Ataques e acusações de corrupção dominam último debate antes da eleição

30/09/2022 12:13:00

Temas como mensalão, rachadinha, CPI da Covid, compra de imóveis com dinheiro vivo, Petrobras e família dominaram as falas dos líderes das pesquisas

Temas como mensalão, rachadinha, CPI da Covid, compra de imóveis com dinheiro vivo, Petrobras e família dominaram as falas dos líderes das pesquisas

Participaram do debate os candidatos Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Jair Bolsonaro (PL), Ciro Gomes (PDT), Luiz Felipe D'Ávila (Novo), Simone Tebet (MDB), ...

.Logo no primeiro bloco, Lula e Bolsonaro protagonizaram discussões e trocaram ataques e acusações sobre corrupção. Sem um confronto direto, os candidatos se provocavam enquanto respondiam outras perguntas. Ambos também pediram pelo direito de resposta seguidas vezes.

Temas como mensalão, rachadinha, CPI da Covid, compra de imóveis com dinheiro vivo, Petrobras e até família dominaram as falas dos líderes das pesquisas de intenção de voto.Em um dos embates, Lula citou o decreto de 100 anos posto por Bolsonaro em documentos e assuntos ligados à Presidência.

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Lula saindo extremamente diminuído do debate. Nem com toda ajudinha oferecida pela Globo conseguiu enganar os brasileiros. Apanhou de tudo e de todos, especialmente dele mesmo. Felizmente perderá a eleição. O Presidente Bolsonaro será reeleito para o bem do Brasil, graças a Deus.

Último debate presidencial é marcado por trocas de acusações e sequência de pedidos de direito de respostaÚltimo debate entre presidenciáveis antes do 1º turno é marcado por trocas de acusações e sequência de pedidos de resposta; corrupção é o principal tema CNNnasEleições Lula será o próximo Presidente da República.

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Sete candidatos se enfrentam no último debate presidencial antes do 1º turnoParticipam Luiz Inácio Lula da Silva, Jair Bolsonaro, Ciro Gomes, Simone Tebet, Felipe D’Ávila, Soraya Thronicke e Padre Kelmon Bolsonaro 💚💚💛💛💛

Nem Lula, nem Bolsonaro: o candidato que tirou Bonner do sério em debate | Tela PlanaPadre Kelman, candidato do PTB (Partido Trabalhista Brasileiro), desrespeitou uma das regras do evento ao interromper Luiz Inácio do Lula da Silva Esse homem tira qualquer ser pensante do sério. Viva o padre !! O meu candidato. O meu Presidente Padre , tem meu voto

Debate na Globo: colunistas analisam; acompanheDebate presidencial começa depois de 'Pantanal' e reúne Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Jair Bolsonaro (PL), Ciro Gomes (PDT), Simone Tebet (MDB), Soraya Thronicke (União Brasil), Luiz Felipe D'Ávila (Novo) e Padre Kelmon (PTB) Esse padre ta ganhando milhões de reais do fundo partidario eleitoral para mentir a favor do presidente. Kkkkk....tá engraçado, conta outra piada.

Padre Kelmon (PTB) .Equipes de presidenciáveis destacam erros e acertos de campanhas O candidato do PL citou o ex-presidente Lula: “O governo Lula foi o chefe de uma grande quadrilha.e que tinham posições"lavajatistas" — que faziam defesa enfática da operação e votaram a favor da prisão após segunda instância — são hoje descartados por Lula para ser a ponte de seu governo com o Supremo.Lula e sua campanha"se valeram da junção de dezenas de artistas de renome (de cachês são milionários!), como forma de chamar a atenção para a eleição de Luiz Inácio Lula da Silva e obter engajamento eleitoral em redes sociais", argumentaram.

Logo no primeiro bloco, Lula e Bolsonaro protagonizaram discussões e trocaram ataques e acusações sobre corrupção. Sem um confronto direto, os candidatos se provocavam enquanto respondiam outras perguntas. […] O governo que nos antecedeu não tinha nenhum compromisso e respeito com a família brasileira, que quis impor agenda de ideologia de gênero, ensinando crianças em sala de aula a se interessar por sexo precocemente, que quer a liberação das drogas”. Ambos também pediram pelo direito de resposta seguidas vezes. Mas, ao se tornar relator da operação no STF, no início de 2017, passou a adotar a agenda pautada pelo então juiz Sergio Moro, segundo aliados de Lula. Temas como mensalão, rachadinha, CPI da Covid, compra de imóveis com dinheiro vivo, Petrobras e até família dominaram as falas dos líderes das pesquisas de intenção de voto. “Num debate entre pessoas que querem ser presidente, esperava que o atual presidente tivesse honestidade. Em um dos embates, Lula citou o decreto de 100 anos posto por Bolsonaro em documentos e assuntos ligados à Presidência. As mais lidas agora.

