Defasagem da tabela do IR acumula 132% e faixa de isenção deveria ser de R$ 4.427,59, diz Sindifisco | Economia | O Dia

11/01/2022 23:38:00

Com a divulgação do IPCA feito pelo IBGE, que fechou o ano de 2021 com um aumento de 10,06%, o sindicato atualizou o índice

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Com a divulgação do IPCA feito pelo IBGE, que fechou o ano de 2021 com um aumento de 10,06%, o sindicato atualizou o índice. ODia

Com a divulgação do IPCA feito pelo IBGE, que fechou o ano de 2021 com um aumento de 10,06%, o sindicato atualizou o índice

[email protected]Atualmente, a isenção vale só para quem ganha até R$ 1.903,98 por mês, mas, de acordo com o sindicato, o correto seria no valor de até R$ 4.427,59."Essa diferença, de R$ 2.524,51, penaliza principalmente aqueles contribuintes de mais baixa renda que estariam na faixa de isenção, mas que, devido à defasagem existente, são tributados à alíquota de 7,5%", explica o sindicato. 

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IPCA fecha 2021 com alta de 10,06%É a maior taxa desde 2015. Somente em dezembro, inflação foi de 0,73% Já sei qual será o remédio do BACEN independente, subir o juros para conter a loucura do povo que não para de tomar empréstimo para comprar, comprar e comprar ... porque nunca o consumo esteve tão estumulado e frenético no Brasil como hoje em dia. O Brasil de Bolsonaro. Perdemos a cada dia o poder de compra e as desigualdades aumentam. Um abismo social.

Análise: Além de fechar 2021 acima de 10%, IPCA mostrou pressões disseminadas em dezembroA tarefa do BC de reduzir a inflação será difícil, especialmente num cenário em que o câmbio permanece muito mais desvalorizado do que indicam a solidez das contas externas e a diferença crescente entre os juros internos e externos O mito mitou... Parabéns BancoCentralBR 👏

IPCA: Inflação fecha 2021 em 10,06%, maior nível em 6 anosEntre os produtos que mais tiveram aumento de preço estão os eletrônicos, roupas, alimentos e gás de cozinha presente da bozolândia a todos brasileiros ForaBolsonaro

Senadores batem recorde com despesas médicas em 2021O dinheiro desembolsado pelo Senado para bancar a assistência à saúde dos beneficiários do plano de primeira linha chegou a 31,7 milhões de reais. E 1.100 de salário minimo E o povo come osso

Jornal Hoje | O IPCA, índice oficial da inflação, fecha 2021 com 10,06%; INPC fica em 10,16% Assista online | GloboplayEm dados divulgados pelo IBGE nesta terça-feira (11), a inflação fechou o ano de 2021 em 10,06%, estourando o teto da meta definida pelo Banco Central, de 5,25%. O INPC, índice usado para corrigir o salário mínimo, fechou 2021 com 10,16%: JH Chuva acabando com o país e a conta de energia cobrando taxa extra por causa da seca. Vocês acertaram no comando do jornal. Cesar Tralli é um Lord. Que homem educado, isso é exemplo a seguir. A notícia que eles queriam, bom pra eles, ruim pra nós 🤡

Inflação fecha o ano em 10,06% no IPCA, pior alta desde 2015O IPCA, principal métrica da inflação brasileira, fechou o ano em alta de 10,06%. Os preços devem subir menos em 2022, mas atividade econômica fraca segue sendo preocupação Atingimos o pico. Agora começa a queda. Sr não fosse a turma do Fique em casa e a Economia a gente vê depois a inflação poderia ter vindo mais baixa. BOM DIA Estou ganhando mais $$

De acordo com o sindicato, a partir disso, a diferença do imposto a ser recolhido seria crescente até o valor limite da alíquota de 27,5%, ou seja, R$ 11.O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) fechou 2021 com alta de 10,06%, depois de encerrar em 4,52% um ano antes.A inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) terminou o ano passado em 10,06%, no nível mais alto desde os 10,67% de 2015 e muito acima da meta perseguida pelo Banco Central (BC), de 3,75%..

002,40, se estabilizando a seguir - Marcello Casal JrAgência Brasil De acordo com o sindicato, a partir disso, a diferença do imposto a ser recolhido seria crescente até o valor limite da alíquota de 27,5%, ou seja, R$ 11.002,40, se estabilizando a seguir Marcello Casal JrAgência Brasil [email protected] Publicado 11/01/2022 17:35 Com a divulgação do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) feito pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que fechou o ano de 2021 com um aumento de 10,06%, o Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal (Sindifisco) atualizou a defasagem da tabela do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF). "O resultado de 2021 foi influenciado principalmente pelo grupo Transportes, que apresentou a maior variação (21,03%) e o maior impacto (4,19 pontos percentuais) no acumulado do ano", destacou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em nota. Como não houve reajuste da tabela progressiva para o ano-calendário de 2021 e com correções abaixo da inflação oficial, a tabela do IR acumula uma defasagem de 134,52% de 1996 até o ano passado. No mês, o IPCA teve alta de 0,73%, acima do 0,65% do consenso de mercado.  Atualmente, a isenção vale só para quem ganha até R$ 1. Juntos, os três grupos responderam por cerca de 79% do IPCA de 2021, indicou o IBGE, que citou ainda as variações de Artigos de residência (12,07%) e Vestuário (10,31%).903,98 por mês, mas, de acordo com o sindicato, o correto seria no valor de até R$ 4.

