Imagens revelam como aumento do nível do mar pode mudar cidades no Brasil e no mundo - BBC News Brasil

14/08/2022 20:27:00

Salvador, Recife, Fortaleza, Rio e Porto Alegre estão entre as grandes cidades que podem ter parte do território invadido por água nas próximas décadas #ArquivoBBC

Salvador, Recife, Fortaleza, Rio e Porto Alegre estão entre as grandes cidades que podem ter parte do território invadido por água nas próximas décadas ArquivoBBC

Estudo feito por instituições americanas e alemãs projeta como áreas costeiras podem ser invadidas pelo mar nas próximas décadas. Países da Ásia serão os mais atingidos pelas mudanças.

Já Anders Levermann, professor de dinâmicas de sistemas climáticos do Instituto Potsdam, na Alemanha, avalia que "o aumento do nível do mar é uma ameaça à nossa herança".No cenário mais otimista, esse aumento de 1,5°C aconteceria se diminuíssemos aos poucos a emissão de gases do efeito estufa, até alcançarmos zero emissões em 2050.

Os locais mais atingidos estão na Ásia: China, Índia, Indonésia e Vietnã teriam partes de seu território afetados, onde milhões de pessoas vivem atualmente.(Imaginando Nosso Futuro, em tradução literal).À esquerda, é possível conferir a situação caso a elevação seja de apenas 1,5°C. À direita, a projeção leva em conta uma subida de 3°C nos termômetros (e, claro, o efeito disso no aumento do nível dos oceanos).

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"E não apenas às nossas heranças antigas, mas das cidades em que vivemos hoje. São esses locais nas quais as ações de agora deixam o mundo preparado para a próxima geração", completou. Segundo um estudo conduzido por pesquisadores da Espanha, publicado na revista científica The Lancet, 25% dos pacientes relataram o problema. E há uma diferença considerável no que pode acontecer com essas regiões de acordo com o aumento da temperatura: se ocorrer uma elevação de até 3°C nas próximas décadas (em comparação com a média pré-industrial), o risco de danos é praticamente o dobro do que seria observado numa subida ligeiramente menor, entre 1,5°C e 2°C. Para obter os níveis de metais pesados ​​significativamente mais próximos de zero, a FDA (agência reguladora dos Estados Unidos) deve ir além do corredor de alimentos para bebês e estabelecer padrões fortes para esses contaminantes”, afirma a diretora nacional da Healthy Babies Bright Futures, Charlotte Brody, em comunicado. No cenário mais otimista, esse aumento de 1,5°C aconteceria se diminuíssemos aos poucos a emissão de gases do efeito estufa, até alcançarmos zero emissões em 2050. Todos os pacientes, de em média 37 anos, apresentaram as erupções cutâneas que são um dos principais sintomas da doença. Já a elevação de 3°C será realidade caso o ritmo atual continue como está ou até piore nas próximas décadas.  De acordo com os pesquisadores, similaridades significativas foram encontradas em diferentes fatores de risco cardiometabólicos.

Para ilustrar o tamanho do problema, o Climate Central montou uma série de imagens, com o auxílio de programas de edição e fotos de satélites, que revelam como podem ficar cerca de 100 cidades costeiras de 39 países diferentes, incluindo o Brasil. O estudo revelou, ainda, que 39% dos contaminados registraram complicações que necessitaram de tratamento médico. “Não encontramos nenhuma evidência para sugerir que os alimentos caseiros em geral tenham níveis mais baixos de metais pesados ​​do que os alimentos para bebês comprados em lojas”, diz a diretora de pesquisa da Healthy Babies Brighter Futures Jane Houliha, em comunicado. Os locais mais atingidos estão na Ásia: China, Índia, Indonésia e Vietnã teriam partes de seu território afetados, onde milhões de pessoas vivem atualmente. As projeções, que levam em conta os cálculos feitos pelo Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), fazem parte do projeto Picturing Our Future (Imaginando Nosso Futuro, em tradução literal). Apenas 2% dos pacientes precisaram de internação hospitalar. Efeitos do aumento da temperatura no Brasil Nas imagens a seguir, arraste a seta para os lados e veja como algumas cidades brasileiras poderão ser afetadas com o aumento da temperatura, segundo o estudo do Climate Central. No entanto, tanto a AAP, como a Healthy Babies Brighter Future, afirmam que, embora preocupante, as informações não devem soar como um alarme para os pais. À esquerda, é possível conferir a situação caso a elevação seja de apenas 1,5°C. As complicações mais comuns foram proctite (às vezes extremamente dolorosa e em outros casos associada a prurido (coceira) muito intenso), amigdalite, parafimose (complicação da fimose) por edema peniano e abscessos bacterianos”, explicam os autores. Casais entre 20 e 39 anos, por exemplo, tiveram maior “concordância” (ambos consumiam) para o tabagismo.

