Dólar vai a R$ 5,40 com aversão externa e temores fiscais

05/07/2022 19:42:00

Dólar vai a R$ 5,40 com aversão externa e temores fiscais

Dólar vai a R$ 5,40 com aversão externa e temores fiscais

Temores de recessão global e PEC das Bondades concentram as atenções

Por volta das 13h20, o dólar operava em alta de 1,18%, sendo negociado a R$ 5,3883 no mercado à vista. Pela manhã, na máxima do dia, foi a R$ 5,4035. No mercado futuro, o dólar para agosto subia 1,01%, a R$ 5,4275.Hoje, o desempenho dos ativos locais reflete o aumento dos temores de recessão no exterior. A incerteza acerca do desempenho da economia americana somada a preocupação com o aperto monetário do Federal Reserve (Fed) para controlar a inflação elevada faz a moeda americana operar nos maiores níveis desde 2002.

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O PAULO GUEDES DEVE ESTAR COMOOOO?! 😍😍😍😍😍 queria ter investido em dólar quando tava a 4 reais🥲

Dólar fecha em R$ 5,32, maior patamar desde janeiro; Ibovespa caiDólar fecha em R$ 5,32, maior patamar desde janeiro; Ibovespa cai. Volume financeiro desta segunda-feira (4) foi baixo e a moeda norte-americana subiu apenas 0,07%: R7 portalr7

Dólar fecha em leve alta e vai ao maior patamar desde janeiroNesta segunda-feira (4), a moeda norte-americana subiu 0,08%, vendida a R$ 5,3251. Culpa do incompetente do planalto Ué Mas o Paulo Guedes e os empresários num tava dizendo que ia ficar tudo bem bolado finin?

Dólar opera em forte alta no exterior, em maior patamar em quase 20 anosPossibilidade de uma recessão nos Estados Unidos e aperto monetário do Federal Reserve (Fed) para controlar a inflação elevada provocam fuga para ativos de segurança onde que o petróleo fechou em alta? animais burros

Euro se desvaloriza e chega a menor valor, em relação ao dólar, das últimas duas décadas | O AntagonistaQueda se dá principalmente por receio de recessão na Europa e pela atual política monetária do banco central dos EUA; assim, a moeda europeia quase chega à paridade com sua contraparte americana culpa do Bozo

Forte alta do dólar pode prejudicar resultados de multinacionais americanas. EntendaMoeda americana subiu 13% contra o euro e mais de 20% ante o iene. Exportadoras podem sofrer com perda de clientes 😴😴😴😴 Ué, mês passado o dólar estava abaixo de 4.90, não vi nenhuma reportagem sobre isso kkkkk 😂😂😂😂😂

Ibovespa opera no menor patamar desde novembro de 2020 com temores de recessão global e riscos fiscaisIbovespa opera no menor nível desde novembro de 2020 e dólar bate R$ 5,40 com exterior e riscos fiscais

O clima negativo que domina os mercados globais faz com que o dólar opere em alta firme, chegando a R$ 5,40 nas máximas, maior patamar desde janeiro.Feriado nos Estados Unidos levou bolsa a baixo volume financeiro no 4 de julho REUTERS/Lee Jae-Won O dólar fechou em leve alta contra o real nesta segunda-feira (4), em sessão sem grandes catalisadores e de volumes reduzidos devido a feriado nos Estados Unidos, enquanto o noticiário envolvendo a PEC dos Auxílios continuou rondando os mercados locais.Notas de real e dólar em casa de câmbio no Rio de Janeiro — Foto: Reuters O dólar fechou em leve alta nesta segunda-feira (4), em dia de feriado nos EUA, com os investidores monitorando o aumento dos riscos fiscais no Brasil.O dólar opera com fortes ganhos na manhã desta terça-feira no exterior.

