Consultas de valores ‘esquecidos’ em bancos serão retomadas no dia 14 de fevereiro, informa o BC

28/01/2022 02:20:00

Acesso a consulta de valores ‘esquecidos’ em bancos serão retomadas no dia 14 de fevereiro, informa o Banco Central

Acesso a consulta de valores ‘esquecidos’ em bancos serão retomadas no dia 14 de fevereiro, informa o Banco Central

Sistema saiu do ar após muitos acessos simultâneos e foi suspenso na terça. Em 24h, brasileiros conseguiram recuperar cerca de R$ 900 mil

Como se cadastrar no Registrato e verificar se você tem dinheiro a receberNão tem dinheiro 'esquecido' no banco? Veja guia de como ganhar uma grana extra no começo do ano14 de fevereiro:Perguntas e respostas: Umann explica que se for o primeiro caso, o problema poderia ser resolvido em poucas horas com o aumento de capacidade dos servidores. Já se o sistema precisar ser reescrito por programadores, poderia levar alguns dias para retornar.

— O site não suportou o excesso de demanda. Isso pode ter ocorrido em razão do número de servidores disponíveis para o site não ter dado conta do volume de tráfego ou pela falta de um sistema que permita abrir novos servidores e escalar os acessos em caso de aumento de demanda. Mesmo o link de conexão pode ter ficado aquém do necessário para esse tamanho de tráfego.

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Consulta ao Sistema Valores a Receber será retomada em 14 de fevereiro, diz BCBanco explica que o sistema gerou uma demanda muito superior do que a esperada no site, o que provocou instabilidade, seguida de indisponibilidade...

BC diz que retomará sistema que 'caça' dinheiro esquecido no dia 14/02O Banco Central anunciou hoje que irá retomar às consultas para o sistema que 'caça' dinheiro esquecido em bancos somente no dia 14 de fevereiro. A informação foi publicada no site da autoridade monetária.As consultas ao Sistema Valores a BRASIL REFÉM DA INCOMPETÊNCIA !!

Dinheiro 'esquecido' em bancos: consultas ao canal do BC serão retomadas em 14 de fevereiro - Economia - EstadãoEstadaoEconomia Dinheiro 'esquecido' em bancos: consultas ao canal do BC serão retomadas em 14 de fevereiro

Sistema Valores a Receber, do Banco Central, volta ao ar no dia 14 de fevereiroO novo prazo para solicitação de transferência para quem tiver recursos a receber começará, então, no dia 7 de março. O BC explicou que o número de acessos ao site na segunda-feira, dia de lançamento do sistema, foi 50 vezes maior que o normal, sendo este o motivo da instabilidade. A nova funcionalidade permite a pessoas físicas e jurídicas checar se há alguma quantia a ser resgatada em contas que deixaram de ser usadas.

Sistema para consulta de valores devidos por bancos só voltará a ficar disponível dia 14, informa BCFerramenta entrou em funcionamento na segunda-feira, mas na terça o sistema não suportou a grande quantidade de acessos, e o Banco Central tirou o site do ar. Até o dia 14 o meu dinheiro não vai tá lá 🤔🤔🤔🤔🤔🤔🤔

Banco Central só voltará a liberar em 14 de fevereiro ferramenta para consulta de valores a receberFerramenta teve demanda acima do previsto e chegou a derrubar o site da autoridade monetária vksa23 Vc é empresária Dinheiro do povo e os caras o tratam como fosse deles ,é difícil, entra governo sai governo e o povo continua sendo desrespeitado por burocratas inbeciies.

permitiu o resgate de R$ 900 mil por 8,5 mil pessoas .A alta procura ao site para acessar o SVR provocou instabilidade, seguida de indisponibilidade, levando o BC a retirar o sistema do ar.plataforma que libera consulta para cliente saber se tem dinheiro esquecido em algum banco .Thaís Barcellos, O Estado de S.

