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Fabricante da Covaxin nega autoria de documentos entregues pela Precisa ao Ministério da Saúde

Documentos foram encaminhados pela Precisa, nas negociações da vacina, como se fossem de autoria da Bharat Biotech. Em um dos papéis, nome da farmacêutica indiana está escrito errado.

23/07/2021 19:11:00

Documentos foram encaminhados pela empresa como se fossem de autoria da Bharat Biotech. Papéis têm erros de grafia que levantaram suspeitas de falsificação G1 CPIdaCovid Precisa Covaxin

Documentos foram encaminhados pela Precisa , nas negociações da vacina, como se fossem de autoria da Bharat Biotech. Em um dos papéis, nome da farmacêutica indiana está escrito errado.

Os documentos a que se refere a Bharat foram encaminhados pela Precisa à Saúde como se fossem de autoria da farmacêutica.“Fomos informados recentemente que certos documentos, supostamente emitidos por executivos da empresa, estão sendo divulgados online. Gostaríamos de afirmar enfaticamente que esses documentos não foram emitidos pela companhia ou seus executivos e, portanto, negam veementemente os mesmos", informou a fabricante nesta sexta-feira (23) por meio de nota.

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Vacina Covaxin: Bharat Biotech encerra negociação com empresa brasileira PrecisaO Brasil chegou a empenhar R$ 1,6 bilhão para a aquisição de 20 milhões de doses do imunizante. Mas, em meio a uma série de investigações envolvendo a contratação, o processo acabou suspenso. A CPI da Covid, a Polícia Federal, o Ministério Público Federal e o Tribunal de Contas da União (TCU) apuram o caso.

A Precisa Medicamentos se apresenta como a representante entre a Bharat e o governo brasileiro na contratação da Covaxin. A empresa é a única intermediária, nas vacinas negociadas pelo Brasil, que não possui vínculo com a indústria do ramo. Também chama atenção o fato de o imunizante ser o mais caro negociado pelo governo – custou US$ 15. headtopics.com

Nos documentos cuja autoria é negada pela Bharat, a Precisa fica autorizada a ser o “representante legal e exclusivo” da fabricante no Brasil, com autonomia para negociar preços e condições de pagamento (leia mais abaixo).Nesta sexta, a Bharat Biotech anunciou que rescindiu o memorando de entendimentos para vender a Covaxin para a Precisa Medicamentos. A fabricante não revelou o motivo.

A Precisa divulgou uma nota sobre a rescisão, mas não mencionou especificamente a afirmação da Bharat Biotech sobre os documentos não reconhecidos pela farmacêutica."A Precisa jamais praticou qualquer ilegalidade e reitera seu compromisso com a integridade nos processos de venda, aprovação e importação da vacina Covaxin", diz a nota da empresa brasileira.

Erros de grafia e autonomiaA Bharat apresentou dois documentos não reconhecidos pela empresa. Um deles – uma declaração de inexistência de fatos impeditivos – apresenta erros de grafia no nome da própria farmacêutica, registrada como “Bharat Biotecb” (veja abaixo).

Documento apresentado pela Precisa, com erro no nome do laboratório Bharat Biotech — Foto: ReproduçãoJá a segunda documentação indica que a Bharat Biotech autoriza a Precisa Medicamentos “para ser nosso representante legal e exclusivo no Brasil com poder de receber todas as notificações do governo, sendo responsável administrativamente e judicialmente por meio de sua legislação nacional”. headtopics.com

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Há, ainda, a autorização para a Precisa participar de todos os processos de aquisição da Covaxin pelo Ministério da Saúde, “negociando preços e condições de pagamento, assim como datas de entrega e todos os detalhes pertinentes à operação”.

Nos documentos, constam a suposta assinatura do diretor-executivo da farmacêutica, Dr Krishna Mohan Vadrevu, com referência ao dia 19 de fevereiro deste ano.Segundo documento apresentado pela Precisa que a Bharat Biotech diz não reconhecer — Foto: Reprodução

'Possíveis crimes'A senadora Simone Tebet (MDB-MS), líder da bancada feminina e participante frequente da CPI da Covid, afirmo que os documentos contestados pela Bharat Biotech podem indicar "possíveis crimes" cometidos pela Precisa.

