecendo que a espécie corria risco de extinção, determinou uma suspensão da caça às jubartes — reforçada nos anos 1980 por uma .