Movimento apoia e protege jovens LGBT da periferia

18/05/2022 05:31:00

Foi em um 17 de maio, há 32 anos, que a OMS retirou a homossexualidade da lista de transtornos mentais. Diante dos desafios ainda existentes, em São Paulo, surge um movimento de apoio e de proteção para jovens LGBT: #JN

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Foi em um 17 de maio, há 32 anos, que a OMS retirou a homossexualidade da lista de transtornos mentais. Diante dos desafios ainda existentes, em São Paulo, surge um movimento de apoio e de proteção para jovens LGBT: JN

O coletivo Família Stronger começou em São Paulo e já se espalhou para outras 30 cidades do estado. Em Brasília, as paredes do prédio do Congresso foram iluminadas com as cores do arco-íris neste Dia Internacional contra a Homofobia.

A homofobia começa até onde qualquer pessoa espera encontrar proteção. Laise Caldeira Pedroso, gerente de produto digital sênior, tinha 16 anos quando o pai descobriu a orientação sexual dela. Ela apanhou e foi expulsa de casa.

“Minha tia tocou o interfone bem na hora que ele começou a me bater. Então, foi o momento que consegui correr para ligar para uma das meninas e falar: ‘Meu pai vai me matar aqui dentro’. E elas chegaram lá com a polícia”, conta.Nos últimos anos, perto de 40% dos casos de violência contra pessoas LGBT aconteceram dentro de casa, isso considerando os poucos estados que registram os locais dessas ocorrências.

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O Assunto #770: Justiça aperta o cerco contra Trump

A operação realizada por agentes do FBI no endereço do ex-presidente na Flórida joga luz sobre um caso menos comentado que o da invasão do Congresso, porém de maior potencial imediato de dano. O material recolhido em Mar-a-Lago não poderia ter deixado a Casa Branca. Consulte Mais informação >>

Parem de tomar conta do Coool dos outros globolixo. Cada um faz o que quer da vida quando ADULTO e ninguém tem nada a ver c isso. Parem de tentar colocar o povo um contra o outro. Será q vai ter reportagem hj ? Obrigado por dar visibilidade a LGBT DA periferia Melhores: JOVEM PAN. Coitadismo Que jornalismo patético chamar um ufólogo para 'explicar' fenômenos aéreos não-identificados. Para um jornal que já falou em astrologia numa matéria de Astronomia não surpreende. Parabéns por divulgar pseudociências como se fossem coisas sérias.

Que loucura! Definir 'tesão', como transtorno mental? Corre aqui👉 é atração sexual mesmo. Parem de complicar as coisas, invejosos.

Cracolândia: Ministério Público vai investigar ações da Prefeitura de São Paulo - São Paulo - EstadãoOperação na área dispersou usuários de droga em vários pontos do centro na última semana; dependente químico foi morto após ser baleado por policial na quinta-feira SaoPaulo O PSDB de SP é o pai da Cracolândia e a mãe do PCC , são 30 anos governando São Paulo . SaoPaulo Ministério Público investigaria a Prefeitura, independente de realizar ações ou não. Sem surpresas. SaoPaulo Lá vai quem nada faz procurar defeitos, que são muitos mas pelo menos foi feito algo.

Após ficar quase 3 anos foragido, Paulo Cupertino é preso em São Paulo | CNN BrasilComerciante é acusado de ter matado o ator Rafael Miguel, que participou da novela 'Chiquititas', e os pais do jovem Pena não ter uma forca pronta pra ele. Haddad deve estar planejando uma visita de cortesia e Tarcício querendo saber quem é pelo Google. Pena de morte para crimes crueis , execução neste conceito seria difícil ter injustiças ainda que no Brasil.

Clientes são furtados durante show de Simone e Simaria em São PauloClientes são furtados durante show da Simone e Simaria em São Paulo Quando luzes se apagaram, houve pequeno tumulto e frequentadores perceberam que estão sem celulares e bolsas

Paulo Cupertino é levado ao CDP Belém, na zona leste de São PauloEle ficará isolado por 20 dias para passar por avaliação médica antes de ser liberado para o convívio com os outros presos... Empresário e acusado. Está bom então. É um baita bandido sem vergonha, que apodreça na cadeia.

Após prisão de Paulo Cupertino, veja a lista dos mais procurados pela polícia de São Paulo - São Paulo - EstadãoNa lista de foragidos mais procurados pela Polícia Civil de São Paulo estão André do Rap, Maria do Pó e outros 13 criminosos SaoPaulo Janja? Ou o oficial de justiça já achou? SaoPaulo Sem dúvida o primeiro da lista 🤣🤣🤣🤣🤣 SaoPaulo O mais perigoso é o bandido de 9 dedos

‘É preciso reclamar’, diz advogada de Defesa do Consumidor da OAB São PauloRenata Abalém, recém-nomeada para a Comissão de Defesa do Consumidor da seccional paulista da Ordem dos Advogados do Brasil, avalia que a fausto_macedo Eu re lado, mas continuam fazendo este lixo de jornal. fausto_macedo Melhor recramá nas Urnas…

Esta terça-feira (17) é o Dia Internacional contra a Homofobia.Prefeitura de São Paulo na região da Cracolândia.Interpol .Clientes foram furtados em show Reprodução / Instagram Clientes da casa de shows Arena Sertaneja, na avenida Doutor Assis Ribeiro, 777, na Penha, na zona leste de São Paulo, queixaram-se que foram furtados momentos antes da apresentação da dupla Simone e Simaria, por volta de 1h30 deste domingo (15).

