Gobierno Brasil, Gobierno, Presidencia Brasil

Gobierno Brasil, Gobierno

A ‘fábrica de oficiais’ por onde passa a política brasileira dos militares

Por esse lugar, afastado dos grandes centros urbanos, a cerca de três horas de São Paulo e duas horas do Rio de Janeiro, passa a política brasileira de hoje. E talvez a do futuro. Por @FelipeBetim

24/07/2021 15:00:00

Por esse lugar, afastado dos grandes centros urbanos, a cerca de três horas de São Paulo e duas horas do Rio de Janeiro, passa a política brasileira de hoje. E talvez a do futuro. Por FelipeBetim

A AMAN é responsável pela formação militar e pelos valores do presidente Bolsonaro e dos principais ministros que estão hoje no poder. A “tutela” da República é um dos princípios que guiam os generais

Mais de 400 cadetes se formam todos os anos na AMAN, depois de quatro anos intensos cursando Ciências Militares —curso reconhecido como graduação universitária—, e iniciam uma carreira militar que pode levá-los ao Alto Comando do Exército. De lá saíram o presidente Jair Bolsonaro, em 1977, o vice Hamilton Mourão, em 1975, e seus principais ministros. O titular da Defesa, general Braga Netto,

Câmara Técnica da Saúde pode apresentar renúncia coletiva se Queiroga não retomar vacinação de adolescentes, diz jornal 'Se Deus quiser o presidente cai', dispara Anitta sobre Bolsonaro - ISTOÉ Independente Pai entra com processo por discriminação racial após filha ter cabelo cortado sem permissão em escola dos EUA

que ficou em evidência esta semana, formou-se em 1978. “É na AMAN que, além do treinamento militar, se incutem os valores da disciplina, hierarquia, patriotismo e honradez, além das convicções políticas”, explica o historiador José Murilo de Carvalho. “Entre essas últimas estão as que são repetidas com frequência pelos comandantes: defesa externa e interna do país, garantia dos poderes constitucionais e da lei e da ordem”, completa. “É o que está na Constituição, cujo artigo 142 dá margem à interpretação de que as Forças Armadas têm um poder moderador sobre os outros poderes. Chamo a isso de tutela sobre a República”.

Bolsonaro não perde a chance de confraternizar com os formandos desde seus tempos de deputado. No final de 2014, lá estava o então deputado para saudar os cadetes que concluíam sua estadia na academia. “Nós temos que mudar este Brasil, tá ok? Alguns vão morrer pelo caminho, mas estou disposto em 2018, seja o que Deus quiser, a tentar jogar para a direita este país”, disse aos formandos que celebravam o então deputado federal pelo Rio de Janeiro, logo após ser reeleito naquele ano com 464.000 votos. A promessa virou realidade nas eleições seguintes, em 2018. headtopics.com

Já como presidente, Bolsonaro também participou das formaturas em 2019 e 2020 ao lado de ministros e parlamentares. No ano passado, houve inclusivetransmissão ao vivo da TV Brasile comentários em tempo real de um coronel, como se fosse a cerimônia do Oscar ou de abertura das Olimpíadas. “Todos nós sabemos que o papel do militar, além daquela garantida e definida na nossa Constituição, é a nossa soberania e garantir a nossa liberdade, tão ameaçadas nos últimos tempos”,

discursou na última cerimônia.O EL PAÍS solicitou uma visita à AMAN, mas teve o pedido negado por conta das restrições da pandemia. O ambiente político dentro do complexo militar é uma incógnita, mas alguns fatos relevantes dos últimos anos dão algumas pistas do que pensam os futuros coronéis e generais do Exército.

