Lira cobra do Senado solução para baixar gasolina e diz que governadores miram eleição

16/01/2022 16:59:00

Lira cobra do Senado solução para baixar gasolina e diz que governadores miram eleição

Gasolina, Combustíveis

Lira cobra do Senado solução para baixar gasolina e diz que governadores miram eleição

Manifestação do presidente da Câmara acontece após governadores anunciarem descongelamento do ICMS

Lira escreveu que a Câmara dos Deputados chegou a aprovar uma proposta que alterava regras para a mudança da cobrança do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) para segurar a alta nos preços, mas a proposta acabou engavetada na Casa legislativa vizinha.

A manifestação acontece após os estados anunciarem que vão descongelar o valor do ICMS cobrado nas vendas de combustíveis, marcado para o final deste mês. Dessa forma, o descongelamento do imposto deve acontecer como previsto inicialmente, em 31 de janeiro.

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Fácil, impeachment do Bolsonaro e NUNCA MAIS A DIREITA NO PODER. ArthurLira_ vagabundo corrupto, se vendeu pro genocida, repete a narrativa do Bozo mas sabe q quem aumentou o preço da gasolina foi a Petrobrás, nada a ver com governadores, canalha O vagabundo sangue suga e apoiador de bozonaro sabe bem o que tem que fazer

Além do marreco pilantra vocês agora estão criando um novo herói! Solução do senado 🤣🤣🤣 agora quem é presidente do Brasil e ministro da economia é o SenadoFederal, ArthurLira_ apoia o culpado do combustível está na alturas se chama jairbolsonaro e PauloGuedesReal que não trabalham desde 2019, o time dos inúteis.

Este cara é o maior câncer do Brasil hj! Achei que era o presidente que teria de dar essa solução A culpa é dos governadores.. Agora é o senado 😂😂😂 Na convivência, eles aprendem rápido né kkkk bolsonaroVozDeSATANAS NÃO SEJA CÚMPLICE! NÃO SEJA OMISSO como É ArthurLira_ ! Quem vê assim até pensa que este meliante está preocupado com o povo e não em emendas bilionárias!

Não adianta cobrar o Senado, se quem manda é o Kassab/Lula.

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O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), usou as suas redes sociais neste domingo para culpar o Senado e os governadores pelos altos preços dos combustíveis.PUBLICIDADE BRASÍLIA — A criação das federações partidárias e a consolidação da fusão entre o DEM e o PSL provocarão mudanças na distribuição das forças políticas no Congresso.José Luiz Datena disse nesta sexta-feira 14 que será candidato ao Senado neste ano.Por Atualizado em 13 jan 2022, 17h01 - Publicado em 14 jan 2022, 16h30 OPORTUNISTA - Roberto Jefferson: ele preparou o PTB para receber os bolsonaristas ideológicos - Andressa Anholete/Getty Images Publicidade Publicidade Roberto Jefferson fez chegar a interlocutores que cogita disputar a vaga ao Senado pelo Rio nas eleições deste ano.

Também disse que os chefes dos executivos estaduais cobram agora soluções visando às eleições de outubro deste ano. Lira escreveu que a Câmara dos Deputados chegou a aprovar uma proposta que alterava regras para a mudança da cobrança do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) para segurar a alta nos preços, mas a proposta acabou engavetada na Casa legislativa vizinha. Eleições 2022: Presidenciáveis começam a apresentar planos para a economia; conheça as principais propostas Desde 2018, ano da eleição nacional mais recente, o partido que mais se expandiu na Câmara foi o PL, escolhido por Jair Bolsonaro para disputar a reeleição — dez deputados federais se filiaram. A manifestação acontece após os estados anunciarem que vão descongelar o valor do ICMS cobrado nas vendas de combustíveis, marcado para o final deste mês. “Vou ser candidato ao Senado. Dessa forma, o descongelamento do imposto deve acontecer como previsto inicialmente, em 31 de janeiro. A segunda legenda mais beneficiada foi o PP, que recebeu cinco congressistas e hoje conta com 42. A previsão é que o preço da gasolina suba nos próximos dias..

ic_save Mais ic_share Leia Mais Ícone fechar Voltar Ver novamente Voltar Voltar Compartilhe A escalada de preços virou um dos principais problemas para o presidente Jair Bolsonaro (PL), que reiteradamente afirma que tributos locais contribuem para a alta. O PL, por exemplo, incorporou o PHS, que elegeu seis parlamentares em 2018. “Eu seria candidato a presidente, mas me deram uma rasteira. O preço dos combustíveis, no entanto, segue a paridade internacional. Quando o petróleo sobe, o preço sobe, e vice-versa. Anvisa: Após vazamento de dados, PSOL pede ao MPF investigação de Queiroga e Bia Kicis No Senado, o partido que mais cresceu foi o PSD, comandado por Gilberto Kassab. Além disso, o dólar, hoje em alta, impacta nos valores. Na ocasião, disse ao jornal Folha de S. "A Câmara tratou do projeto de lei que mitigava os efeitos dos aumentos dos combustíveis. A sigla saiu de sete representantes para 12 e hoje tem a segunda maior bancada, atrás apenas do MDB (15 senadores) — um dos que o PSD atraiu foi o presidente da Casa, Rodrigo Pacheco (MG), que deixou o DEM.

