Hotéis fecham 2021 em alta, mas pandemia coloca em dúvida retomada em 2022 - Economia - Estadão

13/01/2022 05:20:00

Hotéis fecham 2021 em alta, mas pandemia coloca em dúvida retomada em 2022 (via @EstadaoEconomia)

Hotéis fecham 2021 em alta, mas pandemia coloca em dúvida retomada em 2022 (via EstadaoEconomia)

Empreendimentos voltaram a registrar taxa de ocupação alta no fim do ano, mas o aumento de casos de covid-19 e influenza pode afastar viajantes

hotéis viram um número crescente de reservas nos últimos meses de 2021.soja.País e diz que o resultado das contas governamentais em 2021 superou, de longe, as previsões catastrofistas feitas pela maioria absoluta de seus pares.Segundo dados divulgados nesta terça-feira pelo IBGE, o IPCA desacelerou para 0,73% em dezembro × A inflação oficial fechou 2021 em 10,06% , segundo dados divulgados nesta terça-feira (11) pelo IBGE.

Muitos empreendimentos em cidades turísticas ficaram lotados durante as festas de fim de ano.Mas o que parecia um sinal promissor de retomada deu lugar a um sentimento de dúvida e cautela no começo de 2022 devido ao novo salto de casos de covid-19, aos cancelamentos de voos e à pressão inflacionária sobre todo o mercado.Se confirmada, será uma safra 2,5% maior do que a de 2021, que já foi recorde.No segmento de resorts e hotéis de luxo, a ocupação ficou em torno de 80% a 90% em dezembro, de acordo com números preliminares da Associação Brasileira de Viagens de Luxo (BLTA, na sigla em inglês).“A gente está no seguinte dilema hoje: ou a narrativa vai se aproximar da realidade ou a realidade vai se aproximar da narrativa e a visão de que as coisas estão ficando muito ruins vai se consolidar.A entidade reúne redes de grifes como Fasano, Unique, Belmond e Copacabana Palace, entre outros.O atraso no plantio na safra anterior se deu por causa da demora no início das chuvas no período hmido do Centro-Sul.O Fórum de Operadores Hoteleiros do Brasil (FOHB) também observou ocupação acima de 80% nas cidades com atrativos turísticos, como praia e campo, também segundo pesquisas preliminares.Notícias relacionadas:.

Já os hotéis voltados ao turismo de negócios ainda têm muitos quartos vagos.Na safra atual, as chuvas chegaram, em boa quantidade, em outubro passado, conforme o normal, permitindo o início do plantio da soja ainda naquele mês.“Mas o Brasil ainda tem um ajuste fiscal para fazer, para colocar a dívida pública numa trajetória de queda.O retorno dos hóspedes têm duas explicações.O primeiro é a demanda reprimida por lazer, já que a pandemia impôs restrições a passeios por muitos meses.Se confirmada, será um salto de 24,1% em relação à safra de 2021."Muitas famílias ficaram reservadas por um tempão e estavam desesperadas para viajar", diz o presidente da FOHB, Orlando de Souza.A situação fiscal está tão ruim quanto dizem por aí? Olhando a situação fiscal hoje, a gente terminou 2021 com números muito melhores do que os esperados por qualquer economista, inclusive os mais otimistas, não um ano atrás, mas seis meses atrás."O avanço da vacinação e a queda nos dados de internação e mortes por coronavírus também animaram.Já a primeira safra deverá colher 28,5 milhões de toneladas, avanço de 11,2% sobre 2021.

” O segundo ponto é que o turismo doméstico foi praticamente a única opção para muita gente.As viagens internacionais ficaram menos acessíveis devido à forte desvalorização do real e às restrições de outros países para receber estrangeiros.O atraso no plantio da segunda safra de milho, em 2021, se deu também por causa do regime de chuvas.Agora, em 2022, este resultado não deverá se repetir.Portanto, a solução foi tirar férias por aqui mesmo."O último trimestre foi super positivo e ficou até acima do que nós esperávamos", diz Paulo Michel, presidente da Louvre Hotels Group, rede com 15 unidades no Brasil.Como, em outubro de 2020, as chuvas não chegaram ao Centro-Sul, o atraso no plantio da safra de 2021 de soja acarretou no atraso, também, no plantio da segunda safra de milho.A ocupação chegou a bater em 100% no Rio de Janeiro, por exemplo.O déficit primário para o biênio 2021/2022 deverá ficar em torno de R$ 30/35 bilhões.

Já na média, a ocupação foi menor, de 63%, porque há hotéis mais voltados ao público de empresas e que ainda estão com demanda baixa.Com a combinação dos dois fatores, a produção total de milho ficou em 87,8 milhões de toneladas em 2021, tombo de 15,0% ante 2020.Do otimismo à insegurança Já na virada do ano, houve uma mudança importante no cenário em decorrência do aumento nos casos de covid, que coincidiram com a explosão dos contágios por gripe.O quadro tem inspirado o reforço das medidas preventivas, como o distanciamento social.A segunda safra de milho foi de 62,1 milhões de toneladas, tombo de 18,9% ante 2020.Na crise de 2015 e 2016, o déficit foi bem mais alto.Também tem ocorrido afastamento de muitos funcionários e dificuldade das empresas em manter o atendimento.As companhias aéreas, por exemplo, cancelaram mais de 600 voos neste ano, o que deve atrapalhar o turismo.