O aumento dos temores de recessão derruba os principais índices acionários globais e fortalece a moeda americana ante a maioria das moedas. Ao mesmo tempo, no plano doméstico, os riscos são fiscais, com a possibilidade de expansão da “PEC dos benefícios” preocupando investidores. Bolsa de valores O Ibovespa fechou em queda nesta segunda-feira (4), com baixo volume de negócios em razão de feriado norte-americano e agentes financeiros ainda preocupados com o ritmo de aperto monetário nos Estados Unidos e a possibilidade de uma recessão global. Por volta das 13h20, o dólar operava em alta de 1,18%, sendo negociado a R$ 5,3883 no mercado à vista. É o maior patamar de fechamento desde 29 de janeiro deste ano (R$ 5,39). Pela manhã, na máxima do dia, foi a R$ 5,4035.550 pontos, de acordo com dados preliminares, tendo tocado 98. No mercado futuro, o dólar para agosto subia 1,01%, a R$ 5,4275.

Hoje, o desempenho dos ativos locais reflete o aumento dos temores de recessão no exterior.353 no melhor momento da sessão. No ano, ainda tem desvalorização de 4,48% frente ao real. A incerteza acerca do desempenho da economia americana somada a preocupação com o aperto monetário do Federal Reserve (Fed) para controlar a inflação elevada faz a moeda americana operar nos maiores níveis desde 2002. No mesmo horário, o índice DXY, que mede o desempenho do dólar contra uma cesta de seis moedas fortes, disparava 1,42%, a 106,63 pontos.. Já na comparação com pares desenvolvidos, o euro recuava 1,78% ante a divisa americana, negociado a US$ 1,0247; a libra caía 1,62% ante o dólar; a divisa americana subia 1,52% ante o dólar australiano; e 1,62% ante o dólar canadense. Na sexta-feira, os dados de criação de empregos nos EUA também servirão como um termômetro importante do estágio atual do ciclo de crescimento da economia do país. “Houve uma reprecificação do real por conta dos riscos fiscais mas, nos últimos dias, o real tem seguido o mesmo ritmo de outras moedas emergentes”, disse Marcos Weigt, diretor de Tesouraria do Travelex Bank.

Ante outras divisas emergentes além do real, o dólar subia 1,45% contra o peso mexicano; 1,12% ante a lira turca; 1,41% ante o rand sul-africano; e 2,32% em relação ao peso chileno. “Hoje temos dois movimentos: um é o risco local e o outro é o risco global, que deixou de ser um temor de um risco de inflação em junho e passou a ser totalmente um risco de recessão, que se reflete nas curvas de juros dos Estados Unidos”, completou Weight. Se aprovada, seu impacto nos cofres públicos pode chegar a R$ 41,2 bilhões. Estrategistas do BTG Pactual afirmam, em relatório que, o Federal Reserve “ainda está focado em reduzir a inflação, mesmo que precise sacrificar o ritmo de crescimento do PIB dos EUA. Este cenário de aperto das condições financeiras está impactando negativamente o fluxo de recursos para moedas emergentes, deixando, por consequência, o Real enfraquecido no curto prazo”. No plano doméstico, os riscos continuam vindo da política, com a tramitação da PEC dos Benefícios no radar dos agentes. Além de reconhecer um estado de emergência para criar um "voucher caminhoneiro" e de ampliar o Auxílio Brasil e o Auxílio Gás, a PEC foi complementada para incluir a concessão de um benefício destinado a taxistas e ainda um crédito suplementar a programa alimentar.

Agora, deputados negociam uma extensão dos benefícios a motoristas de aplicativos de transporte, o que pode elevar o custo do projeto para perto de R$ 50 bilhões. O líder do governo, Ricardo Barros (PP-PR), reforçou que a intenção é aprovar a PEC sem alterações, para que seja rapidamente promulgada e os benefícios pagos. "A elevação do risco fiscal a partir das medidas citadas segue nos deixando menos construtivos para o real no curto prazo, que ainda deve seguir negociando consistentemente acima de R$/US$ 5,00 nos próximos meses", dizem estrategistas do BTG.. — Foto: Pixabay .