Conheça os 10 melhores fundos long biased e long short de 2021

13/01/2022 15:54:00

Conheça 10 melhores fundos long biased e long short de 2021

Conheça 10 melhores fundos long biased e long short de 2021

As categorias de fundos ainda são pouco entendidas pelos investidores, mas têm fundos que remuneraram o investidor com retornos acima de 10%

Mas isso não vem de graça: a volatilidade dessas carteiras, que é uma medida de risco, não é desprezível. Entre os 10 melhores fundos long short, o desvio padrão do período foi de 8,1% em média. Um fundo em especial, o NCH Maracanã Long Short FIM, acaba distorcendo um pouco a média, já que seu desvio padrão em 2021 foi de 26,2%. Mesmo assim, sem ele, o Top 9 oscilou 6% no ano.

Leia também: Fundos temáticos: conheça as melhores e piores estratégias em 2021Os fundos com estratégia Long Short buscam ganhar dinheiro por meio de operações de compra e venda de papéis, muitas vezes combinadas – podem comprar e vender ativos de um mesmo setor, ou operar ação em uma ponta e contrato futuro em outra, apostar em uma direção para ação ordinária (com direito a voto em assembleia de acionistas) da empresa e a contrária para a preferencial (sem direito a voto), e por aí vai.

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CBN Em Foco - 16/08/2022

No CBN Em Foco, você acompanha uma análise aprofundada dos temas que dominam o noticiário. Um programa que tem a proposta de separar os fatos da espuma. Com ... Consulte Mais informação >>

Inflação dispara 10,06% em 2021, maior alta em seis anosInflação dispara 10,06% em 2021, maior alta em seis anos Resultado corresponde a quase o dobro do teto da meta estabelecida pelo governo para o índice oficial de preços 'Apocalipse de jesus Cristo' E quando o Cordeiro quebrou o quarto selo saiu um cavalo amarelo e quem o montava chamava-se Morte e era seguido de perto pelo inferno. E receberam o domínio sobre a quarta parte da Terra, a fim de matar com a guerra, fome, pestes, e animais ferozes. É culpa do 'FICA EM CASA A ECONOMIA A GENTE VÊ DEPOIS' Fica em casa, a economia a gente depois… usaram esse mantra sópara desgastar o governo mas a conta tá aí agora para todos

Análise: Além de fechar 2021 acima de 10%, IPCA mostrou pressões disseminadas em dezembroA tarefa do BC de reduzir a inflação será difícil, especialmente num cenário em que o câmbio permanece muito mais desvalorizado do que indicam a solidez das contas externas e a diferença crescente entre os juros internos e externos O mito mitou... Parabéns BancoCentralBR 👏

IPCA: Inflação fecha 2021 em 10,06%, maior nível em 6 anosEntre os produtos que mais tiveram aumento de preço estão os eletrônicos, roupas, alimentos e gás de cozinha presente da bozolândia a todos brasileiros ForaBolsonaro

Jornal Hoje | O IPCA, índice oficial da inflação, fecha 2021 com 10,06%; INPC fica em 10,16% Assista online | GloboplayEm dados divulgados pelo IBGE nesta terça-feira (11), a inflação fechou o ano de 2021 em 10,06%, estourando o teto da meta definida pelo Banco Central, de 5,25%. O INPC, índice usado para corrigir o salário mínimo, fechou 2021 com 10,16%: JH Chuva acabando com o país e a conta de energia cobrando taxa extra por causa da seca. Vocês acertaram no comando do jornal. Cesar Tralli é um Lord. Que homem educado, isso é exemplo a seguir. A notícia que eles queriam, bom pra eles, ruim pra nós 🤡

Minas Gerais registra mais de 10 mil desalojados e cinco novas mortes em 24hO estado já registra mais de 28 mil pessoas entre desalojados e desabrigados. Em 24h, o número de municípios em situação de emergência saltou de 145 para 341, e o número de mortes foi de 19 para 24. Diversos voluntários ajudam a enviar alimentos e itens de higiene básica para as vítimas em MG. E o CN e a Assembleia continuam de férias numa boa. Sou Deus Cristo sou Deus sou Jesus Cristo mim ajuda com 2Reais no Brasil sou Deus Mim Ajuda Com 40.000.000.000.00 Quarenta bilhões de dólares em dinheiro vivo sou Deus Mim Ajuda Com 40.000.000.000.00 Quarenta bilhões de Reais em dinheiro vivo sou Deus fé Em Jesus Cristo de Mila Que tristeza.

