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Amazonas, Roraima

Após anos de massacres, hegemonia das facções zera homicídios em prisões do Amazonas e Roraima

A paz atrás das grades é reflexo de uma nova configuração do xadrez das facções criminosas. Por @gil_alessi

26/02/2021 14:00:00

A paz atrás das grades é reflexo de uma nova configuração do xadrez das facções criminosas. Por gil_alessi

Estados, palco de rebeliões recentes com dezenas de mortos, não registraram mortes violentas em 2020. Queda de homicídios nas ruas também aponta para papel de facções

. Em outubro de 2016 presos ligados ao PCC invadiram ala reservada para os rivais na Penitenciária Agrícola de Monte Cristo, na zona rural de Boa Vista, e mataram 10. Este foi um dos primeiros sinais de que a então duradoura aliança entre a facção paulista e o CV estava na berlinda. Meses depois, em janeiro de 2017, novo banho de sangue na mesma unidade: 33 detentos assassinados em outra rebelião. Mas em 2020 tudo mudou. Segundo a Secretaria de Justiça e Cidadania, responsável pelo sistema penitenciário no Estado, nenhum preso foi vítima de homicídio no ano passado.

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Em Roraima, importante para a entrada de drogas no país uma vez que faz fronteira com a Venezuela —que mesmo não sendo um grande produtor de cocaína é visto como território livre para a passagem de drogas—, quem dá as cartas continua sendo a facção paulista. “Temos principalmente PCC aqui. Mas em números é difícil dizer [qual o percentual de presos do grupo criminoso], apesar de eu achar que atualmente a predominância é de não faccionados dentro do sistema penitenciário”, explica o secretário André Fernandes Ferreira, responsável pelos presídios de Roraima, que passaram por uma intervenção federal para tirar o controle das unidades das mãos do crime. “Com a intervenção federal nos presídios acabou a comunicação entre eles. Acabou entrada de celular. E quem estava na rua se sentiu perdido, sem receber ordens de dentro. Isso levou a uma redução grande na criminalidade. Sentiram a presença do Estado no sistema prisional e nas ruas”, afirma Carlos Alberto Melotto, promotor de crime organizado,

e lavagem de capitais do Ministério Público de Roraima.Apoie a produção de notícias como esta. Assine o EL PAÍS por 30 dias por 1 US$Clique aqui Consulte Mais informação: EL PAÍS Brasil »

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Último caso de intubação foi em 29 de março na UPA da cidade. Resultados do Projeto S serão divulgados em maio pelo Instituto Butantan

gil_alessi A milicia 'organizou' o crimeorganizado. Esse é o brasil que não queremos. Tem alguém aplaudindo isso? gil_alessi Muitos ai tem mais conciencia de classe dos que estão soltos !