Loja anunciava 'Zara zerou' em alto-falante como código para indicar presença de cliente 'suspeito' em Fortaleza, diz delegado-geral

20/10/2021 17:00:00

Segundo o delegado, essas pessoas eram negras e usavam vestimentas simples para entrar no estabelecimento comercial #g1 #racismo

Racismo

Segundo o delegado, essas pessoas eram negras e usavam vestimentas simples para entrar no estabelecimento comercial g1 racismo

Segundo Sérgio Pereira, clientes vigiados eram negros e com vestimentas simples. Tal informação foi resultado da apuração de caso de racismo cometido contra a delegada Ana Paula Barroso, impedida de permanecer na loja.

O delegado-geral da Polícia Civil do Ceará, Sérgio Pereira dos Santos, afirmou, nesta terça-feira (19), que a loja Zara usava o código sonoro "Zara zerou" nos alto-falantes internos para indicar aos funcionários quais clientes deveriam ser vistos como "suspeitos em potencial". Conforme ele, essas pessoas eram negras e usavam vestimentas simples para entrar no estabelecimento comercial.

A informação é fruto de uma investigação aberta pela Polícia Civil para apurar crime de racismo cometido contra a delegada Ana Paula Barroso, diretora-adjunta do Departamento de Proteção aos Grupos Vulneráveis, que foi barrada ao entrar na loja em setembro. A Polícia Civil indiciou o gerente da Zara, Bruno Filipe Simões Antônio, de 32 anos, por racismo.

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O Assunto #850: Orçamento Secreto no STF – o julgamento

A presidente do Supremo Tribunal Federal Rosa Weber pautou para esta quarta (7) o julgamento das ações que questionam a constitucionalidade do pagamento das emendas do relator. Para entender a importância da decisão, Natuza Nery conversa com Breno Pires, repórter da revista piauí, um dos jornalistas que revelaram, no jornal O Estado de S.Paulo, a existência do esquema. Consulte Mais informação >>

'Vestimentas simples'. E a Zara tem roupa chique desde quando? Zara tá querendo pica e n tá sabendo pedir Que o povo faça o movimento zerarazara Que bom que estão desmascarando a Zara, mas isso tudo porque uma delegada foi barrada. Antes dela quantas outras pessoas já sofreram discriminação e não tiveram como se defender ou no mínimo exigir respeito e igualdade?!

essas empresas sempre com vários casos de racismo, pedem desculpas e voltam a cometer os mesmos erros 😢😕 Aperta o 17 e confirma! Teve q acontecer com uma delegada pra chamarem d racismo ... Pessoa que tem o mínimo de educação não entra em nenhuma loja consumindo comida. Ninguém é obrigado a limpar as sujeiras feitas de propósito por outras pessoas, seja na Zara ou qualquer outra loja, pra isso existe a praça de alimentação.

Enquanto tiver rac*$ta sustentado esse tipo de estabelecimento vão continuar de portas abertas e faturando horrores infelizmente .🤢 Inacreditável

Loja onde mulher foi alvo de racismo tinha código para alertar sobre clientes 'suspeitos' - ISTOÉ IndependenteA loja Zara do Shopping Iguatemi, em Fortaleza (CE), onde uma delegada negra foi impedida de entrar no mês passado tinha um código sonoro que alertava funcionários sobre potenciais clientes “suspeitos” que entravam no estabelecimento. As informações são do g1. De acordo com o delegado-geral da Polícia Civil do Ceará, Sérgio Pereira dos Santos, a […] Não seriam chefes de delegados. ,? Kkkkk Essa história está mal contada. A delegada estava chupando sorvete como ensinou a juíza para burlar a obrigação de mas caras em shopping. Isso para mim parece mais ataque negacionista. Esquerdista bugado, sem saber se critica a mulher sem máscara .

🤮🤮🤮🤮 Uma merda de loja feia, roupas esquisitas, caras, vagabundas que depois de lavar ficam esgueladas. Absurdo ainda estar aberta e cheio de gente comprando. Quem sustenta essa marca são os próprios que são discriminados por ela. Já vi muita gente negra e pobre se gabando por estar ventindo 'Zara' e ter parcelado uma roupa horrível em 12x no cartão.

lisiaaaaaaaa Contra o racismo coffeison A mídia é foda viu,divulga o caso mais não mostra a cara do gerente racista,não adianta nada,uma vez que a Zara,já fez apologia ao nazismo, detalhe a delegada não é preta. Todos questão aqui teclando já tiraram o bumbum da cadeira e foram reclamar e brigar por algo, ou a revolta é só no Twitter? É se já foram deu no que? Tiveram apoio? Conseguiram resultado?