As últimas visitas de Bolsonaro e de seus ministros são recordadas em Resende, que o elegeu com 64,74% dos votos no primeiro turno e 74,28% no segundo. “Alguns ministros vieram almoçar aqui no restaurante”, conta o garçom Junior, que trabalha num local especializado em comida italiana. Em 2020, o prefeito —bolsonarista— Diogo Balieiro (DEM-RJ) foi reeleito com 82,57% dos votos, um recorde histórico. Se em 2017 Balieiro tomou posse no tradicional Colégio Salesiano,

neste ano a cerimônia aconteceu em um teatro da AMAN—um sinal não só da importância da academia para a cidade, mas também de seu papel político. “Eu vim pra cá há 20 anos e demorou até que eu fizesse amigos. Não é como no Rio ou em São Paulo. Por conta do militarismo, as pessoas são muito fechadas”, explica o mesmo garçom, sobre a influência dos militares na vida da cidade. headtopics.com

Morte de jovem em São Paulo não tem relação com vacina contra a Covid-19 Fachin cobra Aras e reitera que PGR não pode desistir de denúncia contra Lira Bolsonaro quer desrespeitar regras de Nova York sobre vacinas, diz The Guardian

Vista da cidade de Resende (RJ), cidade onde fica a Academia Militar das Agulhas Negras (AMAN), no dia 24 de junho de 2021.Felipe BetimNas ruas do centro de Resende, construído às margens do rio Paraíba do Sul, a cinco minutos da rodovia Presidente Dutra, é possível ver os fardados circulando a partir de 18h, quando terminam o expediente. Eles são discretos, geralmente andam em grupo e muitas vezes são desconfiados ao conversar com alguém, segundo relatos ouvidos por este jornal. Como muitos são de cidades distantes, acabam alugando um apartamento ou dividindo residência com outros colegas do Exército. Para os cadetes, as restrições são maiores. Eles vivem em alojamentos na AMAN e, no primeiro ano, só podem deixar a academia nos finais de semana. Conforme avançam de ano, ganham mais liberdade para deixar o complexo militar. “Durante a semana eles vão ao shopping para comer algo. Nos dias de folga, muitos aproveitam para dormir, porque a rotina é muito puxada, ou para sair com familiares que chegam até a cidade para visitá-los”, afirma uma recepcionista. “Quando eles saem para um bar ou se divertir, ficam todos juntos numa mesa grande”, afirma a comerciante de um shopping.

O principal ponto de encontro dos cadetes nos finais de semana é o Resen Bar, um boteco de mesas vermelhas na calçada também conhecido como o “bar da tia”. A tia é uma senhora que se chama Rose e que vive há 14 anos em Resende. “É um momento deles de relaxar. Mas são muito disciplinados até na hora de se divertir. Nunca vi falarem de política, mesmo em eleições”, conta ela, que garante nunca ter tido nenhum tipo de problema com os frequentadores do local. A farda não é permitida em local como bares, mas, mesmo assim, eles não interagem muito com outras pessoas. “Estão sempre juntos, em grupo”, afirma Rose, repetindo a frase dita por outros moradores escutados pelo EL PAÍS. Querida entre muitos jovens na cidade, não apenas os militares, ela conta que oferece todo fim de ano um almoço para os cadetes que estão se formando. Nas paredes de seu bar estão mensagens de agradecimento deixadas pelos que se tornam aspirante a oficial. “Me escolheram, não sei por quê. São como meus filhos, me identifico muito com eles”.

Apoie a produção de notícias como esta. Assine o EL PAÍS por 30 dias por 1 US$Clique aquiA “bolha” da AMANA “fábrica de oficiais” foi instalada em Resende em 1944, há 77 anos, com o intuito de afastar os futuros oficiais da agitação política da capital Rio de Janeiro. Pelos 67 quilômetros quadrados da AMAN circulam cerca de 12.000 pessoas por dia. A estrutura inclui vilas militares com mais de 500 casas para oficiais e seus familiares, além de alojamentos para 1.800 cadetes. Características de uma pequena cidade, como tratamento de esgoto, igrejas e hospitais, convivem com os elementos básicos de uma academia militar, como um complexo de tiro para o treinamento de atiradores de elite e áreas para o treinamento militar.