"Nós estamos diante de 2 possíveis crimes: crime de falsidade de documento privado e crime de falsidade ideológica. Com que objetivo? Falsificar os documentos em nome da Bharath para dizer, num deles, que talvez seja o item mais grave, que a Precisa tinha plenos poderes para negociar o preço da vacina e condições de pagamento", afirmou a senadora. headtopics.com

Ainda segundo Tebet, o episódio confirma suspeitas da CPI. Ela lembrou que uma das suspeitas em torno das negociações da Covaxin era uma invoice (nota fiscal) que previa pagamento adiantado de US$ 45 milhões pela primeira remessa de doses.

O pagamento, segundo a nota, seria feito para uma terceira empresa, a Madison, com sede em Singapura. O problema é que o contrato da Covaxin não previa pagamento adiantado."Em conjunto com as invoices que apresentamos, que tem suspeita de fraude também, confirma a tese da CPI de que eles estavam, primeiro, querendo receber o pagamento antecipado, e que a primeira parte, R$ 200 milhões, seria para ir parar no paraíso fiscal [Singapura]. Provavelmente como parte do pagamento de propina para uma série de pessoas que agora a CPI tem que descobrir quem são", concluiu a senadora.

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'Obstrução de informações'A CPI da Covid apura o contrato da Covaxin após depoimento dos irmãos Luis Miranda (DEM-DF), deputado federal, e Luis Ricardo Miranda chefe do departamento de importação do Ministério da Saúde.

Luis Ricardo constatou supostas irregularidades na documentação, entre as quais a previsão de um pagamento antecipado de de US$ 45 milhões, o que não estava previsto em contrato.A cúpula da comissão relatou ter enfrentado dificuldades em acessar o contrato da Covaxin e chegou a apontar para uma “obstrução de informações” por parte do Ministério da Saúde.

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surreal isso! que bosta! A PropinaVac dos milicianos /militares /centrão não deu certo...? Gente... Esse governo é muito corrupto viu, parece até que voltamos a ditadura militar só faltou dar os devidos créditos para a repórter thaisa__olv da cbnbrasilia que fez TODO O TRABALHO DE APURAÇÃO. A verdade estar aparecendo! Nada fica oculto. CPIdaCOVID senadora SimoneTebetms explicou direitinho os erros naquela invoice🙄🤔

oi mô aqui o crédito da matéria que vc deixou cair Se esses contratos fossem registrados em blockchain... Então o Ministério da Saúde está isento! Eita CPI EITAAAAAA. O mistério está entre Bharat biotech and Precisa Falsificação militar ...

Fabricante da Covaxin encerra acordo com empresa brasileira Precisa MedicamentosNo comunicado, a Bharat disse que continuará trabalhando a Anvisa, para obter as aprovações para uso da Covaxin . A Precisa Medicamentos entrou na mira da CPI por ter intermediado a aquisição de doses do imunizante entre o Ministério da Saúde e a farmacêutica indiana. Terminaram as viagens de dois meses com direito a concierge da Emanuela na Índia, vai pirar. Mas o gado fala que a CPI é circo e não mostra nenhuma prova ou evidência... Uma decisão bastante Precisa, foi bom da parte deles Anvisar.

Alcolumbre atribui a Onyx influência sobre ex-diretor da Saúde investigado - Política - EstadãoDeclaração liga um integrante do núcleo duro do presidente ao personagem que está no centro das principais denúncias de corrupção no Ministério da Saúde sob apuração da CPI da Covid Politica XeuleBot Politica Me perdoem pelo incômodo, tenho três filhas e estamos passando necessidades, não temos quase alimentos, contas e aluguel atrasado, por favor quem puder nos ajude, me doe qualquer valor, não tenho condições, de RT pra me ajudar, Deus abençoe. **** Pix= beneditoribeiro832gmail.com Politica Alcoolumbre, aquele lá, lembram né?

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Itamaraty fura fila e vacina diplomatas fora do Plano Nacional | RadarVacinação não cumpre requisitos de prioridade do Ministério da Saúde (via radaronline) radaronline Roubar vacina é só mais uma ação corrupta do governo Bolsonaro ForaBolsonaroGenocida radaronline E segue a mentirada mimizenta…. radaronline Somos mais de 2.000 estudantes e pesquisadores admitidos em universidades europeias e que foram ABANDONADOS pelo Ministro Carlos França! O Brasil se tornou um pária internacional devido ao descontrole da pandemia no Brasil e diplomatas furaram a fila da vacina! Vergonha nacional

'Ministério é nosso', escreveu Dominguetti após reuniões com integrantes da SaúdeMensagens no celular indicam que o então ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, tinha interesse nos imunizantes oferecidos