Brasil registra recorde de 132 mil casos conhecidos de Covid em 24 h; média móvel também supera pior marca

Brasil registra recorde de 132 mil casos conhecidos de Covid em 24 horas; média móvel também supera pior marca #g1 #númerosdapandemia

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19/01/2022 02:08:00

Brasil registra recorde de 132 mil casos conhecidos de Covid em 24 horas; média móvel também supera pior marca g1 númerosdapandemia

País tem 621.578 óbitos e 23.215.551 casos registrados do novo coronavírus, segundo dados reunidos pelo consórcio de veículos de imprensa. Foram 317 mortes registradas em 24 horas; média móvel de vítimas voltou ao patamar de antes do ataque hacker em dezembro.

(Correção: O g1 errou ao informar inicialmente que o recorde foi de 131 mil novos casos conhecidos. O número correto é 132 mil e foi corrigido às 20h05 na reportagem.)Antes a pior marca era de 125.053 novos casos em 24 horas, anotada em 18 de setembro de 2021, mas isso teve forte influência de mais de 100 mil registros represados do RJ, incluídos no mesmo dia.

Brasil, 18 de janeiroCurva mostra a alta expressiva na média móvel de novos casos conhecidos de Covid nas últimas duas semanas — Foto: Editoria de Arte/g1O país também registrou 317 mortes pela Covid-19 nas últimas 24 horas, totalizando 621.578 óbitos desde o início da pandemia. Com isso, a média móvel de mortes nos últimos 7 dias é de 185. Em comparação à média de 14 dias atrás, a variação foi de +88%, indicando tendência de alta nos óbitos decorrentes da doença.

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Próximo feriado e só encher as praias de novo, que teremos um novo recorde Bem vindos a pandemia dos vacinados Anão velho Viva aos negacionistas pelo recorde Pfizer 90% de eficácia e 100% contra os casos graves; AstraZeneca 80% de eficácia e 100% contra casos graves; Coronavac 70% de eficácia e 100% contra os casos graves.

eduardopaes Carnaval!!!!! E a média de mortes abaixo de 1/1.000.000 isso é pandemia? Detalhe esse média está estável há semanas.. É só uma gripezinha quantos casos de gripe? tem aí tb? E os bolsos enchendo 💸💸💸💸💸💸💸💸💸💸💸🐁🐁🐁🐁🐁🐁🐁🐁🐁

Covid-19: Brasil registra 351 mortes nas últimas 24 horas | Brasil | O DiaNo total já são 621.517 vidas perdidas para a doença no país. ODia

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Covid: média móvel de casos se aproxima do pior momento da pandemia no BrasilForam 75 mil novas infeções diárias nos últimos 7 dias e média móvel segue em crescimento pelo 20º dia consecutivo ... Pior porque ?

Covid: Brasil bate 2º maior número de casos em 24h; média móvel é recordeO total entre a segunda-feira e esta terça é quase o dobro do que o registrado uma semana atrás TiaBetenatal 🤨...e o APAGÃO = SABOTAGEM de dados?... OmarAzizSenador randolfeap Sen_Alessandro renancalheiros SenadorRogerio elizianegama ottoalencar ContaratoSenado LuizFux LRobertoBarroso gilmarmendes alexandre RosaWeberSTF MPF_PGR ANPR_Brasil