Enviado para o Senado, virou patinho feio e Geni da turma do mercado", escreveu o presidente da Câmara dos Deputados. "Diziam que era intervencionista e eleitoreira. Já PTB e PSB, que tinham, respectivamente, três e dois representantes, agora estão sem representatividade no Senado. Agora, no início de um ano eleitoral, governadores, com Wellington Dias à frente, cobram soluções do Congresso. Com os cofres dos Estados abarrotados de tanta arrecadação e mirando em outubro, decidiram que é hora de reduzir o preço", completou. Podcasts Pediatra Daniel Becker tira dúvidas sobre a Ômicron em crianças Lauro e Gabeira O isolamento de Bolsonaro e o temor pelo desastre eleitoral A Malu tá ON Fernando Haddad: 'Temos que pavimentar o segundo turno já' Panorama CBN Estados recebem vacinas infantis; Anvisa analisa pedido de autoteste; Djokovic tem visto cancelado mais uma vez Na Câmara, a fusão entre DEM e PSL, que deve ser chancelada pela Justiça Eleitoral, pode levar o União Brasil a formar a maior bancada na Casa. ic_save Mais ic_share Leia Mais Ícone fechar Voltar Ver novamente Voltar Voltar Compartilhe O deputado ainda acrescentou que os governadores haviam apresentado resistência a reduzir as alíquotas do ICMS.

E concluiu jogando a responsabilidade final ao Senado. Bolsonaristas do PSL devem migrar para o PL e partidos alinhados ao do presidente — o mesmo deve ser feito por aliados que estão no DEM hoje. "Podiam ter pressionado ainda ano passado. Por isso, lembro aqui a resistência dos governadores em reduzir o ICMS na ocasião. PUBLICIDADE Com a ida de Bolsonaro para o PL, o partido espera crescer ainda mais em 2022. Registro também que fizemos nossa parte. Cobranças, dirijam-se ao Senado", escreveu Lira. Isso fará com que a sigla mantenha a sua posição entre as maiores bancadas da Casa.

O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), e o governador do Piauí, Wellington Dias (PT), foram procurados, mas não se manifestaram até a publicação dessa reportagem. Neste sábado (15), Dias divulgou um vídeo no qual afirma que os estados decidiram descongelar o ICMS porque não houve avanços para a aprovação da reforma tributária, que vinha sendo negociada por governadores e Congresso Nacional, ao mesmo tempo em que a Petrobras reajustava os preços. Há ainda outros cenários cogitados pelos partidos. Também disse que o problema da alta dos preços dos combustíveis não é o ICMS "Primeiro [tomamos a decisão] pelo descaso, pelo descaso porque se dizia ali atrás a todo instante que o problema dos preços dos combustíveis era o ICMS aplicado pelos estados. Provamos que não. Neste caso, essas siglas teriam mais de cem deputados, ou quase um quinto das cadeiras na Câmara. Segundo lugar: havia ali uma proposta, houve uma reunião com o ministro Paulo Guedes, com o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, com o senador Roberto Rocha [relator da proposta de reforma tributária] e ali o objetivo dessa trégua era chegar a um entendimento para a aprovação da reforma tributária.

Isso não aconteceu", afirma o governador, que é presidente do Fórum dos Governadores. A legislação obriga os partidos federados a atuarem juntos por quatro anos, ou seja, em dois pleitos. "Por outro lado a Petrobras seguiu dando reajustes e mais reajustes no combustível. Então se o objetivo era encontrar uma solução e se as portas foram fechadas, então é claro, o fórum dos governadores reagiu dizendo 'se não é possível ter um entendimento, por que então estamos abrindo mão de receitas para ações com o nosso povo?", completou. Entre os deputados de esquerda, já há quem considere mais provável o PT ficar fora de uma federação. A alta dos preços dos combustíveis se tornou uma queda de braço entre o governo federal e os governadores. Lira então propôs uma proposta que alterava as regras de cobrança do ICMS do produto, para tentar segurar os valores cobrados aos consumidores..

Em outubro, a Câmara dos Deputados aprovou projeto que muda a regra sobre o ICMS (imposto estadual) de combustíveis e prevê que o tributo seja aplicado sobre o valor médio dos últimos dois anos para baratear o preço da gasolina. O setor de energia questionou os benefícios, afirmando que o projeto de lei não resolveria o problemas dos preços. A proposta, no entanto, travou no Senado, casa legislativa onde os representantes são mais ligados aos estados. O presidente Rodrigo Pacheco chegou a se mostrar receptivo à tramitação e os próprios senadores afirmavam que o tema merecia destaque especial. O projeto de lei, entretanto, era visto apenas como punitivo aos governos estaduais, que seriam apenas uma das causas dos altos preços dos combustíveis.

Pacheco então passou a afirmar aos demais interlocutores que a questão dos impostos que incidiam sobre os combustíveis seriam tratados no âmbito de uma reforma tributária mais ampla —como havia sido acordada com Guedes e os governadores. A PEC (Proposta de Emenda à Constituição) 110 é uma das prioridades do presidente do Senado na volta do recesso, em fevereiro, devendo ser colocada em votação logo na primeira semana dos trabalhos, na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça). Está também em tramitação no Senado um projeto de lei que prevê bandas de variação dos preços dos combustíveis e a criação de um fundo para ser usado quando os valores saírem dessas faixas. Um ponto que une Pacheco, Lira e Bolsonaro é a possibilidade do uso de dividendos da Petrobras para o controle dos preços. .