VÍDEO: Diretor financeiro do Corinthians projeta superávit em torno de 10 milhões para 2022Ao lado de Duílio Monteiro Alves, Wesley Mello disse que o Timão fechou 2021 com superávit e projetou o mesmo para a próxima temporada

Ao falar de fundos de investimentos, o de ações e os multimercados são, sem dúvida, os mais conhecidos.Vilões da inflação, combustíveis devem se manter estáveis em 2022 Apesar da desaceleração do IPCA nos dois últimos meses do ano passado, os grandes vilões do indicador continuaram os mesmos: os combustíveis e a energia elétrica (+21,21%), que conta com a manutenção da tarifa de escassez hídrica desde setembro, com a cobrança adicional de R$ 14,20 a cada 100kWh consumidos .A inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) terminou o ano passado em 10,06%, no nível mais alto desde os 10,67% de 2015 e muito acima da meta perseguida pelo Banco Central (BC), de 3,75%..

Mas há duas outras classes dentro dos produtos que investem em renda variável que também podem dar bons retornos aos investidores. Estamos falando dos fundos long biased e long short. “Com os sucessivos reajustes nas bombas, a gasolina acumulou alta de 47,49% em 2021. Em 2021, os 10 melhores long biased deram um retorno de 8,16%, enquanto o top 10 long short ganhou 6,65%, conforme indica levantamento feito pelo economista e blogueiro do Valor Investe Marcelo d’Agosto a partir de informações da plataforma Morningstar. No mês, o IPCA teve alta de 0,73%, acima do 0,65% do consenso de mercado. Ambas as categorias estão bem acima do CDI, que avançou tímidos 4,89% e sem dúvida melhor do que o IMA-B (com perda de 1,26% em 2021), índice composto por uma cesta de títulos públicos indexados à inflação, que serve como referência ("benchmark") para alguns desses fundos. Outro destaque nos Transportes foi o preço dos automóveis novos (16,16%) e usados (15,05%), motivado pela falta de alguns componentes na cadeia produtiva do setor. Mas isso não vem de graça: a volatilidade dessas carteiras, que é uma medida de risco, não é desprezível.

Entre os 10 melhores fundos long short, o desvio padrão do período foi de 8,1% em média. Os dados do IPCA apontam ainda que o grupo de alimentos e bebidas, apresentou uma variação de 7,94% ao longo do ano passado, resultado menor que a do ano anterior (+14,09%), quando contribuiu com o maior impacto entre os grupos pesquisados. Um fundo em especial, o NCH Maracanã Long Short FIM, acaba distorcendo um pouco a média, já que seu desvio padrão em 2021 foi de 26,2%. Mesmo assim, sem ele, o Top 9 oscilou 6% no ano. No caso dos 10 long biased, o desvio padrão foi de 14,6%, o que já mostra sua característica mais arriscada do que os ‘primos’ long short. O Valor Investe conversou com dois gestores que foram responsáveis pelos melhores desempenhos das duas indústrias para entender quais as estratégias bem-sucedidas em 2021.

Entenda agora o que são esses tipos de fundos e como os melhores se deram bem em um desafiador período como foi o ano passado. Leia também: Fundos temáticos: conheça as melhores e piores estratégias em 2021 Diferenças Antes de entrar nas estratégias vencedoras, vale entender como funcionam esses produtos. Os fundos com estratégia Long Short buscam ganhar dinheiro por meio de operações de compra e venda de papéis, muitas vezes combinadas – podem comprar e vender ativos de um mesmo setor, ou operar ação em uma ponta e contrato futuro em outra, apostar em uma direção para ação ordinária (com direito a voto em assembleia de acionistas) da empresa e a contrária para a preferencial (sem direito a voto), e por aí vai. O tipo mais comum é o que tem exposição líquida do fundo neutra, ou seja, ficam comprados e vendidos na mesma proporção. Dessa forma, podem sair no lucro tanto na alta quanto na baixa e, ao mesmo tempo, proteger a carteira de grandes oscilações de preços.

A correlação desses fundos com Ibovespa costuma ser baixa e o referencial mais comum é o CDI. Já os fundos do tipo Long Biased (ou Long Bias) são conhecidos por poderem também ter posições compradas e vendidas - predominantemente em ações – mas, na linha final, ficarem mais comprados, ou seja, viés comprado (daí o nome: bias é viés em inglês). São estratégias que possuem flexibilidade e ficam no meio do caminho entre os Long Only (só de ações) e os Long Short em relação à exposição líquida. Como tende a ficar mais exposto em ações, é considerado um pouco mais arriscado do que o long short. Em tempos difíceis, podem reduzir sua exposição comprada, ficando com mais caixa e aumentando a parcela vendida, diminuindo sua correlação com o Ibovespa, por exemplo.

