Leões diagnosticados com covid-19 preocupam pesquisadores na África do Sul - Internacional - Estadão

Leões diagnosticados com covid-19 preocupam pesquisadores na África do Sul - via @EstadaoInter

21/01/2022 19:20:00

Leões diagnosticados com covid-19 preocupam pesquisadores na África do Sul - via EstadaoInter

Estudo aponta que animais desenvolveram quadros graves da doença e que infecção durou até 7 semanas - o que aumenta a preocupação quanto ao desenvolvimento de novas cepas

Magawa, o rato herói que caçava minas terrestres, morre aos 8 anos no Cambojaque contraíram o coronavírus em um zoológico particular em julho de 2020, durante a primeira onda de pandemia no país. Cerca de um ano depois, no mesmo local, três leões começaram a apresentar sintomas semelhantes aos da

Por meio de amostras sequenciadas dos leões e dos humanos infectados, os pesquisadores conseguiram determinar que tanto os animais quanto os tratadores estavam infectados com aOs leões se recuperaram após 25 dias, mas apresentaram PCR positivo por mais de três semanas adicionais. Os dados analisados pelo estudo sugeriram que a carga viral que os leões carregavam diminuiu ao longo dessas semanas, mas não ficou claro por quanto tempo eles foram capazes de transmitir a doença.

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CBN Em Foco - 04/07/2022

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Inter Çei Inter Aposto que já tomou as três doses... E fica aqui falando m* ... NEGACIONISTAS COVARDES !👹🤢🤡 Inter Agora vão elaborar artimanhas para vacinar animais. Kkkk Inter Mete a máscara no leão, tá safe Inter cuidado, mito muitohumildee ! Inter Vai ter que isola-los e usar máscaras …não não adiantou aqui ….segue o jogo

Inter Tranquilo... Estão testando as vacinas nos humanos. Logo poderemos aplicar nos animais sem culpa Inter Sério não vou nem dormir a noite

100 mil: Brasil bate novo recorde na média diária de casos de covid-19De acordo com dados do Ministério da Saúde, o país tem 621.855 óbitos e 23.416.748 casos confirmados da doença É sempre bom relembrar que a pandemia não acabou Este vírus Ching Ling não mata mais, só números de contaminados, o quê aconteceu

Djokovic é dono de empresa que tenta desenvolver tratamento para covid-19Segundo o CEO Ivan Loncarevi, a QuantBioRes tem 11 cientistas trabalhando em três países diferentes tentando desenvolver um peptídeo que impeça o coronavírus de infectar a célula humana Sentiu a raiva de um ser humano Foda! Viva a liberdade!

Brasil registra 6 vezes mais casos diários de covid-19 que em dezembroBoletim do Observatório Covid-19 Fiocruz divulgado hoje (19) pela Fundação Oswaldo Cruz revela aumento significativo do número de casos da doença no Brasil, com média de 49 mil registros por dia, seis vezes mais do que o observado no início de dezembro

Opinião: Mariana Varella - 12 mitos e verdades sobre a covid-19A pandemia de covid-19 já dura dois anos, mas ainda há muita desinformação a respeito da doença.Para esclarecer as dúvidas, a OMS (Organização Mundial da Saúde) elaborou uma lista com os principais mitos e verdades sobre a infecção. Veja os prin

Covid-19 cresceu no Brasil no início de 2022, diz Fiocruz - Saúde - EstadãoBoletim aponta que, nos primeiros quinze dias de janeiro, por dia foram 49 mil novos casos por dia, seis vezes a média anterior, de 8 mil; perfil de internados e de mortos é de pacientes mais jovens Por causa de umas festinhas bobas de reveillon? Poxa vida, mas quem diria? Ainda bem que com o Carnaval será tudo diferente, Paes comandará o Carnaval mais seguro do país... Deve ser pq o q genocida não comprou as vaci... ops Essa foi do ano passado É tudo culpa dos negacionistas!

