“A inflação na Argentina destrói nossas vidas”

Argentinos veem com ceticismo as tentativas do Governo de controlar o aumento dos preços

28/10/2021 14:00:00

Argentinos veem com ceticismo as tentativas do Governo de controlar o aumento dos preços

Argentinos veem com ceticismo as tentativas do Governo de controlar o aumento dos preços

que a Argentina arrastava desde 2018 e elevou a população pobre a 42%, quase sete pontos percentuais a mais do que antes da crise. A maioria dessas famílias depende dos subsídios do Estado e dos restaurantes gratuitos para não cair na indigência.

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Assim que a economia começou a se reativar com a redução do número de casos de covid-19 e do avanço da campanha de vacinação, ficou mais uma vez evidente que a recuperação é muito mais lenta do que a queda —

o índice de pobrezasó diminuiu até 40,6% no primeiro semestre do ano— porque o ritmo de aumento dos preços é maior que o dos salários. Em setembro, uma família padrão necessitava de 70.532 pesos (cerca de 680 dólares) para não ser pobre na Argentina, mais de dois salários mínimos. O número oficial é baseado em uma família de dois adultos e duas crianças, com casa própria. headtopics.com

“Tudo está ficando cada vez mais caro e se você paga aluguel não dá nem para o básico, que é casa, alimentação e transporte. Muitos estão consumindo as, caso aconteça alguma coisa”, diz Óscar Quinteros, professor. Para esticar ao máximo o salário, ele recorre às compras no atacado com a família. Essa estratégia, que na Argentina é conhecida como “

estoquearse” [fazer estoques], voltou a crescer com a crise: em julho, com o pagamento de metade do 13º salário, as vendas no atacado cresceram 7,9% em relação a um ano atrás, enquanto as vendas no varejo só aumentaram 4,2%.

A inflação também atinge a classe média acomodada, que vê sua qualidade de vida piorar a cada crise, especialmente em relação a viagens ao exterior e outras despesas que exigem moeda estrangeira. “Fui a Israel em 2016 e me custou 3.000 dólares, o que era algo como 45.000 pesos.

Agora seriam quase 600.000 pesos.O problema não é com o país estrangeiro, mas com a moeda daqui, que está cada vez mais desvalorizada e acredito que será desvalorizada ainda mais”, diz Ricardo, advogado de 61 anos, que prefere não revelar o sobrenome. headtopics.com

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“Acredito que a inflação é um negócio, por isso não querem solucioná-la. É como os empréstimos do Fundo [Monetário Internacional]. Não há dólares aqui? Porque sempre se pede um empréstimo ao e não se consegue pagar”, acrescenta, referindo-se ao empréstimo de 44 bilhões de dólares

à Argentina em 2018, durante a presidência de Mauricio Macri, que o Governo negocia agora como reestruturar. “Já vimos esse filme, lamentavelmente, e cada choque inflacionário gera apenas mais pobreza”, conclui. Consulte Mais informação: EL PAÍS Brasil »

O Assunto #591: Centrão-raiz - esteio de Bolsonaro para 2022

Depois de dois anos sem legenda, o presidente assinou a filiação ao Partido Liberal em uma cerimônia com presença de lideranças do Progressistas (PP) e do Republicanos - trio de siglas que pretende dar sustentação a sua campanha de reeleição, liderados pelo cacique do PL, o condenado Valdemar Costa Neto.

Uma desgraça! América Latina é só burrice. Brasil, incluso. Embora os palermas daqui não se vejam como latinos americanos. Resultado da roubalheira de Macri, o queridinho do grande capital neoliberal corrupto! Não e possível que o ministro da economia de um país tente empregar fórmula que comprovadamente gera caos e desabastecimento

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