À direita, a projeção leva em conta uma subida de 3°C nos termômetros (e, claro, o efeito disso no aumento do nível dos oceanos). O primeiro exemplo da lista é Salvador, capital da Bahia. Já o tempo desde o início das lesões até a formação de uma crosta seca foi de 10 dias. Os alimentos à base de arroz foram no geral considerados os mais afetados com arsênico e, portanto, mais perigosos. O aumento de 1,5°C já faria o mar avançar sobre parte do centro e outros bairros da Cidade Baixa. Agora, caso a elevação da temperatura chegue a 3°C, a imagem mostra que toda a área onde fica o Mercado Modelo até a frente do Elevador Lacerda seria tomada pelas águas. Além disso, o trabalho mostrou que quase todos os indivíduos ou tiveram relações sexuais anteriores com uma pessoa que teve diagnóstico para o vírus monkeypox ou tinham comportamento de risco para infecções sexualmente transmissíveis (ISTs), como múltiplos parceiros nos últimos três meses ou uso de drogas recreativas durante o sexo - 17% dos infectados apresentaram um quadro de IST concomitante à varíola. Seu dispositivo não consegue mostrar essa imagem Um cenário parecido pode ser observado no bairro de Casa Amarela, na região Norte de Recife. Mas, no geral, enquanto não há uma regulamentação mais restritiva em relação à presença das substâncias nos alimentos, a organização que conduziu o estudo orienta que os pais foquem em variar as opções de alimentos saudáveis. Isso ressalta a importância da escolha de hábitos saudáveis.

Com 1,5°C, é possível observar um possível aumento do nível do rio Capibaribe. “A localização das lesões, o histórico de exposição dos indivíduos e as infecções sexualmente transmissíveis concomitantes sugerem que o contato próximo durante o sexo é a forma dominante de transmissão da varíola dos macacos no surto atual. Com 3°C, boa parte das ruas e das avenidas seriam tomadas. Seu dispositivo não consegue exibir essa imagem Um dos cartões postais de Fortaleza, o Farol do Mucuripe é uma das únicas estruturas a permanecer intocada pelas águas do oceano com o aumento de 3°C na temperatura. Os pesquisadores, no entanto, não têm considerado ainda a varíola símia como uma IST. Uma dieta variada evita isso e garante uma mistura saudável de nutrientes também”, diz o comunicado. Mas, mesmo com um aumento de 1,5°C, o mar já cobriria as praias do Titanzinho e do Futuro. Seu dispositivo não consegue exibir essa imagem Às margens do rio Jacuí e na beira do Lago Guaíba, a Usina do Gasômetro, em Porto Alegre, também ficaria inacessível com a subida das águas no cenário mais pessimista. Porém, os responsáveis pelo artigo na Lancet consideram que a transmissão pela pele da região pode ser já um sinal de alerta.

E, mesmo na possibilidade otimista (de aumento de 1,5°C na temperatura), já é possível notar algumas modificações na configuração da capital gaúcha. Seu dispositivo não consegue exibir essa imagem Com a subida de 1,5°C na temperatura, a área da estação de metrô Botafogo/Coca-cola, na zona Sul do Rio de Janeiro, é pouco afetada. No entanto, a definição estendida de infecções sexualmente transmissíveis, como sífilis e herpes simples, inclui a presença de patógenos em lesões genitais purulentas que são transmitidas por lesões superficiais na pele ou nas mucosas”, dizem os autores. Agora, com o acréscimo de 3°C nos termômetros, todo o bairro fica coberto de água. Seu dispositivo não consegue exibir essa imagem E no mundo? Em Havana, em Cuba, Dhaka, em Bangladesh e Lagos, capital da Nigéria, as projeções do Climate Central mostram um cenário drástico. O aumento de 3°C poderia submergir parcialmente ou totalmente edifícios e praças no coração das cidades.

Seu dispositivo não consegue exibir essa imagem Seu dispositivo não consegue exibir essa imagem Seu dispositivo não consegue exibir essa imagem Mas países desenvolvidos sofrem igualmente as consequências drásticas do aumento do nível do mar. Na capital britânica, o cenário de aumento de 1,5°C já é suficiente para inundar parte da entrada e dos jardins do Palácio de Buckingham, residência da rainha Elizabeth 2ª. Com a temperatura 3°C acima da atual, o palácio fica inacessível. Seu dispositivo não consegue exibir essa imagem No sul da Espanha, em Sevilha, a famosa Praça de Espanha, e boa parte do centro da cidade, também seriam inundadas nesse cenário. Seu dispositivo não consegue exibir essa imagem Nos Estados Unidos, Hoboken, cidade de Nova Jersey que faz parte da região metropolitana de Nova York, seria ao menos parcialmente submersa.

Seu dispositivo não consegue exibir essa imagem E nem a sede do Google em Mountain View, na Califórnia, se salvaria das águas. Mesmo no cenário menos drástico de aumento de temperatura, o acesso ao Googleplex já seria dificultado. Seu dispositivo não consegue exibir essa imagem Você pode conferir as 180 projeções e imagens (que incluem outros cenários brasileiros) .