O problema não é a loja, o problema é a conivência de todo o poder público que está aí para fiscalizar e punir, além da população que não cobra! Não é só a zara não, são muitos e muitas empresas, mas aqui no Brasil memória curta e onde as pessoas cagam para o direito dos outros. Nunca gastei um centavo meu nessa loja PODRE. E aí da tem gente que acredita que isso é loja xique. 😂😂😂😂

Fizeram isso com muitos negros, mas aí qnd pegaram uma que era delegada a casa caiu, sifuderam. Por isso odeiam que os negros tenham educação e cresçam na sociedade, é um perigo pra eles, a elite.

Loja onde mulher foi alvo de racismo tinha código para alertar sobre clientes 'suspeitos' - ISTOÉ IndependenteA loja Zara do Shopping Iguatemi, em Fortaleza (CE), onde uma delegada negra foi impedida de entrar no mês passado tinha um código sonoro que alertava funcionários sobre potenciais clientes “suspeitos” que entravam no estabelecimento. As informações são do g1. De acordo com o delegado-geral da Polícia Civil do Ceará, Sérgio Pereira dos Santos, a […] Não seriam chefes de delegados. ,? Kkkkk Essa história está mal contada. A delegada estava chupando sorvete como ensinou a juíza para burlar a obrigação de mas caras em shopping. Isso para mim parece mais ataque negacionista. Esquerdista bugado, sem saber se critica a mulher sem máscara .

Pessoas BRANCA S SIMPLES TAMBÉM NÃO ERAM PADRÃO DA LOJA O CÓDIGO SÉRVIA PRA ELAS TAMBÉM ZARA ZERO Essa Zara já passou de todos os limites. É trabalho escravo, preconceito. Deporta está mer&da Hoje, 20-outubro, esqueça a noticia acima, hoje é o DIA DO MAQUINISTA FERROVIÁRIO. Será que a Globo já pagou todos os impostos que deve ? 2022 está chegando !! Globolixo

ZARA boicotezara ZARA boicotezara Paz na Terra e fogo nos Racistas ... E que queimem tudo da Zara. triste uma situação dessas, esses dias fui na farmacia com minha mãe e o segurança ficou nos seguindo, mas não era de longe, ele estava colado na gente... quem só escuta não sabe o quão humilhante é pra gente passar por essas situações

Bem feito! Preju, pra deixarem de ser otarios. Andes de falarem besteira, verifiquem os registros de roubo e furto na loja. Qual a predominância dos acusados? Que roupa vestem? Qual o comportamento? Após esses dados, venham aqui falar sobre racismo. Pra quem não tá entendendo, abram a notícia e assitam o vídeo

Isso infelizmente é uma questão instalada na sociedade brasileira, onde alguem mal vestido é um suposto criminoso.

Campanha Fora Bolsonaro decide apoiar atos antirracistas de 20 de novembroCampanha Fora Bolsonaro decide apoiar atos antirracistas de 20 de novembro; a coalizão não tem previsão de coordenar mais atos em 2021 🤣🤣🤣🤣🤣 bandidos canalhas EsquerdaCriminosa Melhor explicação impossível..

Eu só queria deixar aqui minha observação para todas as pessoas que defendem marcas de roupa, banco, comida e eletrônicos etc, continuem otários continuem.... Pois assim os donos ficam ricos. Essa zara e a mesma que já foi acusada de sonegação fiscal milionária e trabalho escravo 🤔 o nome dessa loja só aparece com notícia sobre racismo. como alguém ainda frequenta essa bomba

Racistas e ridículos. Só no Brasil mesmo pra Zara ser considerada loja fina. Na Europa a gente entra nas lojas da Zara e parece que tá na C&A, loja normal e popular como qualquer outra. ¯\\_(ツ)_/¯ não é novidade alguma ,não é de hoje ,e não foi só está empresa ! a questão é , até quando o dinheiro vai pagar pela impunidade ?

Alexandre dá 24 horas para que hospital e presídio informem sobre vídeo em que Roberto Jefferson diz ‘orar em desfavor de Xandão’Alexandre de Moraes dá 24 horas para que hospital e presídio informem sobre vídeo em que Roberto Jefferson diz ‘orar em desfavor de Xandão’ -via fausto_macedo fausto_macedo Creio que o bolsonarista tem maiores chances de morrer antes. A aparência dele é péssima. fausto_macedo Liberdade de expressão. fausto_macedo Em nome da democracia, o STF poderia regularizar o Pai Nosso no Código Civil. 🤣

Mourão diz ao TSE que não participou de esquema de disparo de mensagens em 2018O vice se manifestou no âmbito de duas ações que pedem a cassação da chapa que venceu as últimas eleições presidenciais Não é de duvidar... ele tá lá só ocupando espaço mesmo... não tem direito nem a participar de reuniões... (não tô defendendo, só dizendo que ele não sabe nem o que tá fazendo lá.) confirmou que teve Foda-se se não participou! Tirou proveito disso, tá no bolo!