“É uma bolha. Como os cadetes estão longe de suas famílias, eles ficam muito imersos naquele mundo da academia, no convívio com outros cadetes e com os oficiais, que são seus instrutores”, explica Mauricio Santoro, professor de Relações Internacionais da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). Em 2008, ele ajudou a implantar a disciplina na AMAN e deu aula para os cadetes nos anos seguintes. “Isso é preocupante, eu acho. Acabam tendo ali um nível de isolamento nesses anos decisivos”, completa. Uma possível solução para isso seria promover uma maior interação entre militares e civis desde os primeiros anos de formação, abrindo a possibilidade de que futuros oficiais possam fazer sua graduação em universidades brasileiras ao invés de somente a AMAN. headtopics.com

Para o coronel da reserva Marcelo Pimentel Jorge de Souza, que nos últimos temposvem criticando o envolvimento das Forças Armadas na política, os militares da ativa e da reserva que ocupam cargos no Governo Bolsonaro —e que um dia também foram instrutores na AMAN— passam “um mau exemplo” para os jovens cadetes. “Infelizmente, essa juventude que está na academia já começa a sofrer os efeitos dessas influências negativas”, diz Pimentel. “Não porque aprendem isso lá dentro, mas porque observam o comportamento político das lideranças militares, que até ontem dirigiram as Forças Armadas, e passam a torcer por elas”, explica. Ele cita uma conversa com um jovem tenente em que mostrava onde estavam posicionados no Governo os oficiais de sua geração. Eram companheiros de turma, pessoas que ele comandou ou que o comandaram. Hoje estão em ministérios, autarquias, agências reguladoras... “Ele concordou que havia ali um aparalhamento, mas que o ‘outro lado’, quando governava, fazia o mesmo”. A conclusão é a de que o jovem já se considerava como parte de um grupo político que havia subido ao poder. Mas Pimentel reitera que o problema não está nas baixas patentes, onde “todos são muito bem formados e disciplinados”, mas sim entre os superiores. “São os generais que estão causando crises disciplinares”, afirma.

O general e ministro da Defesa Walter Braga Netto e o presidente Jair Bolsonaro, em fotografia tirada após uma reunião em Brasília em 22 de julho.ADRIANO MACHADO / ReutersApesar de não ter notado um ambiente político carregado em seus anos dando aula na AMAN, Santoro respalda essa ideia do “mau exemplo” que vem de cima: “Os cadetes olham para os ministérios e veem muitos militares, alguns inclusive da ativa. Isso por si só já cria uma série de expectativas, de valores, de possibilidades de carreira”, explica. Mas há outras evidências do que pensam os cadetes que se formam na academia.

'O que me conforta é saber que na cadeira presidencial não tem um comunista', diz Bolsonaro Dissolução de conselho da Capes traz instabilidade à pós-graduação, diz ANPG Homem mais alto do Brasil vai amputar perna por causa de infecção: 'decisão dura e dolorosa'

Em sua tese de mestradosobre a “construção da identidade oficial do Exército”, publicada em 2012, o coronel Denis de Miranda mostrou que, entre as baixas patentes, 63,5% dos entrevistados para sua pesquisa concordam com a ideia de que “cabe ao Exército agir, mesmo que politicamente, quando a Pátria estiver em perigo”. O índice vai caindo nos setores com mais anos de serviço na corporação, chegando a 48,7% entre os mais velhos —uma cifra ainda alta.

Posteriormente,em sua tese de doutorado sobre o processo de socialização militar, publicada em 2019, o mesmo coronel descreve a academia como “uma escola que segue princípios conservadores, necessariamente, porque o Exército assim espera”. A mudança, explica ele, existe, mas deve ser bem lenta. Por exemplo, somente a partir de 2016 a instituição passou a aceitar mulheres. “É desde o berço da formação do oficial que os profissionais combatentes adquirem o espírito militar e suas marcas conservadoras”, explica.