Leia também: Em ano desafiador, veja como campeãs da Carteira Valor bateram o Ibovespa (e saiba o que elas esperam para 2022) Os melhores do ano Kadima A gestora quantitativa Kadima Asset Management não apenas emplacou o melhor long short da indústria no ano, o Kadima Long Short Plus FIA, que rendeu 12,2% em 2021, como também teve o melhor long biased, o Kadima Long Bias FIM, que se valorizou 17,7% no período. Sérgio Blank, sócio da Kadima, conta que o sucesso da casa em 2021 se deve justamente por sua estratégia de investimento ser quantitativa (ou sistemática, como alguns gostam de chamar). Na prática, isso significa que quem toma as decisões do que colocar nos fundos, em qual proporção e quando é hora de diminuir/aumentar as posições e até zerá-las não é o humano, mas o robô. Ou melhor, os algoritmos criados pela equipe da gestora. “O grande diferencial é a gestão sistêmica, que elimina a emoção e a subjetividade.

Esse diferencial fica evidente especialmente em momentos em que o mercado pode parecer irracional e os investidores tradicionais operam com as emoções”, comenta Blank. Os fundos do tipo Long Short mais rentáveis de 2021 Fonte: Morningstar. Elaboração: Marcelo D'Agosto deslize para ver o conteúdo Os algoritmos desenvolvidos pela casa e usados em todos os fundos (inclusive os vencedores do ano) se valem de um amplo histórico de dados e inúmeras simulações de desempenho e têm como principal objetivo chegar ao que seria a melhor relação risco/retorno para cada momento. O portfólio se divide em estratégias chamadas “modelos de fatores”. Blank explica que o que caracteriza o modelo de fatores é a busca, pelo algoritmo, de características próprias de cada ativo e sua classificação dentro dos “fatores” pré-definidos.

“Por exemplo, o fator ‘valor’ vai identificar ações que estão baratas ou caras do ponto de vista fundamentalista. Já o fator ‘momentum’ busca ações que nos últimos meses ou anos só subiram ou só caíram [momentum positivo em alta e negativo em queda]. O fator ‘quality’ avalia a qualidade dos resultados das empresas, seu retorno sobre investimento, margem de lucro e estabilidade do lucro ao longo do tempo. Por fim, outro que usamos é o fator ‘low risk’, se é um papel pouco ou muito volátil”, detalha o executivo. Leia também: Conheça os BDRs preferidos das gestoras em novembro de 2021 – o primeiro não é de tecnologia Um diferencial do modelo é que os fatores podem se dar bem tanto na alta quanto na baixa.

“Nosso modelo é muito diversificado e, mesmo assim, conseguimos bater, desde 2017, início da operação da casa, os principais índices de ações. Geramos alfa [retorno acima da média do mercado] em cima do Ibovespa porque nosso algoritmo escolhe as ações mais propensas a subir, e mais que isso: o peso dado às ações não é igual, tem diferenciação, de acordo com o preço. O que tentamos é ter um produto ao mesmo tempo pulverizado e não deixar que isso atrapalhe o alfa total. Fazemos isso buscando assimetrias; é disso que vem o ganho adicional”, diz. Grande parte do resultado do ano veio desse modelo de fatores, mas cerca de 20% foi conquistado pelos chamados “modelos auxiliares”, que também são algoritmos, mas com instruções diferentes.

O objetivo desses outros modelos, segundo o executivo, é seguir a tendência nos mercados futuros em geral, de curto e longo prazos, e aplicar dinheiro nos contratos futuros do índice Ibovespa, em juro, câmbio e S&P 500 (bolsa americana) negociado na B3 (sem risco cambial). A principal diferença entre os dois fundos da casa é que o long short é “beta neutro”, o que quer dizer que seus preços sofrem a mesma oscilação que o mercado, enquanto o long biased é parcialmente comprado em ações (e no risco de renda variável). “Apesar de tudo ser sistemático, podemos calibrar cada modelo para ter um viés ou ausência de viés. Cada fundo nosso é composto pelo mesmo portfólio de modelos de fatores, o que muda é a alocação de risco”, diz. Isso é feito com hedge (instrumento de proteção) no índice futuro do Ibovespa, ou seja, o que o fundo compra de ação, vende de Ibovespa futuro para ‘compensar’.

Para Blank, o bom resultado pode se repetir em 2022 também. “O ano de 2021 foi um bom ano, mas não é só uma vez na vida. Esperamos que anos bons se repitam. Os modelos são os mesmos que operamos em 2021, e a gente acha que o mercado em 2022 será de oportunidades, já que deve ser um ano volátil com as eleições e com elevação de juros nos Estados Unidos. Este costuma ser um ambiente que os modelos costumam performar bem: em geral conseguimos ir bem em momentos de maior turbulência”, finaliza.