"Num debate entre pessoas que querem ser Presidente da República, o atual presidente tivesse um mínimo de honestidade. Bolsonaro também pediu direito de resposta, que também foi aprovado. Uma pessoa próxima do ex-presidente afirma que a anulação das condenações é vista como decorrente de uma agenda própria de Fachin contra Moro por causa do -- só depois do vazamento de mensagens, o ministro teria se convencido da parcialidade dos procuradores. O mínimo de seriedade. Ele falar que eu montei quadrilha? Com a quadrilha da rachadinha dele que ele decretou sigilo de cem anos, com a rachadinha da família, sabe, do Ministério da Educação? Com barras de ouro? Ele falar de quadrilha comigo? Ele precisava se olhar no espelho e saber o que está acontecendo no governo dele", disse Lula. Que rachadinha? Rachadinha é teus filhos roubando milhões de empresas após a sua chegada ao poder”, afirmou o presidente. Bolsonaro rebateu chamando o ex-presidente de presidiário e traidor da Pátria, além de citar supostos casos de propinas. Em 28 de setembro daquele ano, dias antes do primeiro turno, o ministro derrubou decisão do colega Ricardo Lewandowski, que horas antes havia autorizado Lula a dar entrevista para o jornal Folha de S. “Mentiroso! Ex-presidiário. É por isso que no dia 2 de outubro o povo vai te mandar para casa”.

Traidor da Pátria. Que rachadinha? Rachadinha é teus filhos! Roubando milhões de empresas! Após a tua chegada ao poder, que CPI é essa? Da farsa? Que você vem defender aqui? O que achou a meu respeito? Nada! Que dinheiro de propina? Não teve propina, propina teve o seu Carlos Gabas, do consórcio nordeste! Dos governadores amigos teus!”, disse Bolsonaro.” D’Avila abordou, com Ciro, os escândalos de corrupção do governo do PT. Fux também determinou censura prévia, caso a entrevista já tivesse sido concedida. Outro embate que chamou a atenção foi entre Padre Kelmon (PTB) e Soraya Thronicke (União Brasil). Com a candidata do União Brasil dizendo que Padre Kelmon seria um padre de festa junina e o chamando de cabo eleitoral do presidente Jair Bolsonaro (PL). Bolsonaro questionou Tebet sobre o pronunciamento da candidata à vice pelo MDB, Mara Gabrilli, que associou Lula ao assassinato do ex-prefeito de Santo André (SP), Celso Daniel (PT). “O senhor está parecendo mais o seu candidato, que é nem-nem: Nem estuda e nem trabalha. Ministro mais antigo do STF, Gilmar Mendes também votou contra a prisão em segunda instância.

O senhor não estudou. Ela chamou o presidente de “insensível”, citando o cenário de fome no país. E dizer mais, não deu extrema-unção porque o senhor é um padre de festa junina”, disse Soraya. Padre Kelmon (PTB) também foi o centro das atenções ao interromper por diversas vezes seus adversários e não respeitar o tempo das perguntas e tréplicas. Bolsonaro respondeu: “A senhora sabe que investimos no Auxílio Emergencial. Toffoli também assumiu posição garantista na Lava Jato e votou contra a prisão em segunda instância, mas o petista guarda mágoa do ministro. Em determinado momento, ele chegou a discutir com Lula (PT), que reclamou do seu comportamento. “Não dá para debater com uma pessoa que tem um comportamento de um fariseu e se veste de padre. Lula teve direito de resposta sobre o caso Celso Daniel, citado por Bolsonaro.

Não dá. Ou você aprende a respeitar e fecha a boca quando alguém estiver falando”, disse Lula. […] A Polícia Civil, o Ministério Público deram por encerrado, decidiram que era um crime comum e eu fui procurar o Fernando Henrique Cardoso para colocar a Polícia Federal. Veja também .