Juíza arquiva inquérito contra senador Irajá Silvestre por suspeita de estupro em SP

21/06/2022 01:30:00

Em sua manifestação, a promotora de Justiça Eliana Faleiros Vendramini Carneiro assinalou que 'nenhum elemento dos autos traz indícios de que a vítima tenha tido eventual resistência'.

Em sua manifestação, a promotora de Justiça Eliana Faleiros Vendramini Carneiro assinalou que 'nenhum elemento dos autos traz indícios de que a vítima tenha tido eventual resistência' g1

Em sua manifestação, a promotora de Justiça Eliana Faleiros Vendramini Carneiro assinalou que 'nenhum elemento dos autos traz indícios de que a vítima tenha tido eventual resistência'.

A modelo de 22 anos registrou o boletim de ocorrência em 2020 e afirmou que o crime aconteceu na madrugada após a jovem conhecer o senador em um restaurante e ir com ele para uma balada na Zona Oeste de São Paulo.Fachada do 'Café de La Musique', na Rua Jerônimo da Veiga, em São Paulo — Foto: Reprodução/GoogleStreetView

Segundo o boletim de ocorrência, naquele momento, a jovem não resistiu nem tentou tirar o senador de cima do seu corpo porque temia por sua segurança. Em seguida, ela se trancou em um banheiro e chamou ajuda de uma amiga por meio de mensagens por celular.

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Senador Irajá Silvestre Filho (PSD-TO) é acusado de estupro A juíza Tania Silva Amorim Fiuza, do Departamento de Inquéritos Policiais (Dipo), determinou o arquivamento do inquérito policial que investigava o senador Irajá Silvestre Filho (PSD-TO), filho da também senadora Kátia Abreu (PP-TO), por suspeita de estupro contra uma modelo, em novembro de 2020, em um flat no Itaim Bibi.Por Atualizado em 19 jun 2022, 14h04 - Publicado em 19 jun 2022, 13h58 Bombeiro observa área de acidente em janeiro deste ano, em Capitólio (MG) Bombeiros_MG/Reprodução Publicidade Publicidade A falta de segurança nos passeios de barco no município de Capitólio, em Minas Gerais, provocou a morte de duas pessoas no início da noite de sábado, 18, depois que uma embarcação virou por não suportar o peso dos passageiros.DURAÇÃO: 00:03:46 Copie o código abaixo para usar no seu site: Código copiado! Juíza Joana Ribeiro Zimmer.TSE acolhe dez propostas feitas por militares sobre as eleições No ofício deste domingo, Fachin lembrou que cabe à comissão de transparência discutir o assunto e que já estava marcada uma reunião para a próxima segunda-feira (20), às 15h, para a qual o representante das Forças Armadas, general Heber Portela, já sinalizado presença.

Em sua manifestação, a promotora de Justiça Eliana Faleiros Vendramini Carneiro assinalou que “nenhum elemento dos autos traz indícios de que a vítima tenha tido eventual resistência diminuída ou impossibilitada por um ato do investigado. Esse nexo causal não existe nos autos”. Em janeiro, dez pessoas morreram e mais de 30 ficaram feridas após o deslizamento de parte de rochas de um cânion, que atingiu quatro lanchas. A modelo de 22 anos registrou o boletim de ocorrência em 2020 e afirmou que o crime aconteceu na madrugada após a jovem conhecer o senador em um restaurante e ir com ele para uma balada na Zona Oeste de São Paulo. A menina, então com dez anos, foi levada pela mãe ao hospital da Universidade Federal de Santa Catarina, no início de maio, dois dias após descobrir a gestação. Em nota enviada nesta segunda-feira (20), a defesa do senador Irajá "reafirmou, como sempre fez questão de ressaltar, que ele jamais cometeu qualquer ilícito, atitude imoral ou inadequada. Os condutores pediram socorro a outra embarcação para resgatar os passageiros. O arquivamento do Inquérito Policial é a maior prova disso. A proposta de um diálogo ocorre após o ministro ter se queixado que as Forças Armadas não vinham sendo prestigiadas pela Justiça Eleitoral.

Todas as provas evidenciaram de que não houve qualquer violência ou abuso, bem como se reconhecendo que a acusação era leviana", diz o texto. O acidente ocorreu na região da Cachoeirinha, no Lago de Furnas, em Capitólio. Na audiência, a juíza Joana Ribeiro Zimmer tenta convencer a menina a desistir do aborto e pergunta se ela não suportaria insistir mais algumas semanas. Segundo o boletim de ocorrência, registrado no 14º Distrito Policial, ao qual o g1 teve acesso, a jovem disse ter conhecido Irajá Filho em um almoço no Jockey Clube e que, no começo da noite, foram à casa noturna Cafe de La Musique. Fachada do 'Café de La Musique', na Rua Jerônimo da Veiga, em São Paulo — Foto: Reprodução/GoogleStreetView A jovem relatou que, na balada, tomou bebidas alcóolicas e perdeu a consciência. “Uma chalana com outros dez passageiros foi ao encontro da lancha à deriva e, no momento do transbordo dos passageiros, a chalana não suportou o peso e virou”, informou a Ameg. Depois, ela disse à polícia que acordou, na madrugada desta segunda-feira, em um flat do senador no Itaim Bibi, na Zona Sul da capital. A mãe da criança também é ouvida na audiência e chora enquanto a juíza diz que fazer o aborto seria uma crueldade e que aquela tragédia poderia se tornar a felicidade de um casal que poderia adotar o bebê. A vítima disse que acordou com o senador penetrando-a e dizendo frases como "você é minha" e "agora você é minha, estou apaixonado". “Imediatamente após ciência do acidente, o prefeito de Capitólio, juntamente com integrantes da Secretaria Municipal de Saúde do Município deslocaram para o local da ocorrência, onde prestaram auxílio às vítimas e acompanharam os trabalhos do SAMU, Marinha do Brasil e da Perícia Técnica da Polícia Civil”, informou a Ameg.

