No Saara, o consolo de uma comunidade que aprende a fazer bolos e doces - Internacional - Estadão

No Saara, o consolo de uma comunidade que aprende a fazer bolos e doces (via @nytimes)

01/11/2020 00:15:00

No Saara, o consolo de uma comunidade que aprende a fazer bolos e doces (via nytimes)

Para fermentar uma vida espartana e levantar algum dinheiro, mulheres de um assentamento de refugiados de décadas estão aprendendo a fazer sobremesas

. Ao longo de uma semana, ela ensinou 30 mulheres locais a fazer bolos, doces e pães não só para a família, mas também como fonte de renda.Sara Di Lello, gerente de projeto da Africa '70, disse que a realização dos cursos nas casas das mulheres reforçou"o senso de comunidade e de solidariedade típico do povo saarauí"."Em muito pouco tempo, surgiu a linguagem de nossas mãos e de nossas ferramentas, uma espécie de comunicação tácita entre nós, e não foi preciso nenhum tipo de tradução do idioma porque falávamos por meio de nossos gestos", comentou Borsato.

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Os saarauís são grandes consumidores deaçúcar. Uma família média consome cerca de 40 quilos por mês, o que tornou adiabetes tipo 2uma preocupação. Antes de chegar ao assentamento, os saarauís eram uma comunidade nômade – muitas vezes passando semanas no deserto – e precisavam de grandes quantidades de calorias para percorrer longas distâncias.

Os refugiadostambém acreditam que o açúcar traz benefícios para a saúde. Como explicou uma mulher chamada Fatimatou:"Os saarauís sempre acreditaram que o açúcar cura todas as doenças: por exemplo, água quente com açúcar é bom para o estômago e os intestinos. Um churrasco de camelo coberto de açúcar é recomendado para o fígado."

Mas não é fácil fazer docesde alta qualidade com os poucos ingredientesdisponíveis nos acampamentos – amendoim, tâmara, beterraba, margarina, farinha e ovo – e sem açúcar refinado. Borsato se concentrou em usar os ingredientes naturais à disposição, como a rosélia, um tipo de hibisco, que empresta seu vermelho vivo aos doces coloridos.

Astâmaras do desertosão grandes e particularmente doces, por isso as mulheres aprenderam a fazer uma massa de tâmaras para biscoitos. Os dois grupos italianos também iniciaram um programa no assentamento para cultivar a moringa, uma variedade de crescimento rápido, resistente à seca e rica em vitaminas, proteínas, cálcio e ferro.

As folhas da árvore são moídas e se tornam uma farinha esverdeada que pode ser usada para fazer doces e outros alimentos. Acredita-se que a farinha da moringa também atenua os efeitos da diabetes tipo 2. Em setembro de 2019, a Africa '70 e a Nexus ajudaram a plantar mais de 4.400 árvores para criar uma fonte de alimento renovável para o assentamento.

Apesar de todas as dificuldades e da chegada inesperada da pandemia docoronavírus– que até agora tem poupado sobretudo o acampamento –, o projeto"Food and Work" (Alimentação e Trabalho), que inclui o curso de panificação e confeitaria, continua. Recentemente, as organizações italianas compraram algumas geladeiras para as mulheres, que pediram um curso mais longo e avançado para que pudessem aprender a fazer bolos de casamento.

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Borsato planeja voltar ao assentamento em breve para mais uma série de aulas."A confeitaria realizada para contribuir com a vida das mulheres – para além das receitas aprendidas – valoriza ainda mais os momentos importantes para os quais ela é preparada, ou seja, as celebrações e as festas, que são momentos fundamentais para uma comunidade tão forte e, ao mesmo tempo, tão testada pelos acontecimentos da história", disse a chef italiana.

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