Para entrar na academia é preciso prestar um concurso nacional dificílimo com o objetivo de, primeiro, ingressar na A Escola Preparatória de Cadetes do Exército (EsPCEx), em Campinas (SP). Somente depois de um ano, em que devem apresentar boas notas e um bom rendimento acadêmico e físico, é que iniciam a graduação em Ciências Militares na AMAN. A pesquisa do coronel também demonstrou que a maioria dos cadetes que ingressaram na academia em 2016 era branca (56,53%) e vinha de famílias com rendimento mensal de quatro a 15 salários mínimos (69,39%). Entre 2016 e 2019, 76% deles eram provenientes, em média, das regiões Sul e Sudeste. Cerca de 40% possuem militares na família e buscam, ao entrar no Exército, estabilidade na carreira para o resto da vida.

Santoro, o professor da UERJ que deu aulas na AMAN, destaca que o Exército “nunca se considerou uma força politicamente neutra”, e que os oficiais sempre se viram com um papel de destaque muito grande na formação da sociedade brasileira. “Existe essa ideia de que são guardiões de um conjunto de valores, de que a sociedade civil perdeu valores que os militares conservam”, explica. “O que vimos ao longo dos últimos cinco anos, com uma série de crises políticas no Brasil, foi que uma taxa muito grande da população comprou essa ideia de messianismo”, acrescenta. Havia um processo de profissionalização das Forças Armadas desde o fim da ditadura militar que foi cortado. Elas voltaram a ter um papel político. E, para o professor, isso impacta na formação dos cadetes mesmo que Bolsonaro não comparecesse em suas formaturas.

Como esses elementos se refletem em suas opiniões sobre o Governo Bolsonaro? Entre parte dos oficiais de baixa patente que dão expediente nos quartéis de Brasília, onde ficam os principais postos de comando do Exército, o mandatário é visto como um dos poucos capazes de evitar que o petismo volte ao poder. Por essa razão, ainda tem tanto suporte. “Nós o apoiamos não é por ser militar. Ele é mais político do que militar, mas ao menos ele não é corrupto como os petistas”, disse um tenente ouvido pela reportagem.

Como não podem conceder entrevistas sem autorização de seus superiores, tampouco emitir opinião política, todos os oficiais ouvidos na capital federal pediram para manter seus nomes sob sigilo. Um capitão e um major que tomavam uma cerveja em um bar nas proximidades do quartel onde trabalham, depois de uma pelada de futebol, concordaram com o argumento do colega de farda. “Só uma terceira via seria capaz de fazer com que não votemos no Bolsonaro em 2022”, disse um deles. “Como ela não aparece, vamos nele, mesmo”, completou o outro.

E como avaliam sua gestão? “Ele é um ogro, não tem o mínimo de educação. Mas queremos um presidente honesto, não um marido. Nesse quesito, acho que errou na pandemia, mas tem acertado em outros setores, como na economia”, afirmou o major. “Neste ponto, discordo dele. Acho que nenhum presidente saberia lidar com essa pandemia”, declarou o capitão.

Outro major entrevistado pela reportagem disse que pouco se importa com a política. Para ele, basta saber que o soldo —o salário dos militares— está caindo em dia e que não haja tanta interferência na economia ao ponto de atrapalhar os seus investimentos financeiros. “Sou de uma geração que pensa no futuro. Se o governante não atrapalhar a evolução das ações que invisto, já está bom para mim”. Mas e a consciência social? “Já faço muito pelo meu país servindo ao Exército. Com certeza, é mais do que muita gente”, respondeu o oficial.

Ainda assim, o historiador José Murilo de Carvalho acredita que a possível politização das baixas patentes ainda é uma especulação. Bolsonaro, explica ele, “tenta politizar, fala do ‘meu Exército’, mas o tiro pode sair pela culatra. Nada pior para as Forças Armadas do que a politização de seus quadros, o que leva à quebra da disciplina e da hierarquia. E não há evidência de que isto esteja acontecendo no Exército”.