Ministro da Educação atribui demora para retomada das aulas presenciais a “embates” com sindicatos e professoresEm participação em fórum internacional promovido pela Telefónica, Milton Ribeiro lamenta a demora no retorno das aulas e evita falar sobre questões polêmicas como a Política Nacional de Educação Especial. Por marinarossi marinarossi Que palhaço. A demora ocorreu pq o Mandrião não comprou vacinas em 2020

Vídeos mostram outras pessoas entrando com alimentos na loja da Zara em Fortaleza O delegado-geral da Polícia Civil do Ceará, Sérgio Pereira dos Santos, afirmou, nesta terça-feira (19), que a loja Zara usava o código sonoro "Zara zerou" nos alto-falantes internos para indicar aos funcionários quais clientes deveriam ser vistos como "suspeitos em potencial".Da Redação 20/10/21 - 04h38 A loja Zara do Shopping Iguatemi, em Fortaleza (CE), onde uma delegada negra foi impedida de entrar no mês passado tinha um código sonoro que alertava funcionários sobre potenciais clientes “suspeitos” que entravam no estabelecimento.Da Redação 20/10/21 - 04h38 A loja Zara do Shopping Iguatemi, em Fortaleza (CE), onde uma delegada negra foi impedida de entrar no mês passado tinha um código sonoro que alertava funcionários sobre potenciais clientes “suspeitos” que entravam no estabelecimento.por.

Conforme ele, essas pessoas eram negras e usavam vestimentas simples para entrar no estabelecimento comercial. A informação é fruto de uma investigação aberta pela Polícia Civil para apurar crime de racismo cometido contra a delegada Ana Paula Barroso, diretora-adjunta do Departamento de Proteção aos Grupos Vulneráveis, que foi barrada ao entrar na loja em setembro. De acordo com o delegado-geral da Polícia Civil do Ceará, Sérgio Pereira dos Santos, a loja usava o código sonoro “Zara zerou” nos autofalantes internos para avisar seus funcionários. A Polícia Civil indiciou o gerente da Zara, Bruno Filipe Simões Antônio, de 32 anos, por racismo. Segundo ele, essas pessoas eram negras e usavam roupas simples para entrar na loja. Em nota enviada nesta terça-feira (19), a Zara havia afirmado que a abordagem não foi motivada por questão racial, mas por causa de protocolos de saúde. Uma ex-funcionária da loja confirmou o procedimento e explicou como ele funcionava: “A loja, quando identificava que uma pessoa estava fora do padrão de cliente e estava ingressando naquele estabelecimento, era dito no sistema de som a frase ‘Zara zerou'”. Informou ainda que "não tolera nenhum tipo de discriminação" (veja resposta completa abaixo).

De acordo com o delegado-geral, a Polícia Civil identificou uma ex-funcionária da loja que explicou como se dava o procedimento. Em setembro, a delegada e diretora adjunta do Departamento de Proteção aos Grupos Vulneráveis da Polícia Civil do Ceará, Ana Paula Barroso, foi barrada na entrada da loja . Em setembro, a delegada e diretora adjunta do Departamento de Proteção aos Grupos Vulneráveis da Polícia Civil do Ceará, Ana Paula Barroso, foi barrada na entrada da loja . Ela informou aos investigadores que "a loja, quando identificava que uma pessoa estava fora do padrão de cliente e estava ingressando naquele estabelecimento, era dito no sistema de som a frase 'Zara zerou'". "Isso era um comando que era dado pra que todos os funcionários da loja ou pelo menos alguns a partir de então começassem a observar aquela pessoa não mais como consumidor, mas como suspeito em potencial que precisava ser mantido sob vigilância da loja", afirma Sérgio Pereira. No entanto, a Polícia Civil também apurou que a Zara do Shopping Iguatemi de Fortaleza não barrou clientes brancos que também consumiam alimentos e não usavam máscara em sua loja. Segundo ele, as questões de segurança implementadas pelo estabelecimento reforçavam novamente o caráter discriminatório já utilizado contra a delegada Ana Paula Barroso. A Polícia Civil indiciou o gerente da loja, Bruno Filipe Simões Antônio, de 32 anos, por racismo. "Quem eram essas pessoas? Eram pessoas que estavam com vestimentas mais simples e pessoas de pele escura", explicou. Em nota, a Zara afirmou que a abordagem não foi motivada por questão racial, mas por causa de protocolos de saúde.