Foi em um 17 de maio, 32 anos atrás, que a Organização Mundial da Saúde retirou a homossexualidade da lista de transtornos mentais. Um marco importantíssimo, mas ainda existem desafios enormes. Após operação na Praça Princesa Isabel, a polícia prendeu ao menos nove acusados de tráficos de drogas e dispersou usuários por vários pontos da região central, como a Rua Helvétia e a Praça Marechal Deodoro.São frequentes as demonstrações de intolerância, que, muitas vezes, começam dentro de casa. Cupertino não reagiu e se entregou após a abordagem policial. E isso fez surgir, em São Paulo, um movimento de apoio e de proteção para jovens LGBT. Procurada pela reportagem, a gestão municipal ainda não se manifestou sobre o procedimento do MP. A homofobia começa até onde qualquer pessoa espera encontrar proteção. Quando falei para o meu marido, ele checou os bolsos e [constatou que] também teve o telefone furtado no tumulto", conta.

Laise Caldeira Pedroso, gerente de produto digital sênior, tinha 16 anos quando o pai descobriu a orientação sexual dela. Três policiais civis se apresentaram como autores de disparos. Durante os quase três anos em que o acusado esteve foragido, a Polícia Civil passou por três países para tentar localizá-lo. Ela apanhou e foi expulsa de casa. “Minha tia tocou o interfone bem na hora que ele começou a me bater. Os promotores pretendem ouvir Arthur Guerra , coordenador técnico do programa Redenção, o secretário municipal de Assistência Social, Carlos Bezerra Junior , o secretário municipal de Saúde, Luiz Carlos Zamarco , e o comandante da Guarda Civil Metropolitana, Agapito Marques. Então, foi o momento que consegui correr para ligar para uma das meninas e falar: ‘Meu pai vai me matar aqui dentro’. Os pais dele, João Alcisio Miguel e Miriam Selma Miguel, também foram alvejados por Cupertino. E elas chegaram lá com a polícia”, conta. Conforme os promotores, as ações atuais têm grande semelhança com intervenções anteriores que tinham"o objetivo de criar uma situação de intenso sofrimento, causado pela violência física e psíquica aos dependentes químicos".

Nos últimos anos, perto de 40% dos casos de violência contra pessoas LGBT aconteceram dentro de casa, isso considerando os poucos estados que registram os locais dessas ocorrências. São comuns histórias de pessoas homossexuais, bissexuais, trans e travestis que perderam o vínculo com a família, tiveram que sair de casa. Para os promotores, a ação da semana passada foi mais violenta, pois resultou na morte de um homem. Leia mais. Para elas, os amigos acabam se tornando a família com quem podem contar. Assim, sem parentesco, mas com amor, formam-se redes de proteção contra a homofobia. Dispersão formou minicracolândias no centro da cidade Após a grande operação que envolveu 650 oficiais na quinta-feira, 12, dependentes químicos da Cracolândia da Praça Princesa Isabel começaram a se deslocar pela região central, principalmente próximo à Praça Marechal Deodoro e na rua Helvétia, nas proximidades da Avenida São João. Na Família Stronger - palavra que, em português, significa “mais forte” -, ninguém é parente, mas todo mundo se trata como se fosse.

Muitos usam até o sobrenome Stronger. Por conta da movimentação dos usuários, comerciantes passaram a trabalhar com portas entreabertas ou em horários alternativos, abrindo mais tarde e fechando mais cedo, com receio de assaltos. “Quando você coloca uma pessoa dentro da família, você está adotando ela. Então, quando você coloca, você automaticamente é o pai da família, pai dessa pessoa. Notícias relacionadas. Tem desde pais, tios, tias, avós, avôs”, conta Elvis Stronger, coordenador político da Família Stronger. Esse coletivo abraça pessoas LGBT da periferia.

Começou em São Paulo e já se espalhou para outras 30 cidades do estado. “Geralmente, quando as pessoas chegam na família, elas chegam com a autoestima muito baixa. Elas mal se aceitam. Só que aí depois que a gente começa a fazer um trabalho nas pessoas de autoaceitação, delas se aceitarem a si própria, aí a coisa muda. Não importa a tua caixinha.

Não importa qual parte da sigla LGBT você é, o que importa é você se aceitar, você se amar”, diz Elvis Stronger. O grupo também busca uma reaproximação entre os jovens e suas famílias biológicas. O influenciador digital Mateuzaliy foi mais um a ter problemas com os pais. “Foi muito difícil no começo. Eles tentaram conversar comigo: ‘Ah, isso é errado’.

Violento físico, não foi, mas foi muito psicológico, emocional, porque os nossos pais são referências para gente. Então ouvir certas palavras da nossa família acaba abalando muito a gente”, conta. Mas a família que ele encontrou no coletivo Stronger ajudou, e Mateuzaly conseguiu se reaproximar dos pais. “Meu esposo faleceu ano passado amando muito, preocupando muito. Foi algo assim interessante porque meu esposo, depois que passou todo esse tumulto, falou assim: ‘Eu não posso ver um gay que eu quero abraçar, quero estar perto’” diz Edna Ferreira, mãe de Mateuzaliy.

“Família é o princípio de tudo. Hoje eu tenho duas famílias: a família Stronger e a minha família”, diz Mateuzaliy. Hoje, a relação da Laíse com a família também mudou. “Hoje a gente vive super bem, eles aceitam, eles respeitam, a coisa mudou muito entre a gente. Tanto na relação familiar quanto na minha relação.

Eu posso frequentar a casa dele com a minha esposa, não tem problema algum mais”, conta. Na noite desta terça-feira (17), em Brasília, as paredes do prédio do Congresso Nacional estavam iluminadas nas cores do arco-íris, um símbolo da comunidade LGBT. .