'Bafômetro' que detecta tumor e terapia personalizada avançam como armas contra o câncer - Saúde - Estadão

CAPA: Novas técnicas avançam na detecção e combate ao câncer

16/01/2022 12:00:00

CAPA: Novas técnicas avançam na detecção e combate ao câncer

Do aparelho que detecta tumores de estômago à infusão de células de defesa modificadas em laboratório, recursos são usados no diagnóstico e no tratamento; transplante fecal é outra aposta para melhorar resposta dos pacientes

 .Leia TambémO hospital é o único do país a participar do projetoPor meio da respiração, o aparelho é capaz de detectar compostos voláteis (fenóis, álcool, gorduras, açúcares) liberados pelas células tumorais e também por outras alterações. A máquina é tão sensível que os voluntários não podem usar desodorante, perfume, cigarro, chiclete e outras substâncias capazes de interferir no resultado do exame. O objetivo é comparar os perfis de compostos exalados por pessoas com e sem a doença.

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Paulo 16 de janeiro de 2022 | 05h00 Com um sopro indolor de dez segundos em um aparelho parecido com um bafômetro, a advogada Alessandra Lacerda da Silva Santana, de 28 anos, ajudou a   a dar mais um passo em direção ao surgimento de métodos de diagnóstico precoce mais simples e acessíveis. Essa é uma das principais necessidades dos mais de 625 mil brasileiros surpreendidos pela doença a cada ano, segundo estimativa do Instituto Nacional de Câncer (Inca) . A especialista alerta ainda que a chance do surgimento de novas variantes seguirá alta enquanto a vacinação não estiver disponível em todos os países. Alessandra tornou-se uma das primeiras voluntárias brasileiras a testar um aparelho criado pelo Instituto de Tecnologia de Israel para detectar câncer no aparelho digestivo por meio da respiração. O Ministério liberou a imunização em 5 de janeiro, e o primeiro lote com vacinas da Pfizer chegou ao País na última quinta-feira, 13. O estudo clínico iniciado nesta semana no  , em São Paulo, deve envolver 300 participantes (com e sem câncer) até o final do ano. Quais são as principais diferenças entre as ondas de variantes anteriores e a atual, de Ômicron? São duas grandes diferenças. Leia Também Tenho câncer. Para isso, contou, foram compradas 9 milhões de agulhas e seringas, além de terem sido treinados profissionais para imunizar os mais novos em 5.

E agora? A advogada não tem a doença, mas ela e a irmã fazem acompanhamento genético e endoscópico preventivo porque a mãe morreu de câncer de estômago há três anos, o pai teve no intestino e o avô materno não resistiu a um tumor de pâncreas. Não toda, mas muita gente." Queiroga esteve na capital paraibana hoje para um ato de imunização e testagem contra a covid no Hospital Universitário Lauro Wanderley. “Espero que o estudo do aparelho seja positivo e ele ajude a salvar outras pessoas”, diz Alessandra. O hospital é o único do país a participar do projeto VOGAS (uma sigla em inglês para rastreamento de compostos orgânicos voláteis) , esforço internacional de desenvolvimento de um método acessível e não invasivo de detecção precoce de tumores de estômago. No ano passado vimos o colapso do sistema de saúde em vários lugares. A pesquisa tem participação de centros da Colômbia, Chile, Ucrânia, Letônia e financiamento da União Europeia. Eu trabalho todos os dias para que eu tenha um bom julgamento da história", disse. Por meio da respiração, o aparelho é capaz de detectar compostos voláteis (fenóis, álcool, gorduras, açúcares) liberados pelas células tumorais e também por outras alterações. Dessa vez, embora haja mais casos, e a convivência com a , a necessidade de terapia intensiva é menor. São Bernardo inicia aplicação nesta sexta-feira; na capital, previsão é para segunda-feira A orientação do governo estadual é que a aplicação no público-alvo geral comece a partir desta sexta-feira.