Solana O segundo e o quarto melhores fundos long short, o Solana Equity Hedge FIC FIM (alta de 10,4% em 2021) e o Solana Long And Short FIC FIM (+ 9,5%), são geridos pela Solana Capital. Claudio Delbrueck, diretor de gestão dos fundos de investimento da casa, explica que a baixa correlação dos produtos com o ambiente macroeconômico e com o próprio Ibovespa ajuda a explicar o bom desempenho. “O Solana Long & Short é um fundo direcional neutro, ou seja, para cada ação comprada temos uma posição vendida (outra ação ou índice futuro). Então, o ganho dele depende da performance relativa entre estes dois ativos, e não se a bolsa sobe ou cai. Isto faz com que a correlação dele com o Ibovespa seja baixa”, detalha o gestor.

“Já o Equity Hedge fica mais direcional, mas seu diferencial é um uso intensivo de derivativos que visam proteger e/ou otimizar os ganhos. Apesar de ambos terem aparecido nesta categoria de long short são produtos bem diferentes, sendo que o Equity Hedge possui uma volatilidade maior”, complementa. Os fundos do tipo Long Biased mais rentáveis de 2021 Fonte: Morningstar. Elaboração: Marcelo D'Agosto deslize para ver o conteúdo Entre as estratégias que deram certo em 2021 estão as posições compradas na petroquímica Braskem, ação que ganhou 58% no ano passado, na empresa de tecnologia e serviços financeiros Méliuz no início do ano (o papel subiu 3,2% em 2021), na siderúrgica CSN (+25%) e a posição na construtora e incorporadora Direcional (+2,1%). O gestor destaca que a gestora não apenas acertou ao identificar oportunidades de investimento, como também na estratégia de diluição de risco.

“Desta maneira, algumas destas estratégias acabaram dando retorno negativo, ao contrário do que esperávamos; mesmo assim, no consolidado, os fundos encerraram o período com retornos positivos”, pontua. Perspectivas para 2022 Delbrueck, da Solana, explica que o que deu certo em 2021 foi resultado das condições micro e macro do momento; mas 2022 deve ser bem diferente, tanto no ambiente externo quanto interno. Destaca, em termos globais, o provável aumento da taxa de juros pelo Federal Reserve (Fed), banco central americano, e a retirada dos estímulos fiscais nos Estados Unidos (chamado de "tappering"), quadro “bem diferente do panorama de 2021”. Em termos de riscos globais, além da ômicron, o surgimento de uma nova cepa do coronavírus mais agressiva e com alta transmissibilidade é um ponto a ser monitorado, assim como um aumento de juros nos Estados Unidos ainda maior do que o previsto pelo mercado – ambos os eventos não estão, por ora, no cenário base da casa. No Brasil, ele cita a eleição presidencial, que historicamente gera muita volatilidade no mercado e o aumento da taxa básica de juros, Selic.

Para ele, o ambiente de Selic mais alta tende a ser favorável aos bancos e a gestora tem uma posição neste setor esperando surfar essa onda. Em termos setoriais, diz gostar ainda de alguns ativos relacionados a commodities, como aço, papel e celulose e petróleo. “Do lado doméstico, o setor elétrico e de saúde nos agradam por apresentar menor volatilidade. Além disso o setor elétrico costuma ser um bom pagador de dividendos, o que é bom em momentos de incerteza”, comenta. Para ele, a queda recorrente das ações listadas na bolsa desde julho de 2021 tem resultado em algumas oportunidades “muito boas” de retorno de longo prazo a investidores.

“Acreditamos que há ações muito baratas, cujo preço não reflete os fundamentos e atingiram o patamar corrente em função do fluxo recorrente de venda de gestores e pessoas físicas reduzindo risco, respondendo a resgates ou migrando para renda fixa. Acredito que quando este fluxo normalizar teremos, seletivamente, algumas grandes valorizações ao longo do ano”, explica. Além disso, conta que a gestora está traçando e montando uma série de estratégias com derivativos para otimizar os ganhos a partir de diferentes cenários, principalmente depois de abril, quando as eleições passam a influenciar mais o mercado. Mais lidas do valor-investe 1 Organize as Contas IPVA com desconto de 9% vence hoje para veículos com placa com final 4 em SP 2 Fundos de Investimentos 3 Bolsa - ao vivo Bolsas europeias e futuros de NY oscilam sem rumo, atentos à agenda dos EUA 4 Empresas Delta Airlines, Camil, Moura Dubeux, Latam e mais: Veja os destaques das empresas 5 Mercados Executivo do Fed já prevê quatro altas de juros em 2022, a partir de março Destaque — Foto: gettyimages .