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Bolsonaro abre mão de depoimento presencial sobre suposta interferência na PF - CartaCapital

Bolsonaro abre mão de depoimento presencial sobre suposta interferência na PF

26/11/2020 23:30:00

Bolsonaro abre mão de depoimento presencial sobre suposta interferência na PF

Investigação apura acusações do ex-ministro da Justiça e Segurança Pública Sérgio Moro

sobre suposta interferência de Bolsonaro para trocar o comando da PF. Em abril, o ex-juiz da Lava Jato deixou o governo após pressão do Planalto para substituir o então diretor-geral da corporação, Maurício Valeixo pelo diretor da Abin, Alexandre Ramagem, um nome próximo da família presidencial.

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A AGU informa que a divulgação da reunião ministerial do dia 22 de abril, tornada pública por ordem do então ministro Celso de Mello, ‘demonstrou completamente infundadas quaisquer das ilações que deram ensejo ao presente inquérito’. O presidente também relembra que o prazo de prorrogação concedido às investigações está chegando ao fim.

“Assim, o peticionante vem, respeitosamente, à presença de V. Exa., declinar do meio de defesa que lhe foi oportunizado unicamente por meio presencial no referido despacho, aliás, como admitido pelo próprio despacho, e roga pronto encaminhamento dos autos à Polícia Federal para elaboração de relatório final a ser submetido, ato contínuo, ainda dentro da prorrogação em curso, ao Ministério Público Federal”, anotou a AGU. headtopics.com

Conforme mostrou o Estadão em maio, parte dos investigadores que atuam no inquérito avalia que, até o momento, não foram encontradas provas que o incriminem e aponta que a tendência é que o procurador-geral da República, Augusto Aras, peça o arquivamento do caso.

O entendimento desse grupo é o de que, neste momento, as acusações do ex-ministro da Justiça Sérgio Moro provocam mais estrago político do que jurídico para Bolsonaro.A controvérsia em torno da forma como deveria ser o depoimento do presidente da República gerou desgaste não apenas entre o STF e o Palácio do Planalto, mas dentro da própria Corte.

Durante a licença médica de Celso de Mello, o ministro Marco Aurélio suspendeu o inquérito e barrou a realização do depoimento presencial. Muito obrigado por ter chegado até aqui. Mas não se vá ainda. Ajude-nos a manter de pé o trabalho de

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200.000 mortos | Coronavírus | G1

Homens de verdade prestam depoimento presencial. Os que fogem são maricas. Mais um exemplo de um verdadeiro cidadão de bem e machão do jairbolsonaro !! Rato e Frouxo isso sim ele é Pera aí! Foi feito um convite ou foi determinada a oitava o Presidente? KKKKKKKK Queriam um Estado menor e ganharam de presente um maior. Mas os grandes envolvidos na Zelotes sofrerão isso? Ou o Manuel da padaria? /// Nova lei dá ao Fisco poder de pedir falência de empresa devedora de imposto via UOLEconomia UOL

Parabéns presidente 👏