LEIA TAMBÉM: Indiciamento do gerente Conforme o inquérito da Polícia Civil, Ana Paula teve um tratamento diferenciado em relação a outros clientes que entraram no mesmo local sem usar máscara de proteção, mesmo sem estar se alimentando. Loja que barrou mulher negra em Fortaleza alegando uso indevido de máscara recebeu pessoas brancas nas mesmas condições — Foto: Reprodução "O material visual obtido por meio do circuito interno da loja revela o tratamento diferenciado dado pelo funcionário da loja à vítima. “A Zara Brasil, que não teve acesso ao relatório da autoridade policial até sua divulgação nos meios de comunicação, quer manifestar que colaborará com as autoridades para esclarecer que a atuação da loja durante a pandemia Covid-19 se fundamenta na aplicação dos protocolos de proteção à saúde, já que o decreto governamental em vigor estabelece a obrigatoriedade do uso de máscaras em ambientes públicos. “A Zara Brasil, que não teve acesso ao relatório da autoridade policial até sua divulgação nos meios de comunicação, quer manifestar que colaborará com as autoridades para esclarecer que a atuação da loja durante a pandemia Covid-19 se fundamenta na aplicação dos protocolos de proteção à saúde, já que o decreto governamental em vigor estabelece a obrigatoriedade do uso de máscaras em ambientes públicos. Nas imagens, é possível ver quando a vítima é expulsa do local, quando minutos antes, o mesmo funcionário atendeu uma cliente que, mesmo não consumindo nenhum alimento, não fazia o uso correto da máscara. A cena foi observada em outras situações onde outros clientes também não foram retirados da loja ou abordados para que utilizassem a máscara de forma correta", informou a Polícia Civil. A Zara Brasil conta com mais de 1800 pessoas de diversas raças e etnias, identidades de gênero, orientação sexual, religião e cultura. LEIA AINDA: Assédio moral Delegada Ana Paula Barroso denuncia loja por racismo após ter sido barrada — Foto: PCCE/Divulgação Ainda de acordo com o inquérito, foram ouvidas oito testemunhas, além da vítima e do suspeito. Zara é uma empresa que não tolera nenhum tipo de discriminação e para a qual a diversidade, a multiculturalidade e o respeito são valores inerentes e inseparáveis da cultura corporativa.

Entre as pessoas ouvidas, está uma mulher negra, de 27 anos, que relatou, em redes sociais, ter passado por situação semelhante, no final do mês de junho deste ano, na mesma loja. A Zara rechaça qualquer forma de racismo, que deve ser combatido com a máxima seriedade em todos os aspectos. Ainda foram ouvidas duas ex-funcionárias do estabelecimento que relataram episódios de assédio moral e procedimentos discriminatórios na forma de atendimento a possíveis clientes. Também foram ouvidos três seguranças do shopping onde a loja funciona, bem como o chefe de segurança do local, que voltou à loja com a vítima minutos após a expulsão. O crime de racismo contra a delegada Ana Paula pode gerar reclusão de um a três anos e multa ao funcionário suspeito de cometer a discriminação racial, e também punição cível à loja, segundo a Comissão de Promoção da Igualdade Racial da Ordem dos Advogados do Brasil no Ceará (OAB-CE). A lei nº 7.

716, de 5 de janeiro de 1989, que define e pune casos de racismo prevê que tanto o estabelecimento quanto a loja podem sofrer punições judiciais, explica Tharrara Rodrigues, integrante da Comissão de Promoção da Igualdade Racial da OAB-CE. Posicionamento da Zara Na tarde desta terça-feira (19), a Zara emitiu novo posicionamento a respeito das investigações policiais: A Zara Brasil, que não teve acesso ao relatório da autoridade policial até sua divulgação nos meios de comunicação, quer manifestar que colaborará com as autoridades para esclarecer que a atuação da loja durante a pandemia Covid-19 se fundamenta na aplicação dos protocolos de proteção à saúde, já que o decreto governamental em vigor estabelece a obrigatoriedade do uso de máscaras em ambientes públicos. Qualquer outra interpretação não somente se afasta da realidade como também não reflete a política da empresa. A Zara Brasil conta com mais de 1800 pessoas de diversas raças e etnias, identidades de gênero, orientação sexual, religião e cultura. Zara é uma empresa que não tolera nenhum tipo de discriminação e para a qual a diversidade, a multiculturalidade e o respeito são valores inerentes e inseparáveis da cultura corporativa.

A Zara rechaça qualquer forma de racismo, que deve ser combatido com a máxima seriedade em todos os aspectos. Assista às notícias do Ceará no g1 em 1 Minuto: 200 vídeos .