Segundo o boletim de ocorrência, naquele momento, a jovem não resistiu nem tentou tirar o senador de cima do seu corpo porque temia por sua segurança. Em seguida, ela se trancou em um banheiro e chamou ajuda de uma amiga por meio de mensagens por celular. As demais vítimas sofreram apenas escoriações leves. Ela acrescenta que a postura da juíza e da promotora na audiência, assim como o encaminhamento para um abrigo, configuram abuso de autoridade: À CBN, o hospital da UFSC afirmou que o MP não baseou o pedido no parecer da equipe especializada do hospital. A modelo contou que, ao sair do banheiro após a chegada da amiga, tentou agredir o senador e foi à recepção do flat pedir ajuda policial. Ela passou por exames clínicos. Temos trabalhado constantemente para aumentar a segurança na região. Senador diz que sexo foi consensual Em depoimento à Polícia Civil sobre o caso, o senador afirmou que conheceu a jovem quando foi convidado para almoçar por um amigo e que conheceu três mulheres no restaurante, entre elas, a vítima. A CBN procurou o Ministério Público de Santa Catarina, mas ainda não teve resposta.

Ele afirma que os dois conversaram e trocaram telefones. Continua após a publicidade. Segundo o senador, a jovem deixou o restaurante dizendo que iria a uma uma festa em uma casa e, em seguida, enviou mensagens incentivando ela ir ao local, onde os dois começaram a "ficar". De lá, foram para o “Café de La Musique”, na Zona Oeste, onde o senador contou que eles começaram a instigar um ao outro sexualmente. Foi então que o parlamentar afirma que os dois saíram da boate e foram a pé para o flat dele, que fica do lado da casa noturna. Ele disse que os dois estavam alcoolizados, mas que nenhum estava inconsciente.

O senador contou que eles fizeram sexo oral também um no outro, e que, após o sexo, ficaram conversando amenidades. Após o sexo, ele diz que ela entrou no banheiro e demorou. Foi quando a amiga dela enviou mensagem pra ele perguntando o que estava acontecendo, dizendo que a jovem teria mandado mensagem com a localização e alegando que ele tinha agredido ela. Irajá Silvestre Filho conta que autorizou a amiga a subir no flat e quando a amiga bateu na porta do banheiro, a vítima saiu e tentou chutá-lo e que quis sair nua no corredor. Em seguida, o senador diz que ligou para um advogado e foi até a delegacia prestar depoimento.

Nota à imprensa divulgada pelo senador à época "Foi com surpresa, decepção, tristeza e indignação que tomei conhecimento do episódio infame, maldoso e traiçoeiro envolvendo a minha vida e minha dignidade. Eu sempre pautei minha vida profissional, pública e pessoal pela ética, respeito e retidão, sendo inimaginável ser acusado de algo dessa natureza. O fato é que, como principal interessado na revelação ampla e total de toda essa farsa, solicitei que meu advogado, Daniel Bialski, reforçasse às autoridades responsáveis pela investigação do caso que requisitassem a realização de exame de corpo delito na acusadora para comprovar a verdade. Ressalto que compareci espontaneamente à delegacia responsável pela apuração dos fatos e pedi para ser submetido, voluntariamente, a exame de corpo de delito e toxicológico, tudo para desmistificar o quanto aleivosamente alegado. As filmagens, demais provas e testemunhas hão de repor a verdade no seu devido lugar e vir a declarar minha total e plena inocência.

Confio na polícia e na Justiça e sei que ficará provado que jamais houve nada que possa tangenciar qualquer comportamento inapropriado de minha parte. Lamento muito ter sido envolvido nesse enredo calunioso e difamatório que busca manchar o meu nome em função da visibilidade momentânea da função que ocupo. Reitero que aguardarei a conclusão das investigações antes de fazer qualquer nova manifestação. Não pretendo ser atirado para essa arena sórdida. A verdade aparecerá e eu a aguardarei com serenidade.

Declaro e reitero que não cometi ilícito algum e estou à disposição das autoridades para quaisquer esclarecimentos que se fizerem necessários. Senador Irajá" Nota divulgada pela defesa do senador no caso: "O senador Irajá Silvestre Filho, de Tocantins, jamais praticou tal ato e repudia a acusação. Ele compareceu nesta segunda-feira, de forma espontânea, à delegacia responsável pela apuração dos fatos, prestou todos os esclarecimentos e pediu que fosse submetido a exame de corpo de delito e toxicológico. A defesa já solicitou imagens da casa noturna, do trajeto percorrido e do flat, onde se hospeda o senador, em São Paulo. Tais filmagens, provas e testemunhas demonstrarão a verdade.

Confiamos, como sempre, plenamente na Justiça. O senador Irajá aguardará com serenidade a conclusão das investigações e a comprovação da sua plena inocência. Daniel Leon Bialski, Advogado criminalista, sócio de Bialski Advogados" Vídeos: Tudo sobre São Paulo e Região Metropolitana 200 vídeos .