A estimativa é que o total nos bancos some R$ 8 bilhões. "Para que o SVR possa voltar a atender a todos os cidadãos com estabilidade e segurança, o BC está investindo fortemente na ampliação de sua capacidade de atendimento", diz a nota do BC. Disponibilizado, desde ontem, pelo BC, o sistema permite aos cidadãos e empresas consultarem valores a que têm direito por conta de contratos encerrados com saldos ou cobranças indevidas, mas que estão em posse de instituições financeiras. Tutorial:   Como se cadastrar no Registrato e verificar se você tem dinheiro a receber Segundo o BC, a partir do dia 14 de fevereiro será possível consultar o valor a receber. A consulta é feita na página Minha Vida Financeira, dentro do site do BC, apenas usando o CPF ou CNPJ da empresa. Se houver algo, o cidadão será informado de quando poderá solicitar a transferência para sua conta. Depois disso, basta solicitar o resgate por Pix ou por contato direto com a instituição financeira. Esses solicitações poderão ser agendadas a partir do dia 7 de março, com data informada pelo sistema. Nesta quinta-feira (27), o site voltou a funcionar, mas ainda apresentou alguma instabilidade.

Em nota, o Banco Central ressaltou que não há risco de prescrição ou perda dos recursos. Veja também. Foram feitas 8,5 mil solicitações de devolução de recursos, totalizando R$ 900 mil. Eles permanecerão guardados nas instituições financeiras onde já estavam. Outras oportunidades: Não tem dinheiro 'esquecido' no banco? Veja guia de como ganhar uma grana extra no começo do ano Com os relatos de crimonosos utilizando o SVR para aplicar golpes, o BC também informou que não entra em contato com os cidadãos e que qualquer informação sobre os valores só poderá ser obtida a partir do dia 14 de fevereiro pelo sistema. "A solicitação de resgate no SVR será feita por meio de usuário e senha e os recursos serão transferidos diretamente das instituições financeiras para os cidadãos, que não devem fazer qualquer depósito prévio a qualquer pessoa ou instituição", afirma a nota. Veja como vai funcionar: 14 de fevereiro: O sistema volta ao ar e os cidadãos poderão verificar se tem algum valor a receber. No total, são R$ 8 bilhões.

Em caso positivo, o cidadão será informado sobre a data em que poderá solicitar a transferência dos valores. 7 de março: As solicitações passam a poder ser agendadas na data informada pelo sistema. Perguntas e respostas:  Tire suas dúvidas sobre o sistema do BC que mostra se você tem dinheiro a receber Infraestrutura pode não ter suportado demanda Rafael Umann, CEO da Azion, empresa que provê serviços de infraestrutura em tecnologia, ressalta que dois fatores podem ter feito o site sair do ar. O primeiro é a falta de infraestrutura para suportar o volume de acessos e o segundo seria uma questão na programação do sistema. Umann explica que se for o primeiro caso, o problema poderia ser resolvido em poucas horas com o aumento de capacidade dos servidores. A outra alternativa era informar os dados de contato no Registrato e, em seguida, a instituição financeira deveria informar o meio de pagamento ou transferência.

Já se o sistema precisar ser reescrito por programadores, poderia levar alguns dias para retornar. Registrato: Sistema do Banco Central para recuperar dinheiro 'esquecido' já vira isca para golpe Daniel Arruda, sócio da Ismac, plataforma de cibersegurança para empresas, também vê diferentes possibilidades: — O site não suportou o excesso de demanda. Isso pode ter ocorrido em razão do número de servidores disponíveis para o site não ter dado conta do volume de tráfego ou pela falta de um sistema que permita abrir novos servidores e escalar os acessos em caso de aumento de demanda. Mesmo o link de conexão pode ter ficado aquém do necessário para esse tamanho de tráfego. PUBLICIDADE Ainda que o Banco Central possa não ter dimensionado a quantidade de servidores para suportar uma carga de acesso tão grande, destaca ele, o problema pode estar ligado ainda ao tipo de dado processado pelo site: —  O BC lida com dados sensíveis. A solicitação de resgate no SVR será feita por meio de usuário e senha e os recursos serão transferidos diretamente das instituições financeiras para os cidadãos, que não devem fazer qualquer depósito prévio a qualquer pessoa ou instituição”.

