Estudo da USP abre novas perspectivas para o tratamento do tipo mais letal de câncer de pele

20/05/2022 20:00:00

Experimentos ajudam a entender por que pacientes com melanoma em estágio avançado desenvolvem resistência ao medicamento vemurafenib

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Estudo da USP abre novas perspectivas para o tratamento do tipo mais letal de câncer de pele Experimentos ajudam a entender por que pacientes com melanoma em estágio avançado desenvolvem resistência ao medicamento vemurafenib R7 portalr7

Experimentos ajudam a entender por que pacientes com melanoma em estágio avançado desenvolvem resistência ao medicamento vemurafenib

PixabayO fármaco vemurafenib tem sido usado atualmente no tratamento de pessoas com melanoma em estágio avançado, quando já há metástase ou não é mais possível remover o tumor cirurgicamente. Mas, após alguns meses, os pacientes começam a adquirir resistência ao medicamento. Um estudo conduzido na USP (Universidade de São Paulo) ajuda a entender por que isso acontece.

De acordo com dados divulgados noJournal of Cellular and Molecular Medicine, o fenômeno parece estar associado à expressão desregulada de uma molécula denominada lncRNA U73166 – nunca antes descrita com alguma relevância biológica em casos de câncer ou de qualquer outra doença.

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Mas, após alguns meses, os pacientes começam a adquirir resistência ao medicamento. Um estudo conduzido na USP (Universidade de São Paulo) ajuda a entender por que isso acontece. Um estudo conduzido na Universidade de São Paulo (USP) ajuda a entender por que isso acontece. De acordo com dados divulgados no Journal of Cellular and Molecular Medicine , o fenômeno parece estar associado à expressão desregulada de uma molécula denominada lncRNA U73166 – nunca antes descrita com alguma relevância biológica em casos de câncer ou de qualquer outra doença. Além dos impactos ambientais e econômicos, a retração das geleiras leva à perda de bens culturais, uma vez que as montanhas nevadas são de especial valor para as populações locais. O lncRNA U73166 é classificado como um RNA longo não codificador, ou seja, é um tipo de RNA que não contém informações para a produção de proteínas, mas interfere na expressão de vários outros genes. O lncRNA U73166 é classificado como um RNA longo não codificador, ou seja, é um tipo de RNA que não contém informações para a produção de proteínas, mas interfere na expressão de vários outros genes . Estudos anteriores já haviam mostrado que os RNAs longos não codificadores têm papel importante no desenvolvimento e na progressão do melanoma, considerado o tipo mais letal de câncer de pele. Ela abrange sete países: Venezuela, Colômbia, Equador, Peru, Bolívia, Chile e Argentina.

Esses tumores surgem a partir de mutações nos melanócitos – as células produtoras do pigmento (melanina) que dá cor à pele e aos pelos do corpo –, que passam a se multiplicar de forma anormal, podendo adquirir a capacidade de invadir outros tecidos de maneira agressiva (metástase). Esses tumores surgem a partir de mutações nos melanócitos – as células produtoras do pigmento (melanina) que dá cor à pele e aos pelos do corpo –, que passam a se multiplicar de forma anormal, podendo adquirir a capacidade de invadir outros tecidos de maneira agressiva (metástase). Uma área equivalente ao Chile, ou 74,6 milhões de hectares, em cobertura vegetal natural deixou de existir na chamada região pan-amazônica, entre 1985 e 2020. A pesquisa que levou à identificação do lncRNA U73166 como um agente importante nesse processo envolveu cientistas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP-USP) e do Centro de Terapia Celular (CTC), um Centro de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPID) da FAPESP (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo). A equipe é coordenada pelo professor da FMRP-USP Wilson Araújo da Silva Júnior. A equipe é coordenada pelo professor da FMRP-USP Wilson Araújo da Silva Júnior. O grupo analisou amostras de melanoma e observou que o lncRNA U73166 está com a expressão aumentada quando comparada à de melanócitos normais – tanto no caso de tumores primários quanto nos metastáticos. Além do Brasil, fazem parte da região. Em tecidos normais, de modo geral, a expressão desse RNA longo apresentou níveis bem baixos (com exceção dos testículos). Em tecidos normais, de modo geral, a expressão desse RNA longo apresentou níveis bem baixos (com exceção dos testículos). Precisamos implementar políticas ecológicas públicas para as populações que vão sofrer com essas mudanças climáticas.

“O fato de a expressão ser alta em melanoma e baixa em melanócitos e outros tecidos normais sugere que o lncRNA U73166 seria um ótimo candidato a biomarcador ou até mesmo um alvo terapêutico para combater a doença”, afirma o biólogo Ádamo Siena, integrante do CTC e primeiro autor do artigo. Um dos experimentos realizados pelo grupo foi o silenciamento da expressão do lncRNA U73166 em linhagens celulares de melanoma. Um dos experimentos realizados pelo grupo foi o silenciamento da expressão do lncRNA U73166 em linhagens celulares de melanoma. Assim, foi demonstrado que amostras com menor expressão possuíam menor capacidade de migração e invasão, processos fundamentais para o desenvolvimento e a evolução de tumores. “Existe uma associação entre o aumento da expressão do lncRNA U73166 e o aumento desses dois processos fundamentais para o avanço tumoral”, explica Siena. “Existe uma associação entre o aumento da expressão do lncRNA U73166 e o aumento desses dois processos fundamentais para o avanço tumoral”, explica Siena. Os cientistas também fizeram experimentos com amostras de melanoma não resistentes ao vemurafenib, que foram tratadas com concentrações crescentes do fármaco para se tornarem resistentes. As geleiras são fonte hídrica para vários rios que correm no Pantanal, isso é um grande problema para a fauna e flora da região”, explicou Souza Tópicos.

Análises de dados posteriores permitiram observar que a expressão do lncRNA U73166 aumentou aproximadamente dez vezes depois que as células adquiriram resistência ao fármaco. Análises de dados posteriores permitiram observar que a expressão do lncRNA U73166 aumentou aproximadamente dez vezes depois que as células adquiriram resistência ao fármaco. Na avaliação dos autores, os achados devem contribuir para aprimorar o tratamento do melanoma. O lncRNA U73166 poderá ser explorado, no futuro, como um biomarcador da doença. O lncRNA U73166 poderá ser explorado, no futuro, como um biomarcador da doença. Talvez seja possível monitorar a expressão dessa molécula para descobrir se o paciente está se tornando resistente ao vemurafenib. Ou até mesmo usar esse RNA longo não codificador como um alvo para o desenvolvimento de fármacos mais eficazes. Ou até mesmo usar esse RNA longo não codificador como um alvo para o desenvolvimento de fármacos mais eficazes.

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