Advogada cadeirante diz ter sido expulsa de mostra de decoração em SP após reclamar de falta de acessibilidade

Nathalia Blagevitch chamou a polícia após ter sido ofendida por funcionária. Exposição tem sete andares, e elevador não estava funcionando. #g1

24/10/2021 23:00:00

Nathalia Blagevitch chamou a polícia após ter sido ofendida por funcionária. Exposição tem sete andares, e elevador não estava funcionando. g1

Nathalia Blagevitch chamou a polícia após ter sido ofendida por funcionária. Exposição tem sete andares, e elevador não estava funcionando. Casacor informou que 'repudia qualquer ato discriminatório e que ministra treinamentos aos funcionários, bem como aos seus terceirizados, enfatizando sempre os protocolos internos de conduta e responsabilidade no trato com seus visitantes'.

A advogada Nathalia Blagevitch, de 30 anos, disse que foi expulsa da mostra de arquitetura e decoração da Casacor em São Paulo, após reclamar da falta de acessibilidade do local e pedir seu dinheiro de volta. Nathalia tem paralisia cerebral e estava em uma cadeira de rodas motorizada.

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Nathalia foi à mostra, localizada em um anexo do Allianz Parque, na Zona Oeste de São Paulo, na tarde deste sábado (23). Ela e uma acompanhante haviam comprado o ingresso pela internet - R$ 50 cada um.Após ver a exposição do primeiro andar, Nathalia perguntou como poderia acessar os próximos, já que a mostra ia até o sétimo andar do edifício. A organização do evento respondeu que, por um problema de energia, o elevador principal não estava funcionando, e que ela poderia usar o elevador de carga para acessar apenas mais um andar.

Sem poder ver nem um terço da exposição, a advogada chegou a perguntar se alguém poderia carregá-la para acessar os outros andares. Essa opção foi negada. A advogada pediu, então, seu dinheiro de volta, o que não foi autorizado. headtopics.com

Nathalia foi conduzida para fora de mostra da Casacor em São Paulo — Foto: Arquivo pessoalQuando saiu do elevador de carga, Nathalia contou que viu uma mulher com um carrinho de bebê e uma idosa com uma bengala. Ela as informou que seria melhor voltar outro dia porque o local estava sem acessibilidade. "Cala a boca, sua mentirosa, você não sabe o que está falando", teria dito uma funcionária do local à advogada.

Após a ofensa, Nathalia informou que iria chamar a polícia. Em seguida, ela foi impedida de permanecer na mostra e foi conduzida para fora do local, para esperar a polícia na rua.A advogada contou que a falta de acessibilidade é comum, mas os espaços costumam tentar contornar o problema. "Em 90% dos casos, me carregam no colo ou dão outra opção, nunca fui chamada de mentirosa ou colocada para fora do evento."

Quando a polícia chegou, Nathalia contou que os policiais disseram que "não podiam fazer nada" e a orientaram a fazer um Boletim de Ocorrência pela internet.A advogada registrou um B.O. online e disse que, nesta segunda-feira (24), irá à Delegacia de Polícia da Pessoa com Deficiência, no Centro da capital, para reforçar a denúncia.

"Eu estou revoltada, indignada. Meu objetivo não é ganhar dinheiro. Estou construindo um apartamento, fui para ter ideias para a minha casa, já que a Casacor se diz uma referência para pessoas com deficiência", disse ela. headtopics.com

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Nathalia contou que apenas na tarde deste domingo, após o caso ser revelado pelo jornal "O Estado de S. Paulo", um diretor da Casacor entrou em contato com ela, se desculpou e a convidou a voltar ao evento. A advogada não pretende voltar.

Em nota, a Casacor informou que "repudia qualquer ato discriminatório e que ministra treinamentos aos funcionários, bem como aos seus terceirizados, enfatizando sempre os protocolos internos de conduta e responsabilidade no trato com seus visitantes".

Sobre a falta de energia, o texto diz que "houve uma situação de força maior e o fornecimento de energia teve de ser interrompido por algumas horas, impactando diretamente nos elevadores que dão acesso à mostra e a todos os andares do estacionamento'".

Questionada sobre a postura dos policiais militares ao chegar ao evento, a Secretaria de Segurança Pública (SSP) não se manifestou até a última atualização desta reportagem. Consulte Mais informação: G1 »

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Aff é tanta discriminação que me dá ranço 🤮 Se no ato da compra ela não foi informada de que não haveria acessibilidade ela está correta. Falta de respeito com os cadeirantes Queria entender... 'Após ver a exposição do 1 andar, Nathalia perguntou como poderia acessar os próxs, ...A organização do evento respondeu q, por um problema d energia, o elevador principal n estava funcion, e q ela poderia usar o elevador d carga p acessar apenas mais um andar'

Que absurdo! Muita força para a advogada. A exposição não tem 7 andares, tem 2. Está localizada no sétimo e oitavo andares do prédio... Sugiro pesquisar melhor antes de publicar matérias. Sei como agem as 'advogadas' são aquelas que vivem de dar carteirada da OAB nos outros. A condição de deficiente não é motivo para criar barracos. Quero ver ela exigir subir no braço ou na cabeça do Cristo Redentor no RJ de maneira autônoma!

pncepcd Alexandrika1 snake_plasma meu deus eu ri.... Quis lacrar... Deu nisso

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