Então, a infraestrutura tem de ter segurança adequada, não pode utilizar servidores públicos. É um problema simples de solucionar, mas a solução tem de preservar a segurança dos dados e passar pela burocracia de um órgão ligado ao governo. R$ 8 bi 'esquecidos' O sistema possibilita a consulta de possíveis valores 'esquecidos' em contas bancárias encerradas, parcelas de empréstimos ou recursos não procurados de grupos de consórcio, por exemplo. Crise sem fim: FMI revê projeção de crescimento do Brasil para perto de zero em 2022 Segundo o BC, um levantamento de junho de 2021 apontou que os clientes tinham cerca de R$ 8 bilhões a receber dos bancos. Nesta primeira etapa da ferramenta, será possível resgatar em torno de R$ 3,9 bilhões.

São recursos de contas-corrente e poupança encerradas, cotas de capital e rateio de sobra de cooperativas de crédito, recursos de consórcios e tarifas, parcelas ou obrigações relativas a operações de crédito, como empréstimos e financiamentos cobradas indevidamente. Nesse último caso, somente os recursos de instituições que assinaram um termo de compromisso com o Banco Central estarão disponíveis. Portugal:   Brasileiros investem R$ 4 bi em 'Vale do Silício' de Portugal, que vai criar 15 mil empregos Dinheiro em corretoras poderá ser resgatado Foi o caso do banco Itaú em junho de 2020. Naquela época, a instituição fechou um acordo com o Banco Central para devolução de R$ 75,6 milhões aos clientes por cobrança indevida de tarifas entre 2008 e 2018. Ao longo de 2022, o BC pretende também incluir os recursos de tarifas e parcelas relativas a operações de crédito mesmo que não haja um termo de compromisso assinado pela instituição financeira com o BC.

Aposentadoria: INSS começa a pagar benefíco com reajuste. Veja o novo teto Saldos de contas de pagamento, sejam pré-pagas ou pós-pagas, também entrarão. Além disso, a previsão é de que contas encerradas em corretoras ou distribuidoras de títulos mobiliários também possam ter seu saldo resgatado por meio do sistema. Com isso os R$ 4,1 bilhões restantes poderiam ser consultados. Necessidade leva consumidor com muita sede ao pote O anúncio de haver R$ 8 bilhões em valores"esquecidos" em contas bancárias e outras fontes que devem ser retornados ao consumidor e a empresas impressiona, diz Andrew Frank Storfer, diretor executivo da Anefac, sobre tudo num momento de inflação alta e emprego e renda em baixa.

—  Todo mundo está precisando (de dinheiro). Quando a população enxerga a possibilidade de conseguir dinheiro em algum lugar, ela vai com muita sede ao pote. Todo início de ano é mais difícil. Neste início de ano, tem sorte quem ainda tem um carro e vai pagar IPVA, por exemplo — diz o executivo. PUBLICIDADE O desafio ao bolso do consumidor nos primeiros meses de 2022, continua ele, é maior que de hábito, porque o país vem"andando de lado" ao menos desde 2015.

—  São dois anos de pandemia, com desemprego muito alto e renda média menor porque os salários, de modo geral, também foram reduzidos em meio a uma oferta de mão de obra maior do que de vagas. As pessoas usam o que têm a receber para pagar dívidas. O crédito está difícil; o juro, subindo. O juro (alto) aleija, mas a falta de dinheiro mata —  sublinha ele. Ainda que o valor a que grande parte dos que tem direito a uma fração desses R$ 8 bilhões seja reduzido —  às vezes a centavos ou a poucos reais —  o executivo frisa que"não é esmola, mas direito do cidadão e das empresas": —  É uma decisão interessante do Banco Central ter facilitado o acesso do cidadão a esses valores.

É dinheiro que fica lá, não é corrigido, mas os bancos utilizam. O Globo, um jornal nacional: .