Joaquim Levy: 'Desafio do governo é não desequilibrar o câmbio desvalorizado e o juro baixo' - Economia - Estadão

Joaquim Levy: 'Desafio do governo é não desequilibrar o câmbio desvalorizado e o juro baixo'

12/04/2021 20:10:00

Joaquim Levy: 'Desafio do governo é não desequilibrar o câmbio desvalorizado e o juro baixo'

Para ex-ministro da Fazenda e atual diretor do Banco Safra, reforma tributária deveria ser prioridade na pauta, para atrair investimentos e impulsionar a retomada da economia

, diz que o desafio do governo consiste em não desequilibrar o que chamou de a maior inovação econômica desta gestão: câmbio desvalorizado e juros baixos, apoiados por certa disciplina fiscal. Segundo ele, é uma receita que"não é nem de esquerda nem de direita e que, se mantida por alguns anos sem exageros, tende a aumentar a competitividade do País e gerar crescimento". 

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Leia TambémAnálise: Bons resultados e boas perspectivas após o leilão de infraestruturaNa sua avaliação, a reforma tributária deveria entrar como prioridade agora na pauta, não apenas porque o Brasil precisa de uma simplificação do sistema de tributos, mas como um atrator de investimentos que pode impulsionar a retomada da economia."Qualquer reforma, mesmo que gradual e que entre em vigor apenas em 2023 ou 2024, se demarcar claramente e simplificar as regras do jogo, terá um grande impacto no investimento nacional e estrangeiro já agora, antes de 2022. É um passo chave para o País voltar a crescer". Já para os Estados, a reforma administrativa seria mais propícia e, se bem feita, diz, pode melhorar educação, arrecadação, justiça, gestão, registros, saúde. A seguir, os principais trechos da entrevista: 

O FMI aponta perspectivas mais pessimistas para a economia brasileira, bem como para a relação da dívida pública com o PIB. Quais os caminhos para reverter esse cenário negativo?O foco imediato continua na vacina e na organização da vida urbana, ou seja, isolamento social com máxima proteção das pessoas e preservação da atividade econômica essencial. Quando alcançarmos 40 milhões de vacinados, cobrindo os mais vulneráveis, a retomada poderá tomar corpo. Mas a vacinação terá de continuar até o final do ano, porque já vimos como novas cepas se disseminam rápido. Vencida a estabilização da saúde, teremos de nos organizar para o esforço de recuperar o ano e meio de restrição às aulas. Apesar de a educação fundamental ser responsabilidade dos municípios, isso tem de ser uma campanha nacional, idealmente com muito apoio do setor privado. E tem de haver também um atendimento urgente no nível médio, que é um período crucial da vida do jovem. Com isso acertado, ficará mais fácil lidar com as expectativas fiscais e a economia vai respirar, talvez com certo apoio do Banco Central por mais uns trimestres. headtopics.com

Diferentemente de 2020, a crise sanitária e econômica no País recrudesce enquanto o Banco Central inicia um novo ciclo de aperto monetário. Na sua avaliação, quais as consequências desse processo do ponto de vista de recuperação econômica?

O Banco Central tem sido claro no sentido de que ele procura por enquanto uma normalização parcial da política monetária. Com a aceleração da inflação, a Selic passou a ser negativa em termos reais, o que não era a proposta do BC em agosto passado. Então, ele tem dito que quer fazer mais agora para poder fazer menos no todo. Isso é importante, porque certamente a maior parte do impulso econômico que herdamos do ano passado, e que era evidente na virada do ano, se dissipou, e a atividade econômica no segundo semestre ainda é incerta. Para isso contribuíram a inflação, o recrudescimento da pandemia e alguns soluços na definição das despesas públicas em 2021. O aumento da Selic em maio já está anunciado, fazendo de junho um bom momento para o BC avaliar se é hora de continuar apertando ou se o freio fiscal e o impacto da pandemia no segundo trimestre indicam uma pausa no aperto, junto com uma atenção especial no apoio ao crédito.

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Resumão diário #28: Quinta-feira, 29 de abril

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