Bolsonaro avalia entregar liderança de governo no Senado a aliado de Pacheco

20/01/2022 00:40:00

Bolsonaro avalia entregar liderança de governo no Senado a aliado de Pacheco

BRASÍLIA - O presidente Jair Bolsonaro avalia entregar a liderança do governo no Senado a Alexandre Silveira (PSD-MG), que substituirá o senador Antonio Anastasia (PSD-MG), aprovado em dezembro para o Tribunal de Contas da União (TCU). Como Silveira ainda não tomou posse oficialmente como parlamentar, a tendência é que Bolsonaro só bata o martelo após o fim do recesso no Congresso, em fevereiro.

Silveira é ligado ao presidente do Congresso, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), e atuava como diretor de Assuntos Técnicos e Jurídicos da Presidência do Senado. O futuro senador comanda o PSD em Minas Gerais e já foi deputado federal por duas vezes. Ele também esteve à frente da Secretraria Extraordinária da Gestão Metropolitana em Minas Gerais e da Secretaria de Saúde do governo de Antonio Anastasia.

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O Assunto #769: TSE e militares - freio de arrumação

A Justiça Eleitoral vinha reagindo apenas com esclarecimentos e declarações de princípios aos questionamentos infundados de militares, estimulados por Jair Bolsonaro, às urnas eletrônicas. Mas agora decidiu que isso não basta: flagrado espalhando fake news sobre elas, o coronel Ricardo Sant’Anna foi expulso do grupo formado para verificar a programação das máquinas de votar. Consulte Mais informação >>

Volta logo Lula, ou vou ter que trabalhar! 😂🤣

Bolsonaro avalia entregar liderança de governo no Senado a aliado de PachecoPlanalto tem analisado o nome de Alexandre Silveira, que substituirá Antonio Anastasia, aprovado para o Tribunal de Contas da União

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Damares acena com candidatura ao Senado pelo Amapá | O AntagonistaDesde a semana passada, apoiadores do presidente da República têm defendido que a ministra concorra ao Senado, na vaga de Davi Alcolumbre O que o Amapá fez pra merecer tao castigo? Coitados dos indígenas, se ela ganhar o que vai ter de pastor enfiados na Amazônia, vai ser terrível. Cruzes!!!

Senado trabalha para reduzir em até R$ 3 preço do combustível, diz relatorO senador Jean Paul Prates (PT-RN), relator do projeto sobre ICMS (Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços) no Senado, disse que o Congresso trabalha em um conjunto de ações legislativas que visam reduzir os preços dos Mentiroso sem-vergonha... por isso esse partido não pode voltar ao poder.

A BRASÍLIA - O presidente Jair Bolsonaro avalia entregar a liderança do governo no Senado a Alexandre Silveira (PSD-MG), que substituirá o senador Antonio Anastasia (PSD-MG), aprovado em dezembro para o Tribunal de Contas da União (TCU)., aprovado em dezembro para o Tribunal de Contas da União (TCU)., aprovado em dezembro para o Tribunal de Contas da União (TCU).× Ao contrário de Arthur Lira (PP-AL), o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), pretende manter as sessões semipresenciais na Casa.

Como Silveira ainda não tomou posse oficialmente como parlamentar, a tendência é que Bolsonaro só bata o martelo após o fim do recesso no Congresso, em fevereiro. Silveira é ligado ao presidente do Congresso, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), e atuava como diretor de Assuntos Técnicos e Jurídicos da Presidência do Senado. Lula: 'Não terei nenhum problema em fazer chapa com Alckmin para governar esse país' Silveira é ligado ao presidente do Congresso, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), e atuava como diretor de Assuntos Técnicos e Jurídicos da Presidência do Senado. O futuro senador comanda o PSD em Minas Gerais e já foi deputado federal por duas vezes. O futuro senador comanda o PSD em Minas Gerais e já foi deputado federal por duas vezes. Ele também esteve à frente da Secretraria Extraordinária da Gestão Metropolitana em Minas Gerais e da Secretaria de Saúde do governo de Antonio Anastasia. Ele também esteve à frente da Secretraria Extraordinária da Gestão Metropolitana em Minas Gerais e da Secretaria de Saúde do governo de Antonio Anastasia. Apesar dos embates de Bolsonaro com Pacheco pelas derrotas do governo no Senado, Silveira é apontado como um ponto de interlocução com o presidente da Casa.

