Brasil x França: Neymar contra PSG e flechadas entre Macron e Bolsonaro em nome da Amazônia

Brasil x França: a briga de Neymar contra PSG e a troca de flechas entre Bolsonaro e Macron em nome da Amazônia incendiada. Leia no Chuteira FC:

25.8.2019

Brasil x França: a briga de Neymar contra PSG e a troca de flechas entre Bolsonaro e Macron em nome da Amazônia incendiada. Leia no Chuteira FC:

Brasil x França: Neymar luta contra PSG para deixar o clube de Paris e a troca de flechas entre Macron e Bolsonaro em nome da Amazônia incendiada escancaram rota de colisão entre brasileiros e franceses.

incendiada incendiada Brasil e França estão em rota de colisão. No futebol e na diplomacia. Neymar anda às turras contra Paris Saint-Germain (PSG) e o presidente Jair Bolsonaro na bronca com Emmanuel Macron, presidente francês. No caso da bola, a birra do craque brasileiro é por uma transferência de clube, de preferência rumo ao Barcelona. No embate entre os políticos, a questão é o futuro da Amazônia, foco de incêndios devastadores e motivo de protestos mundo afora. A demanda no futebol parece mais fácil de se resolver. É só o PSG aceitar uma das propostas que estão na mesa e vender Neymar. A encrenca não é muito simples. Clube francês não parece disposto aceitar menos de 222 milhões euros (cerca de R$ 821 milhões na cotação da época) que pagou para tirar o craque do Barcelona em 2017. Dinheiro do Catar, é bem verdade. Mas uma fábula, uma montanha. Neymar embirrou com o PSG quando percebeu que não impressionaria mais o mundo jogando no time francês. Daí comprar uma briga desnecessária com os donos do clube. Detalhe: jogador brasileiro recebe cerca de 40 milhões de euros por ano dos patrões catarianos. Aos se indispor com PSG, Neymar virou alvo da fúria de torcedores e tornou-se figura antipática aos franceses. Todo o afeto e carinho ao brasileiro, com direito a seu nome projetado na Torre Eiffel quando desembarcou em Paris há dois anos, recepção com “Aquarela do Brasil” no estádio Parque dos Príncipes e idolatria foram jogados na lata do lixo. Neymar é indesejado em Paris neste mês de agosto. Tempo também de atritos e discórdia entre presidentes do Brasil e da França. Neymar não entra nessa briga, apesar de ser partidário de Bolsonaro, ter declarado voto nele em 2018 e também ver seu pai aos abraços com o presidente em busca de um arranjo na dívida de R$ 60 milhões das empresas do jogador com a Receita Federal. Durante a Copa América – entre junho e julho – no Brasil, Neymar se encontrou com Bolsonaro nos camarotes dos estádios em que a Seleção Brasileira jogou. Clima de cordialidade entre as duas celebridades. Não por acaso, Neymar publicou em suas redes sociais uma manifestação a favor da Amazônia sem um protesto claro contra o presidente Bolsonaro, bem diferente de outros desportistas que se declararam contra governo brasileiro na #prayforamazônia como Cristiano Ronaldo, Luis Suárez, Dybala e Djokovic entre outros. Manifesto de Neymar Bolsonaro acusa Macron de ‘potenciar ódio contra Brasil’ Enquanto Neymar espera por um desfecho favorável na briga que comprou com o PSG, o presidente Jair Bolsonaro trava um duelo com Emmanuel Macron, presidente da França. Nesta sexta-feira (23/8), Bolsonaro lamentou que Macron lhe acuse de “mentir” sobre seus compromissos ambientais e deseje “potenciar o ódio ao Brasil por mera vaidade”. “Lamento a posição de um chefe de Estado, como o da França, de dirigir-se ao PR ( presidente da República ) brasileiro como ‘mentiroso’. Não fomos nós que divulgamos fotos do século passado para potenciar o ódio contra o Brasil por mera vaidade”, escreveu Bolsonaro no Twitter a respeito da polêmica envolvendo os incêndios na Amazônia. Em nota emitida nesta sexta-feira, a presidência francesa declarou que “dada a atitude do Brasil nas últimas semanas, o presidente da República só pode constatar que o presidente Bolsonaro mentiu para ele na cúpula ( do G-20 ) de Osaka” e “decidiu não respeitar seus compromissos climáticos e nem se comprometer com a biodiversidade”. “Nestas circunstâncias, a França se opõe ao acordo ( da Europa ) do Mercosul”, acrescentou a presidência francesa. Macron se alarmou na quinta-feira (22/8) no Twitter com os incêndios que devastam a maior floresta tropical do planeta, falando de “crise internacional” e convocando os países industrializados do G-7, que se reúnem a partir de sábado em Biarritz (sul da França), “a falar sobre essa urgência”. Floresta em chamas na região de Porto Velho, Rondônia – foto: AFP Bolsonaro reagiu acusando Macron de querer “instrumentalizar” o assunto “para ganhos políticos pessoais”. “A sugestão do presidente francês, de que assuntos amazônicos sejam discutidos no G-7 sem a participação dos países da região, evoca mentalidade colonialista descabida no século XXI”. Nesta sexta-feira, Bolsonaro escreveu que “como chefe de uma das maiores democracias do mundo, desejo ao povo francês paz e felicidades”. Amazônia e tensões comerciais dominam início da cúpula do G-7 Os devastadores incêndios na Amazônia e o aumento das tensões comerciais no mundo concentraram, neste sábado (24/8), as discussões no início do G-7 de Biarritz, na França, uma cúpula sob clima tenso e de divisões. O presidente francês, Emmanuel Macron, anfitrião do encontro, apelou a “uma mobilização de todas as potências” para ajudar o Brasil e os demais países afetados a lutar contra os incêndios florestais na Amazônia e para investir no reflorestamento das regiões atingidas. “Devemos responder ao apelo da floresta (…) da Amazônia, nosso bem comum (…) então vão agir”, pediu em um discurso televisionado, antes de receber seus colegas. As negociações podem ser delicadas, depois que Macron acusou o presidente brasileiro Jair Bolsonaro de “mentir” sobre seus compromissos climáticos e de “inação” diante dos incêndios. Suas críticas podem contrariar Donald Trump, de quem Jair Bolsonaro é um firme defensor no cenário internacional. Berlim também manifestou relutância ao anúncio de que Paris bloquearia o projeto de acordo comercial entre a UE e o Mercosul, um assunto que será abordado durante a reunião entre Angela Merkel e Emmanuel Macron ( foto ) à tarde. Mas o presidente do Conselho Europeu, Donald Tusk, presente em Biarritz, reconheceu que seria “difícil imaginar” que a UE ratifique tal acordo enquanto o Brasil “permitir a destruição” da Amazônia. Juntamente com o presidente americano, Angela Merkel, Boris Johnson, Giuseppe Conte, Shinzo Abe e Justin Trudeau marcarão o início da cúpula em um jantar informal organizado por Emmanuel Macron no farol de Biarritz com vista para o Atlântico. Segundo a presidência francesa, os dois apresentaram “elementos de convergências” sobre as grandes questões a serem tratadas no G-7, como comércio, o Irã e a Amazônia. No final do almoço, Donald Trump tuitou: “Acabei de almoçar com o presidente francês @EmanuelMacrone”, alguns minutos antes de se corrigir “@EmmanuelMacron”. “Há muitas coisas boas acontecendo para nossos dois países. Grande final de semana com outros líderes mundiais”, acrescentou. (com AFP) Consulte Mais informação: CartaCapital

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