Covid-19: cientistas não têm verba para lançar app que avalia saúde mental | Impacto

Covid-19: cientistas não têm verba para lançar app que avalia saúde mental

09/04/2020 23:19:00

Covid-19: cientistas não têm verba para lançar app que avalia saúde mental

Pesquisadores da Universidade Federal de Santa Catarina desenvolveram projeto para quem atua na linha de frente no combate ao coronavírus

PublicidadeEm meio à pandemia e ao enfrentamento ao coronavírus, o que mais se espera é o desenvolvimento rápido de uma vacina, uma cura definitiva para a doença. Pesquisadores costumam responder que a ciência precisa de tempo para avançar e apresentar resultados. Em momentos como o atual, fica evidente a importância do investimento na pesquisa, que precisa de um esforço robusto e contínuo. Há seis anos, não se imaginava que estudos sobre isolamento e confinamento na Antártica, continente de condições extremas de sobrevivência, seriam úteis à sociedade como um todo, que hoje vive diante da incerteza sobre a quarentena. Desde 2014, uma equipe de pesquisadores do Laboratório Fator Humano, vinculado à Universidade Federal de Santa Catarina, estuda os efeitos do continente gelado sobre o corpo humano, principalmente na saúde mental.

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Desde o agravamento da pandemia no Brasil, o grupo, coordenado pelo psicólogo Roberto Moraes Cruz, vem adaptando o conhecimento adquirido sobre as reações na Antártica às situações impostas pela quarentena, como o isolamento social e o confinamento dentro de casa. Contudo, para transformar a teoria em aplicação prática, faltam recursos. Confira, a seguir, o relato de Cruz sobre como o trabalho poderia contribuir com os esforços para minimizar os danos causados pela Covid-19.

O psicólogo Roberto Moraes Cruz em missão na Antártica Acervo pessoal/DivulgaçãoQual é o projeto de aplicativo que está pronto para sair do papel?Foi desenvolvida uma metodologia para os estudos na Antártica e a maquete de um aplicativo de apoio para a pesquisa. Estamos agora escrevendo o código do app em parceria com especialistas. Algumas variáveis sobre a saúde mental desenvolvidas para a Antártica são similares à situação da quarentena. Outras não, como a incidência de luz, que é diferente no continente gelado. Ao mesmo tempo, as pessoas confinadas, principalmente em prédios, estão se expondo menos ao sol, indispensável para a produção de vitamina D pelo organismo.

Como ele vai funcionar?Após a pessoa fazer o download e preencher os dados pessoais, ela vai receber as notificações para registrar o que está sentindo e pensando. Ao inserir as respostas, como qualidade de sono, sintomas, entre outros elementos, o aplicativo apresenta os padrões daquele indivíduo, cruzando com dados de outras pessoas para criar mapas de frequência, prevalência e preditores de sintomas de transtornos ou comprometimentos mentais. Essas informações permitem prevenir afastamentos por problemas de saúde mental e até fatalidades. Será possível separar o pessoal da linha de frente, do atendimento médico, que precisa de um suporte especializado.

Continua após a publicidadeO que mudaria, na prática?O indivíduo que estiver com problemas, com sintomas importantes, já iria para algum tratamento psicológico e não precisaria ser afastado, no caso de um comprometimento mental leve. Saberíamos quais foram os sintomas que mostraram que ele teria aquele sofrimento para antecipar quando outras pessoas podem ter o mesmo diagnóstico. O aplicativo permitiria uma análise preditiva de qual é a chance de o indivíduo entrar em fadiga ou não.

Quais são as similaridades com a Antártica que permitiram aproveitar o estudo no momento atual?Isolamento e confinamento. Há o aumento de estressores como ansiedade, pensamento depressivo e catastrófico, temor pela vida e impulsividade, que é relacionada ao suicídio. Nas cidades e dentro de casa, é uma oportunidade para testar o aplicativo e ampliar a relevância desse produto. Quando teremos outra quarentena? É uma chance única de nos prepararmos, além de validar a tecnologia para outros contextos extremos, como em minas de carvão, plataformas de petróleo e até estações espaciais. Este é um momento para a pesquisa. A última vez que isso aconteceu foi em 1919 e não podemos esperar que aconteça de novo para agir.

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