Sem contar que o preço das passagens subiu muito.Isolando os resultados do governo federal e dos Estados e municípios em 2021, como é que ficam os números? Os Estados e municípios devem ter terminado 2021 com um superávit na casa dos R$ 100 bilhões, provavelmente o melhor resultado fiscal desde 1991.A presidente da BLTA, Simone Scorsato, conta que ainda não há um número expressivo de cancelamentos de reservas no setor de resorts e hotéis de luxo, mas considera esse um risco real."A questão dos voos é um problema porque há destinos onde só se chega de avião", pondera.Scorsato acrescenta que a falta de funcionários por licença médica também está afetando os próprios hotéis.Para 2022, a estimativa para o governo central é de um déficit um pouco maior, de R$ 88,9 bilhões, equivalente a 0,8% do PIB, mas ainda relativamente baixo também.Nos casos mais extremos, algumas unidades têm até recusado reservas para não comprometer a qualidade do atendimento a esse público mais exigente.

"Sem mão de obra qualificada, ficam buracos no atendimento”, afirma.Ela alerta ainda que o turismo doméstico voltará a competir com as viagens internacionais à medida em que outros países voltarem a liberar a entrada de brasileiros, como já é realidade nos Estados Unidos e na Europa.Pelos meus cálculos, a gente terminou 2021 com um déficit nominal, que é o déficit primário mais a conta de juros, em torno de 5% ou menos do PIB, o equivalente a cerca de R$ 410 bilhões, que é um dado bom, também o melhor desde 2013."O ano de 2022 vai ser mais difícil", estima, referindo-se à concorrência.Souza, da FOHB, acredita que a confiança em uma retomada mais robusta do mercado ficou comprometida pela nova onda de casos de covid."Este deveria ser o ano da retomada, mas com essa história da ômicron há dúvida sobre como vai ficar o comportamento das pessoas", lamenta.Em 2015, chegou a 10,2% do PIB ou cerca de R$ 600 bilhões em valores absolutos.

Na sua avaliação, o maior desafio para os administradores de hotéis será subir o valor das tarifas - que encolheram nos últimos dois anos na tentativa de atrair hóspedes, enquanto os custos com energia, alimentos e folha salarial, entre outros, subiram.Segundo a FOHB, a diária média no acumulado de 2021 até novembro foi de R$ 211, baixa de 4% em relação ao mesmo período de 2020.Já no mês de novembro, isoladamente, a diária média atingiu R$ 284, alta de 41% - com os donos de hotéis aproveitando a alta demanda para faturar e recuperar perdas.Nas minhas contas, o Brasil fechou 2021 com uma dívida bruta inferior a 81% do PIB, também muito mais baixa do que se projetava."Adotamos a estratégia de manter a tarifa até aqui, e agora esperamos recuperar ao menos parte da inflação", afirma Paulo Michel, do Louvre Hotels Group."Mas ainda não podemos dizer bem o que vai acontecer em 2022.

Se for positivo, podemos voltar a ter a mesma ocupação de 2019, antes da pandemia.Em 2020, no auge da pandemia, a dívida líquida chegou a 62,5% do PIB.” Tudo o que sabemos sobre:.

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Produção de grãos cai 0,4% em 2021; IBGE prevê safra recorde este ano - Economia - EstadãoSegundo o IBGE, o bom desempenho de 2022 será impulsionado pela recuperação do milho e por novo recorde na soja Economia agronegocio sonegador e pau mandado da china. Economia Já os nossos grãos foram completamente esmagados pela família de milicianos em 2021.

'O resultado fiscal de 2021 superou as previsões mais otimistas', diz Mansueto Almeida - Economia - EstadãoPara o economista, porém, o mercado 'está nervoso' com a possibilidade de haver novos 'furos' no teto de gastos e com o discurso de 'alguns candidatos' à Presidência contra a medida A sefaz tá assaltando o bolso do consumidor. Qui falta de caráter desses órgãos assaltando o bolso do contribuinte. Resultado fiscal no seu Kkkkkkkkkkkkkkk. Tnc

Inflação oficial tem maior alta desde 2015 e fecha 2021 em 10,06%Segundo dados divulgados nesta terça-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, o IPCA desacelerou para 0,73% em dezembro 'Apocalipse de jesus Cristo' E quando o Cordeiro quebrou o quarto selo saiu um cavalo amarelo e quem o montava chamava-se Morte e era seguido de perto pelo inferno. E receberam o domínio sobre a quarta parte da Terra, a fim de matar com a guerra, fome, pestes, e animais ferozes.

Inflação fecha 2021 em 10,06%, maior alta em seis anosPuxado pela alta dos combustíveis e energia, índice ficou bem acima do teto da meta estipulada pelo Banco Central, de 5,25%, e é o maior desde o governo Dilma Fique em casa E tome V né Guedes? e se a gente eleger a Dilma este ano e fazer o impeachment de novo?

IPCA fecha 2021 com alta de 10,06%É a maior taxa desde 2015. Somente em dezembro, inflação foi de 0,73% Já sei qual será o remédio do BACEN independente, subir o juros para conter a loucura do povo que não para de tomar empréstimo para comprar, comprar e comprar ... porque nunca o consumo esteve tão estumulado e frenético no Brasil como hoje em dia. O Brasil de Bolsonaro. Perdemos a cada dia o poder de compra e as desigualdades aumentam. Um abismo social.

Inflação oficial fecha 2021 em 10,06%, a maior alta anual desde 2015Índice fica acima dos dois dígitos pela primeira vez em seis anos; combustíveis, contas de energia e alimentos ficaram mais caros e mostram alta disseminada E as famílias pobres são as mais afetadas. Explica aí presidente de turma da quinta série! Explica aí Bozo... BolsonaroVagabundo JairJaEra