Como funcionaria um 'viável' elevador até o espaço, segundo pesquisadores

Batizado de Cabo Espacial, o modelo propõe 'ancorar' na Lua um cabo que se estende à zona de gravidade da Terra #G1

16/09/2019 13:30:00

Batizado de Cabo Espacial, o modelo propõe 'ancorar' na Lua um cabo que se estende à zona de gravidade da Terra G1

Batizado de Cabo Espacial, o modelo desenvolvido por Zephyr Penoyre e Emily Sandford propõe 'ancorar' na Lua um cabo que se estende à zona de gravidade da Terra.

Parece uma ideia tirada da ficção científica.E, certamente, diversas obras do gênero - a começar por "As Fontes do Paraíso" (1979), de Arthur C. Clarke - flertaram com a possibilidade de construção de um elevador entre a terra e o espaço.

Câncer é descoberto pela 1ª vez com análise em fóssil de dinossauro Autor de ofensa racial contra Marinho é demitido de emissora de rádio 'Não vejo nenhum crime do presidente', diz Maia sobre pedidos de impeachment - Política - Estadão

A proposta, no entanto, também foi levada seriamente em consideração por diversos cientistas desde que Kosntantin Tsiolkovski, tido como pai da cosmonáutica soviética, propôs em 1895 a construção de uma torre de 35.786 km.

Uma estrutura dessa, sugeria Tsiolkovski, permitiria colocar objetos em órbita geoestacionária da Terra sem a necessidade de foguetes.Desde então, uma série de estudos científicos desenvolveu o conceito em torno de baratear o custo de escapar da atração gravitacional de nosso planeta.

O grande problema, no entanto, é que a construção de uma estrutura desse porte implica desafios que até agora eram impossíveis de serem superados, mesmo teoricamente.À época de Tsiolkovski, que dizem ter se inspirado na Torre Eiffel, não existiam materiais suficientemente resistentes para tirar a ideia do papel, entre outros problemas.

O desafio durou até a década de 1960, quando uma equipe de engenheiros americanos aventou a possibilidade de utilizar um cabo preso a um satélite na órbita geoestacionária.'Cabo espacial'Diversos outros cientistas continuaram trabalhando em busca da solução do problema, incentivados pela Nasa e outras agências espaciais.

Nos anos 1990, houve um novo avanço: o desenvolvimento de nanotubos de carbono levou a Nasa a se convencer que era factível um elevador espacial.E no fim de agosto deste ano, dois pesquisadores das universidades de Cambridge, no Reino Unido, e de Columbia, nos Estados Unidos, apresentaram uma nova proposta de elevador espacial que é viável com tecnologia atual, segundo eles.

Batizado de Cabo Espacial, o modelo desenvolvido por Zephyr Penoyre e Emily Sandford propõe "ancorar" na Lua um cabo que se estende à zona de gravidade da Terra."Com os materiais atuais, é possível construir um cabo que se estenda até a altura da órbita geoestacionária, o que facilitaria a viagem e a construção entre a Terra e a Lua", disseram eles em um artigo para a revista Acta Astronomica, disponível no portal ArXiv, da Universidade Cornell.

Prefeito de Itajaí sugere tratar covid-19 com aplicação retal de ozônio - Saúde - Estadão Rodrigo Maia garante uma boa noite de sono a Bolsonaro | Noblat Bolsonaro veta indenização de R$ 50 mil para profissionais de saúde incapacitados por coronavírus

O tal cabo, estimam os pesquisadores, teria que ser bastante estreito em suas extremidades, para não desmoronar devido à pressão gravitacional. E também precisaria ser amplo no centro, a fim de impedir sua quebra.Assim, em vez de gerar um impulso forte o suficiente para deixar a órbita da Terra, os astronautas teriam apenas que alcançar a extremidade inferior desse Cabo Espacial.

Segundo a revista Futurism, nesse modelo "a nave espacial se prenderia a um transportador alimentado por energia solar que subiria por meio do cabo"."Esse cabo seria uma infraestrutura muito parecida com as primeiras ferrovias: o transporte de pessoas e suprimentos seria muito mais simples e fácil do que uma viagem espacial típica", afirmou Penoyre à publicação.

Num futuro próximoNo artigo, os pesquisadores de Cambridge e Columbia asseguram que os nanotubos de carbono seria resistentes o suficiente para servir à estrutura.Mas admitem que hoje não é possível fabricá-los em escala, e por isso não descartam o uso de outros materiais.

A viabilidade da ideia de um elevador espacial foi ratificada neste ano pela Academia Internacional de Astronáutica em relatório especial sobre o tema. Consulte Mais informação: G1 »

A Lua seria tipo uma pipa da Terra? kkkkkkkkkk GloboLixo Á TERRA É PLANA 😎😎😎😎👉 uhuuuuuuuh E não conseguimos alguns metros de ferrovia aqui em Santa Catarina.

Assim como Sidão, falha de Cássio gera votação de goleiro como 'Craque'Jogador do Corinthians errou na partida e internautas escolheram o atleta como melhor da partida. Diferente de Sidão, Cássio não recebeu o prêmio da Globo. Web comparou os casos Esperar o que da Grobo?! Brasileiro não aprende mesmo Frangueiro kkkk

Como a era do jazz mudou para sempre a forma como nos vestimosA época do jazz foi um momento 'selvagem' da história que mudou a forma como nos vestimos e até mesmo como vivemos até hoje.

Como britânicos usaram o humor para desafiar Hitler dentro da AlemanhaO Serviço Alemão da BBC usou sátira para influenciar alemães comuns durante a Segunda Guerra Mundial. O objetivo era quebrar o monopólio nazista das notícias do Terceiro Reich. Not funny. ocoringadobem Gosto muito daquele documentário que fala sobre como usaram a piada mais engraçada já criada como arma de guerra, do canal britânico Monty Python

Como é o trabalho do embaixador apontado para o Vale do Silício - Link - EstadãoCasper Klynge cuida, há dois anos, dos interesses da Dinamarca junto às gigantes de tecnologia – e sua missão não é fácil