Em função disso, o futuro parlamentar conta com o apoio de diversos ministros, entre eles Flávia Arruda (Secretaria de Governo), João Roma (Cidadania), Bento Albuquerque (Minas e Energia), Tarcísio de Freitas (Infraestrutura) e Rogério Marinho (Desenvolvimento Regional). Em função disso, o futuro parlamentar conta com o apoio de diversos ministros, entre eles Flávia Arruda (Secretaria de Governo), João Roma (Cidadania), Bento Albuquerque (Minas e Energia), Tarcísio de Freitas (Infraestrutura) e Rogério Marinho (Desenvolvimento Regional). Em função disso, o futuro parlamentar conta com o apoio de diversos ministros, entre eles Flávia Arruda (Secretaria de Governo), João Roma (Cidadania), Bento Albuquerque (Minas e Energia), Tarcísio de Freitas (Infraestrutura) e Rogério Marinho (Desenvolvimento Regional). A aproximação de Silveira com ministros se deu, sobretudo, na tramitação de projetos importantes para o Executivo como a permissão para a privatização da Eletrobras e a aprovação da 'BR do Mar', com o objetivo de abrir a navegação costeira entre portos nacionais e reduzir a dependência do transporte rodoviário (cabotagem). Há uma semana, Silveira esteve com Bolsonaro no Palácio do Planalto. Há uma semana, Silveira esteve com Bolsonaro no Palácio do Planalto. O encontro ocorreu após o novo senador sobrevoar áreas atingidas pelas chuvas em Minas Geras. O encontro ocorreu após o novo senador sobrevoar áreas atingidas pelas chuvas em Minas Geras. Em suas redes sociais, Silveira registrou ter conversado com o presidente sobre a ajuda do governo federal para municípios mineiros. Em suas redes sociais, Silveira registrou ter conversado com o presidente sobre a ajuda do governo federal para municípios mineiros.

"Fruto dessa conversa, o presidente já me colocou em contato com o ministro da Saúde, além de outros contatos que tenho mantido com o Ministério da Cidadania, do Meio Ambiente e do Desenvolvimento Regional. Não quero saber de que partido é o Governo, quero é ajudar na solução dos problemas que estamos enfrentando", escreveu o senador. Não quero saber de que partido é o Governo, quero é ajudar na solução dos problemas que estamos enfrentando", escreveu o senador. Não quero saber de que partido é o Governo, quero é ajudar na solução dos problemas que estamos enfrentando", escreveu o senador. No PSD, a avaliação é que Silveira não aceitará o cargo. O partido tem uma posição de independência no Congresso e tem Rodrigo Pacheco como pré-candidato ao Planalto. O partido tem uma posição de independência no Congresso e tem Rodrigo Pacheco como pré-candidato ao Planalto. Além disso, o novo senador é considerado um importante articulador político na sigla e pessoa de confiança do presidente da legenda, Gilberto Kassab. Além disso, o novo senador é considerado um importante articulador político na sigla e pessoa de confiança do presidente da legenda, Gilberto Kassab.

Nos bastidores do governo, ainda é mencionado como opção o senador Marcos Rogério, que atuou como líder da tropa de choque do governo na CPI da Covid e recentemente trocou o DEM pelo PL, partido de Bolsonaro. STF: Bolsonaro terá que prestar depoimento até 28 de janeiro em inquérito sobre vazamento de dados Nos bastidores do governo, ainda é mencionado como opção o senador Marcos Rogério, que atuou como líder da tropa de choque do governo na CPI da Covid e recentemente trocou o DEM pelo PL, partido de Bolsonaro. Marcos Rogério chegou a ser cotado como pré-candidato ao governo de Rondônia, mas a mudança de partido e possibilidade de assumir a liderança esfriaram os planos Entusiastas da indicação de Alexandre Silveira no governo citam que o novo senador, embora não tenha um alinhamento total com o presidente, pode ajudar a melhorar a interlocução política no Senado, onde sucessivas derrotas expuseram a fragilidade do governo. O Senado é considerado um terreno pantanoso para a articulação política do governo... Bolsonaro não conseguiu construir uma base coesa na Casa, o que ficou ainda mais evidente com a CPI da Covid. Pelas contas do Planalto, há apenas 15 aliados entre os 81 senadores.

Para piorar o cenário, o governo está sem líder na Casa desde 15 de dezembro. À época, o senador Fernando Bezerra (MDB-PE) entregou o cargo um dia após perder a concorrência pela vaga do TCU para Anastasia. Abandonado pelo Palácio do Planalto, Bezerra ficou em último na disputa, com sete votos. Anastasia obteve o apoio de 52 senadores, enquanto a senadora Kátia Abreu (PP-TO), 19. Receba a newsletter do Extra Cadastrar .