A máquina é tão sensível que os voluntários não podem usar desodorante, perfume, cigarro, chiclete e outras substâncias capazes de interferir no resultado do exame. O objetivo é comparar os perfis de compostos exalados por pessoas com e sem a doença. Estamos vivendo essa onda da Ômicron com pelo menos algum know-how prévio sobre como enfrentar uma crise sanitária dessas proporções. Depois de ter rebatido uma carta de Barra Torres dirigida a ele, o presidente disse que não"brigou" com o contra-almirante, mas apenas o questionou sobre a recomendação para que crianças de 5 a 11 anos fossem vacinadas. Quando chegar à rotina dos centros de diagnóstico, o aparelho pode se tornar uma poderosa ferramenta de triagem de pacientes. Nos estudos iniciais, a capacidade de detectar tumores pelo “bafômetro” ultrapassou os 70%. Qual o impacto disso? Essas pessoas todas precisavam ir ao hospital? As pessoas se sentem seguras indo para os serviços de emergência porque estão no hospital, acham que ali há toda a infraestrutura necessária para atendê-las. Quando ele aponta alterações, a pessoa é encaminhada à endoscopia para confirmação do diagnóstico. Somente eu e ele.

“Incorporar essa ferramenta diagnóstica no dia a dia seria fantástico porque hoje o exame mais precoce para câncer de estômago é uma biópsia endoscópica, exame desconfortável, que exige jejum e sedação, análise patológica e nem sempre está disponível a quem mais precisa”, afirma o biólogo molecular Emmanuel Dias-Neto, do  Centro Internacional de Pesquisas do A. Falta orientação? A questão da orientação é que existem dois lados: o que dá e o que aceita.C. Camargo Cancer Center . Essa questão das emergências lotadas não é um fenômeno da pandemia, da covid. O presidente afirmou não ter acusado o almirante de corrupção e mudou o tom das insinuações, mas voltou a levantar dúvidas sobre as"intenções" da agência ao recomendar a vacinação infantil. “Em grande parte dos casos de câncer de estômago, os sintomas só aparecem quando a doença já está avançada. Com essa triagem fácil de fazer, esperamos salvar muitas vidas”, diz. Nem sei se elas têm razão, mas é como se sentem.

A expectativa dos pesquisadores é que, no futuro, o “bafômetro” seja detecte também outros tipos de tumor. Eu falei: 'O que está por trás do que a Anvisa vem fazendo?' Ninguém acusou ninguém de corrupção. Estimular a defesa do organismo contra a doença Entre os desenvolvimentos recentes na pesquisa e no tratamento do câncer, um dos mais notáveis é o avanço da imunoterapia. Em algumas unidades temos baixas de até 20%. Esse é um conceito amplo, que envolve várias formas de estimular as células de defesa do organismo a combater os tumores com mais facilidade. Uma das técnicas em alta é a infusão de linfócitos T geneticamente modificados. Todos os profissionais que estão nos serviços de saúde ou em contato com a população correm risco de contágio."Se o senhor não possui tais informações ou indícios, exerça a grandeza que o seu cargo demanda e, pelo Deus que o senhor tanto cita, se retrate", escreveu o militar da reserva da Marinha, ao desafiar o presidente a apontar indícios de corrupção contra ele. Essas células, as CAR-T na sigla em inglês (receptor de antígeno quimérico), são extraídas da corrente sanguínea do próprio doente e reprogramadas em laboratório.

Um vírus modifica o DNA do linfócito para torná-lo capaz de reconhecer o câncer por meio de um antígeno tumoral (uma proteína expressa pelas células malignas) e atacá-lo. E ainda assim estão se infectando. Essa modificação genética não é um produto pronto, disponível nas prateleiras como um medicamento qualquer. Na sexta-feira, 14, no dia em que o Governo de São Paulo realizou cerimônia de início da vacinação infantil contra covid-19 no Estado, Queiroga usou as redes sociais para acusar o governador paulista,. Ela é personalizada de acordo com o organismo de cada paciente e só pode ser feita em laboratórios específicos, dentro de centros acadêmicos ou em instalações ligadas à indústria farmacêutica, como acontece nos Estados Unidos, na Europa, na China e em outros países. Além disso, há o fator estresse e o fator cansaço. Depois de modificadas para reconhecer o antígeno tumoral e combater a doença, as células do paciente voltam ao hospital e são injetadas de volta no doente. Antes da infusão, o paciente precisa fazer quimioterapia para que o sistema imune não ataque as células geneticamente modificadas. Agora, só não digo que estamos no 25º mês de 2020 porque temos a vacina.