O Brasil registrou nesta terça-feira (18) o recorde de 132.254 novos casos conhecidos de Covid-19 em 24 horas, chegando ao total de 23.215.551 diagnósticos confirmados desde o início da pandemia. Com isso, a média móvel de casos nos últimos 7 dias foi a 83.630 - a maior marca registrada até aqui, superando pela primeira vez o pico de junho de 2021 (quando chegou a 77.295). Em comparação à média de 14 dias atrás, a variação foi de +575%, indicando tendência de alta nos casos da doença. (Correção: O g1 errou ao informar inicialmente que o recorde foi de 131 mil novos casos conhecidos. O número correto é 132 mil e foi corrigido às 20h05 na reportagem.) Antes a pior marca era de 125.053 novos casos em 24 horas, anotada em 18 de setembro de 2021, mas isso teve forte influência de mais de 100 mil registros represados do RJ, incluídos no mesmo dia. Brasil, 18 de janeiro Curva mostra a alta expressiva na média móvel de novos casos conhecidos de Covid nas últimas duas semanas — Foto: Editoria de Arte/g1 O país também registrou 317 mortes pela Covid-19 nas últimas 24 horas, totalizando 621.578 óbitos desde o início da pandemia. Com isso, a média móvel de mortes nos últimos 7 dias é de 185. Em comparação à média de 14 dias atrás, a variação foi de +88%, indicando tendência de alta nos óbitos decorrentes da doença. Evolução da média móvel de óbitos por Covid no Brasil nos últimos 14 dias. A variação percentual leva em conta a comparação entre os números das duas pontas do período — Foto: Editoria de Arte/g1 Dessa forma, a média móvel de vítimas voltou ao patamar em que estava às vésperas do ataque hacker que gerou problemas nos registros em todo o Brasil, ocorrido na madrugada entre 9 e 10 de dezembro (leia mais abaixo). Na época, essa média indicava 183 mortos pela doença por dia. Os números estão no novo levantamento do consórcio de veículos de imprensa sobre a situação da pandemia de coronavírus no Brasil, consolidados às 20h. O balanço é feito a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde. Instabilidade nos sistemas Após o apagão de dados do Ministério da Saúde, os estados começaram a normalizar a divulgação de números de Covid-19 no Brasil no dia 4 de janeiro. Em 12 de dezembro, o ministério informou que o processo para recuperação dos registros dos brasileiros vacinados contra a Covid-19 após ataque hacker foi finalizado, sem perda de informações. Mas, no dia seguinte, o ministro Marcelo Queiroga disse que houve um novo ataque hacker. A previsão inicial de estabilização dos sistemas, de 14 de dezembro, não foi cumprida. Em janeiro, o ministério informou que quatro de suas plataformas foram reestabelecidas ainda em dezembro; afirmou que, no dia 7 de janeiro, normalizou a integração entre os sistemas locais e a rede nacional de dados, e que o retorno do acesso às informações estava sido gradual. Apagão de dados do Ministério da Saúde completa um mês Segundo a pasta, a instabilidade no sistema não interferiu na vigilância de casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave, como a Covid. É o oposto do que dizem pesquisadores. "A gente não consegue planejar a abertura de novos serviços hospitalares, de centros de testagem, abertura de novos leitos e entender as regiões onde o impacto da nova variante é maior", diz Julio Croda, infectologista e pesquisador da Fiocruz. "A gente não viu a evolução e a chegada da ômicron. Ela não apareceu de repente no Ano Novo. Ela entrou ao longo do mês de dezembro, e a gente estava completamente em voo cego ali, porque não tinha dado nenhum; a gente não viu os dados crescerem", afirma o professor Marcelo Medeiros, fundador do Covid-19 Analytics. Ele interrompeu o serviço que auxilia autoridades a tomarem decisões em meio à pandemia. Curva de mortes nos estados Essa comparação leva em conta a média de mortes nos últimos 7 dias até a publicação deste balanço em relação à média registrada duas semanas atrás (entenda os critérios usados pelo g1 para analisar as tendências da pandemia). Vale ressaltar que há estados em que o baixo número médio de óbitos pode levar a grandes variações percentuais. Os números de médias móveis são, em geral, em números decimais e arredondados para facilitar a apresentação dos dados. Já a variação percentual para calcular a tendência (alta, estabilidade ou queda) leva em conta os números não arredondados. Consórcio de veículos de imprensa Os dados sobre casos e mortes de coronavírus no Brasil foram obtidos após uma parceria inédita entre g1, O Globo, Extra, O Estado de S.Paulo, Folha de S.Paulo e UOL, que passaram a trabalhar, desde o dia 8 de junho de 2020, de forma colaborativa para reunir as informações necessárias nos 26 estados e no Distrito Federal (saiba mais). Números da pandemia — Foto: Editoria de Arte/G1