Mais de 80% dos internados não completaram o esquema vacinal contra a Covid-19 | CNN BrasilMais de 80% dos internados em quatro capitais brasileiras não completaram o esquema vacinal contra a Covid-19 O esquema vacinal é vacinar de três em tres meses.... Uma comédia isso. Descredito total. Pq antes precisava só de duas doses..hj é infinito! Infinity war. Só o Thanos ganha. $$$$$ 😮 Estão maquiando a verdade! Os pro obrigatoriedade da vacina, pra não serem responsabilizados pelas informações incorretas que passaram, estão manipulando a verdade

leões de um zoológico sul-africano foram infectados por seus tratadores com o vírus causador da covid-19 e desenvolveram sintomas graves da doença, demorando até 7 semanas para se recuperarem - o que acendeu o alerta sobre os riscos do vírus se espalhar entre animais na natureza e criar novas mutações. Leia Também Magawa, o rato herói que caçava minas terrestres, morre aos 8 anos no Camboja Os pesquisadores começaram a monitorar animais selvagens em cativeiro em zoológicos e santuários de conservação da África do Sul depois que um tigre no zoológico do Bronx, nos EUA, ficou doente em abril de 2020, de acordo com a professora Marietjie Venter, investigadora principal do estudo. A equipe monitorou, inicialmente, dois pumas que contraíram o coronavírus em um zoológico particular em julho de 2020, durante a primeira onda de pandemia no país. Cerca de um ano depois, no mesmo local, três leões começaram a apresentar sintomas semelhantes aos da covid-19 em humanos: dificuldades respiratórias, coriza e tosse. Além dos animais, um tratador e um engenheiro do zoológico também testaram positivo. Por meio de amostras sequenciadas dos leões e dos humanos infectados, os pesquisadores conseguiram determinar que tanto os animais quanto os tratadores estavam infectados com a variante Delta . Os leões se recuperaram após 25 dias, mas apresentaram PCR positivo por mais de três semanas adicionais. Os dados analisados pelo estudo sugeriram que a carga viral que os leões carregavam diminuiu ao longo dessas semanas, mas não ficou claro por quanto tempo eles foram capazes de transmitir a doença. A doença desenvolvida pelos leões, particularmente nas fêmeas mais velhas, mostrou que os animais, como as pessoas, podem desenvolver sintomas graves . Uma leoa mais velha desenvolveu pneumonia No caso dos pumas, que não são nativos do país, os sintomas incluíram perda de apetite, diarreia, coriza e tosse persistente. Ambos os felinos tiveram uma recuperação completa após 23 dias. Em um ambiente de cativeiro, os animais infectados foram mantidos em quarentena, mas em parques espalhados pela África do Sul, onde os leões são uma atração turística, controlar um surto pode ser"muito, muito difícil", disse o estudo, principalmente se o vírus não for detectado. Em certos locais, os leões são frequentemente alimentados por humanos em vez de caçar por si mesmos, o que aumenta a chance de exposição ao vírus. Apesar do estudo não deixar claro quanto de carga viral os leões estavam carregando ou se eles foram capazes de transmitir o vírus durante todo o período em que testaram positivo, períodos prolongados de infecção em grandes felinos aumentariam o risco de um surto na natureza se espalhar mais amplamente e infectar outras espécies, disseram os pesquisadores. Isso poderia  eventualmente tornar o vírus endêmico entre os animais selvagens e, na pior das hipóteses, dar origem a novas variantes que podem retornar aos humanos. "Se você não souber que é covid, existe o risco de que possa se espalhar para outros animais e depois voltar para os humanos", disse Venter, professora de virologia médica, que se uniu a um cientista veterinário de vida selvagem para o estudo. Os animais foram infectados por tempo suficiente"para que o vírus pudesse realmente sofrer mutações", disse ela. A transmissão de vírus entre animais e humanos é uma realidade conhecida pelos cientistas. O próprio coronavírus teria se originado em morcegos e acabou"pulando" para humanos, no que é conhecido como infecção por"transbordamento". Os cientistas alertam que infecções de"refluxo" de humanos infectando animais - como ocorreu com martas, veados e gatos domésticos - podem devastar ecossistemas inteiros na natureza. As infecções que atingiram a natureza também podem expandir o potencial do vírus de se espalhar sem controle e sofrer mutações em animais, potencialmente em variantes perigosas para os seres humanos. Um fenômeno bem estudado envolve infecções entre grandes populações de martas em cativeiro. Em uma fazenda de visons na Dinamarca, o vírus se transformou em uma nova cepa durante a mudança de humano para animal, levando ao abate em massa em todo o país e na Europa, para evitar sua propagação de volta aos humanos . Em contraste, o estudo sul-africano envolveu pequenos surtos, mas Venter observou que a disseminação em martas mostra o perigo potencial de surtos maiores na vida selvagem. / NYT e AFP Notícias relacionadas