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Com incerteza sobre recursos, CNPq pode cortar 84 mil bolsas de pesquisa - CartaCapital

#Change.org | A uma semana de zerar recursos, futuro do CNPq ainda é incerto. Por @Change

23.8.2019

Change.org | A uma semana de zerar recursos, futuro do CNPq ainda é incerto. Por Change

Campanha reúne 879 mil apoiadores para pressionar governo a liberar crédito suplementar destinado ao pagamento das 84 mil bolsas vigentes

A situação de uma das maiores agências de pesquisa científica do País é realmente crítica. Se até o final da próxima semana os ministérios da Ciência e da Economia e a Casa Civil não se entenderem, o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) não terá como pagar as cerca de 84 mil bolsas de pesquisas vigentes no País e no exterior. O cenário é apontado pelo presidente da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) e porta-voz da campanha em defesa do órgão, Ildeu de Castro Moreira. Com décadas de avanços e importantes resultados nos mais diversos campos da atividade econômica, a extinção do conselho significaria uma “tragédia”, segundo Moreira. “O CNPq é fundamental para a ciência brasileira”, declara o físico reconhecido e premiado por suas pesquisas sobre popularização da ciência no País. Foi graças ao trabalho de pesquisadores da agência que o vírus da Zika pode ser controlado, que a produção de grãos como a soja cresceu enormemente no País e que os brasileiros puderam descobrir e explorar o pré-sal, por exemplo. Para impedir o desmonte definitivo do órgão, que atravessa um déficit de 330 milhões no orçamento para 2019, mais 100 entidades científicas e acadêmicas brasileiras se uniram na mobilização #somostodosCNPq, criada a partir de um abaixo-assinado na plataforma Change.org. A campanha, que está com um alcance gigantesco, chegou a acumular mais de 879 mil assinaturas em 10 dias e recebeu o apoio de pessoas públicas, sendo compartilhada pelo cantor Caetano Veloso, pelas atrizes Nathalia Dill e Paolla Oliveira e por Manuela D’Ávila. “E vai crescer ainda mais”, aposta Moreira. “Isso reflete que as pessoas da comunidade acadêmica e científica estão acordando para o quadro. A nossa comunidade às vezes é lenta para perceber sinais de tormenta, mas essa mobilização mostra que outros setores também estão querendo participar mais, e é fundamental que participem. Nossas instituições têm que estar unidas frente a essa situação crítica. Que assinem e divulguem mais”, convida o professor do Instituto de Física da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Consulte Mais informação: CartaCapital

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