427,59. Em dezembro de 2020, houve aumento de 1,35%."Essa diferença, de R$ 2.524,51, penaliza principalmente aqueles contribuintes de mais baixa renda que estariam na faixa de isenção, mas que, devido à defasagem existente, são tributados à alíquota de 7,5%", explica o sindicato.  De acordo com o sindicato, a partir disso, a diferença do imposto a ser recolhido seria crescente até o valor limite da alíquota de 27,5%, ou seja, R$ 11.002,40, se estabilizando a seguir, já que acima desse nível de rendimento os acréscimos serão sempre tributados à mesma alíquota.

O sindicato explica que enquanto o efeito inflacionário que se acumulou desde 1996 foi de 391,62% as correções chegaram a 109,63%, valor muito abaixo do necessário. Em termos da defasagem acumulada por faixa, já que em 2015 cada uma foi reajustada por alíquotas nominais distintas, as taxas vão de 132,54% até aproximadamente 137% na última faixa. De acordo com estimativas realizadas pelo Sindifisco, se a tabela do IR fosse toda corrigida diante da defasagem, a estimativa é de que 12 milhões de contribuintes seriam incluídos para deixar de pagar o imposto. Com base nas declarações do imposto no ano calendário de 2020, 11,14 milhões de declarantes estavam na faixa de isenção. Dessa forma, ao total, estariam isentas mais de 23,2 milhões de pessoas.

A defasagem na correção da tabela é mais prejudicial para aqueles cuja renda tributável mensal é menor. Assim, por exemplo, para aqueles com rendimento de R$ 6 mil, a não correção da tabela impõe um recolhimento mensal a mais de R$ 662,71, um valor 561,95% maior do que deveria ser. Já o contribuinte com renda mensal tributável de R$ 10 mil paga a mais 145,99% do que deveria. "Percebe-se, aqui, em números, o que já foi colocado acima: o ônus da não correção da tabela é maior para os que ganham menos, ofendendo os princípios da capacidade contributiva e da progressividade", diz o Sindifisco.  Além da não correção da tabela de acordo com o índice de inflação anual, o Sindifisco avalia que as deduções permitidas por lei são valores que não correspondem à realidade dos gastos necessários (dependentes e gastos com educação, por exemplo) que também não vêm sendo atualizados.

  O desconto por dependente, por exemplo, de R$ 189,59 por mês (R$ 2.275,08 no ano), deveria estar em R$ 444,66 mensais ou R$ 5.335,92 anuais. Segundo o sindicato, o valor atualmente vigente está defasado e é insuficiente para a proteção à família (assistir, criar e educar filhos menores). A dedução das despesas com educação foi sendo limitada ao longo dos últimos anos e hoje podem ser deduzidos apenas os pagamentos do ensino formal, dos cursos de especialização e de outros cursos profissionalizantes.

Pela tabela válida para o ano de 2020, foi permitido deduzir até R$ 3.561,50. Para repor a defasagem inflacionária até o final deste ano, faz-se necessária a correção desse valor para R$ 8.353,12. Contribuinte paga mais A defasagem na tabela faz com que o contribuinte pague mais Imposto de Renda a cada ano em relação à inflação oficial.

 A falta de correção integral da tabela faz com que muitos contribuintes que não ganharam mais, ou mesmo ganharam menos, paguem mais. "A não correção da Tabela do IRPF ou sua correção parcial em relação à inflação aumenta a carga tributária e penaliza de maneira mais acentuada o contribuinte de menor renda, notadamente a classe média assalariada", afirma o sindicato.  Ainda segundo o Sindifisco, a correção da tabela pelo índice inflacionário representa tão somente uma obrigação do governo em manter a mesma carga tributária de um exercício para outro. "O Sindifisco Nacional defende a correção da Tabela do IRPF e respectivas parcelas a deduzir, bem como das demais deduções por dependente, pelo índice integral da inflação oficial. A correção da Tabela do IRPF busca um estado de maior justiça fiscal, evitando o aumento da regressividade de nossa tributação, fator este um indutor das desigualdades sociais", finaliza o sindicato.

  Projeto para correção Uma proposta do governo que atualiza tabela do Imposto de Renda, mas limita o desconto simplificado, ainda está parada no Congresso Nacional. Em 1° de setembro de 2021, a última versão do texto-base do Projeto de Lei n° 2.337/21 (PL 2.337/21) foi aprovado pela Câmara dos Deputados e corrige a faixa de isenção do IRPF em 31%. Dessa forma, passaria dos atuais R$ 1.

903,98 para R$ 2,5 mil e as demais em 13%. No entanto, a proposta ainda está em andamento no Senado. .