Com parcerias, ONG amplia chances de curar câncer infantil - Emais - Estadão

Com parcerias, ONG amplia chances de curar câncer infantil (via @Emais_Estadao)

17.2.2020

Com parcerias, ONG amplia chances de curar câncer infantil (via Emais_Estadao)

Associação Tucca atende crianças e adolescentes na zona leste de São Paulo, tornando-se referência na região

Na Tucca, as três doenças mais tratadas são leucemia, tumores cerebrais e retinoblastoma . Este último, embora seja muito mais raro, ganha destaque porque a instituição oferece a quimioterapia intra-arterial, um tratamento mais eficaz e com melhor resultado quando comparado com os métodos convencionais. . Além do cuidado médico José Mateus, de 12 anos, é uma das crianças atendidas pela Tucca no Santa Marcelina. Ele faz tratamento de um câncer chamado rabdomiossarcoma, tumor maligno que surge de células que desenvolvem os músculos ligados aos ossos. Segundo o Inca, a doença corresponde de 4% a 5% dos tumores malignos na faixa etária pediátrica. O menino veio com a mãe de Santos em outubro do ano passado para fazer o tratamento, porque não havia possibilidade de realizá-lo na cidade litorânea. O próprio hospital local encaminhou para o centro médico na capital paulista. Desde então, eles moram em uma casa, providenciada pela entidade, que serve de estadia para quem vem de muito longe. Maria José Pereira Lima veio da cidade de Santos com o filho para que ele tratasse um câncer que afeta os músculos ligados aos ossos. Foto: Hélvio Romero/Estadão "Foi um pouco preocupante vir, porque a gente não sabe o que está esperando", conta Maria José Pereira Lima, de 44 anos, mãe do garoto."Chegando aqui, fui tão bem recebida com meu filho pelos médicos, enfermeiros, que uma coisa difícil não se tornou fácil, mas ficou melhor de enfrentar, tem mais motivação." A acolhida é necessária porque é uma preocupação a menos diante da luta contra o câncer, que inclui quimioterapias a cada 15 dias com retorno ao médico periodicamente. O menino fica longe de casa, mas não dos estudos. O colégio onde estuda vai encaminha por e-mail as atividades escolares para que uma professora da Tucca passe a lição a ele. A entidade tem uma sala de aula só para o ensino das crianças que permanecem em tratamento. Epelman destaca a relevância desse olhar e cuidado completo com as famílias, que são beneficiadas para além do âmbito medicinal. A equipe oferece apoio psicológico, transporte a todos os pacientes que necessitam e alimentação. A Tucca oferece uma sala de aula com professora para que as crianças não fiquem longe dos estudos durante o tratamento. Foto: Hélvio Romero/Estadão "Precisamos tratar a família toda, ver quais são as necessidades médicas, psicossociais, tudo de que precisa para ter a melhor situação no enfrentamento de uma doença que é agressiva. Todo mundo tem de estar preparado", conta o oncologista. A ONG tem, ainda, um hospice, uma casa de cuidados paliativos diferente da internação,"construída especificamente para que as crianças tenham a melhor assistência no final da vida quando não se curam". Parcerias dão nova chance de cura A aliança firmada entre Tucca e Hospital Santa Marcelina ampliou o acesso da população carente, em uma região de vulnerabilidade social, a tratamentos que, às vezes, não estão disponíveis no Sistema Único de Saúde e são muito caros. Outro exemplo é a parceria com a Amgen, empresa que vai fornecer por três anos e com preço reduzido um medicamento para tratar leucemia linfoide aguda em crianças e adolescentes. A droga, indisponível no sistema público, é destinada a quem não respondeu a intervenções anteriores ou teve recidiva (retorno do câncer). A estimativa é que, ao longo do período de contrato, 15 pacientes sejam beneficiados. "Nosso papel é dar acesso a drogas de alto custo para a população que não tem acesso. A associação arruma recursos para comprar a medicação com preço diferenciado e damos mais uma chance ao paciente", diz Epelman. Para o presidente da Tucca, o diferencial da ONG na busca por oferecer mais possibilidades de cura é justamente contar com a parceria de outras instituições."É a beleza dessa história, sem dúvida." Comentários Consulte Mais informação: Estadão

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