Só assim elas podem exercer sua ação contra o tumor. Os primeiros produtos de CAR-T foram aprovados em 2017 pela FDA, a agência reguladora equivalente à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Estamos com uma taxa altíssima de disseminação do vírus. A Novartis fabrica o Kymriah (tisagenlecleucel) para tratamento de leucemia linfoide aguda e de linfoma difuso de grandes células B. Para combater o mesmo tipo de linfoma, a Kite Pharma lançou o Yescarta (axicabtagene ciloleucel) e a Juno Therapeutics criou o Breyanzi (lisocabtagene maraleucel). Alguns países voltaram, se não ao lockdown, a algumas medidas restritivas. Em seguida, a Jansenn desenvolveu o Cilta-cel (ciltacabtagene autoleucel) para combater o mieloma múltiplo.

  Esses produtos são destinados a pacientes que foram submetidos a três diferentes linhas de tratamento e, mesmo assim, o câncer voltou. Todas as outras tiveram restrições, como Nova York, Paris. Nenhum deles está disponível comercialmente no Brasil, mas a indústria realiza estudos clínicos no país. A expectativa é que a técnica seja liberada pela Anvisa ainda no 1º semestre. Até teve fogos, mas nada comparável aos anos anteriores. “A terapia com células CAR-T não é uma panaceia, não resolve a vida de todos os pacientes, nem é isenta de riscos”, diz o médico Nelson Hamerschlak, diretor do Centro de Hematologia e Oncologia do Hospital Israelita Albert Einstein . “Mas os resultados são maravilhosos porque há taxas de sobrevida acima de 60% em pacientes com doenças agressivas que, sem esse tratamento, teriam morrido”. E também das férias de fim de ano.

Aos 54 anos, Sandra de Souza Silva, diretora criativa de moda feminina, vive desde 2019 sem qualquer sinal de câncer. Na última tentativa de vencer um linfoma agressivo (depois de quimioterapia, transplante de medula e outros tratamentos), ela participou de um estudo clínico com células CAR-T no University Hospitals Cleveland Medical Center (EUA) . Todo mundo sabe que nos encontros familiares o risco é maior. “Com quimioterapia, os médicos deram um ‘reset’ no meu sistema imune. Fiquei em isolamento total porque poderia morrer de qualquer infecção. Mas muitas acabaram se contaminando. A infusão das minhas células modificadas foi muito rápida e feita na veia do braço”, diz.

“Foi uma emoção enorme quando, depois do tratamento e de exame de PET-scan, o médico nos Estados Unidos me disse que eu estava zerada, sem sinal de câncer”. Por exemplo, jogo de futebol não é necessário. Em pouco tempo, Sandra recuperou a disposição. Além de trabalhar, pratica atividade física (corrida, musculação, ioga) quase todo dia. Hoje em dia, entendemos melhor o que está acontecendo, temos mais controle da situação, então podemos tomar decisões mais consequentes. “Uma cura depende da boa medicina, do amor ao redor e de muita fé e esperança”, diz ela. “Torço para que logo esse tratamento esteja disponível a todos os que precisam, inclusive no ”. Até porque não é só Ômicron.

Técnica ainda precisa vencer barreiras Por ser voluntária em uma pesquisa, Sandra não precisou arcar com o custo da terapia (cerca de US$ 500 mil nos Estados Unidos, o equivalente a cerca de R$ 2,7 milhões), mas diz que gastou aproximadamente US$ 300 mil (cerca de R$ 1,6 milhão) para pagar a conta do hospital e da estadia de três meses dela e de familiares. Para baratear o custo da terapia e torná-la acessível, várias iniciativas acadêmicas estão em desenvolvimento no Brasil. Sim, e ainda temos a questão da falta de testes. Em vez de apenas testar produtos da indústria farmacêutica, universidades e centros de pesquisas tentam desenvolver capacidade própria de gerar as células modificadas. Há projetos em curso no ..