Com informações de Afonso Benites, em Brasília Consulte Mais informação: EL PAÍS Brasil »

Ao Vivo - 7 de Setembro tem manifestações a favor e contra Bolsonaro em todo o País; acompanhe

Atos mobilizam bases bolsonarista e da oposição, evidenciam tensão institucional e testam risco de ruptura com a democracia

FelipeBetim O ninho das cobras e futuros reacionários que pregam o capitalismo e aprendem a exploram o máximo do estado em benefício próprio! Capitalismo para os pobres e estado forte para os filhos do rei ! FelipeBetim Esperamos que não!🙏🙏🙏🙏🙏 FelipeBetim 'responsável pelos valores do presidente' tudo que tem de podre nele foi aprendido ai dentro? ta louco, ta na hora de fechar isso ai.

FelipeBetim É gente com armas nas mãos e sem função relevante. Se tem armas, porque não poder e dinheiro não é mesmo? Eles tem que voltar aos quartéis antes que seja tarde! O resto que resolvam no divã ou em ações humanitárias, que aliás seria muito nobre FelipeBetim Sem aulas de história. Benjamin Constant Botelho de Magalhães o cérebro do golpe militar que proclamou a República traindo o Imperador e a Constituição de 1824 - era professor de matemática e desde então a avacalhação da coisa pública brasileira E DA cidade do Rio de Janeiro

FelipeBetim Que horror FelipeBetim Está espelunca deveria ser fechada, só forma inúteis, uma milicada que se acha superior, que tem muitos privilégios as custas da população e que não dá nada em troca para o Brasil. Olhem os oficiais que estão ou estiveram no governo e pensem se eu não tenho razão. fechaAMAN.

FelipeBetim junte a isso a bancada evangélica e temos o Bolsoquistão: um estado teocrático militarista ultraliberal FelipeBetim Bora 24JForaBolsonaro FelipeBetim Taí o perigo de só se discutir entre pares.

Bolsonaro diz que vai investigar Butantan por ‘sobrepreço’ na CoronavacPresidente afirma que ‘pode não ser nada’, mas quer saber o porquê do Instituto vender a vacina a 10 dólares e não 5 VAGABUNDO! E o Pazuello queria comprar pelo triplo do preço, de um atravessador. E da Covaxin nada... curioso isso

Rio e Salvador suspendem 1ª dose por falta de distribuição de vacinas pelo governo Bolsonaro'Não é possível que isso fique parado um minuto que seja', disse o prefeito do Rio, Eduardo Paes Me perdoem pelo incômodo, tenho três filhas e estamos passando necessidades, não temos quase alimentos, contas e aluguel atrasado, por favor quem puder nos ajude, me doe qualquer valor, não tenho condições, de RT pra me ajudar, Deus abençoe.*** Pix= beneditoribeiro832gmail.com Filho da puta!!!!!

Bolsonaro e União são acionados em R$ 5 milhões por racismo | Matheus LeitãoMinistério Público Federal e Defensoria da União processam presidente e exigem campanha antirracismo de um ano, no mínimo Mleitaonetto Racismo. O que é isso? Nós brasileiros não conhecemos! Embora ativistas tentem ha anos nos contaminar, seguimos incólume a essa prática. Mleitaonetto Só para lembrar RevistaVejaMente E o leitãozinho então.... mais ainda Mleitaonetto Vou votar no Bolsonaro em homenagem ao Leitão. Todo dia ele mete o pau. Me convence do contrário.

Quem são os principais grupos por trás das manifestações no sábado contra Bolsonaro - BBC News BrasilQuarto dia neste ano de atos nacionais contra o presidente reúne partidos da esquerda à centro-direita, centrais sindicais e movimentos sociais. Há mobilizações marcadas em ao menos 471 cidades e 17 países. Me perdoem pelo incômodo, tenho três filhas e estamos passando necessidades, não temos quase alimentos, contas e aluguel atrasado, por favor quem puder nos ajude, me doe qualquer valor, não tenho condições, de RT pra me ajudar, Deus abençoe 🙏🙏 Pix= beneditoribeiro832gmail.com Nofaaaa, q relevância. Os mesmos nóia de sempre. Alguma coisa aconteceu Inevitável acidente Rancor e ódio separaram Corações e Mentes Titãs

Nove PMs viram réus por tortura por espancamento de jovem rendido na Zona Norte de SPDenúncia do Ministério Público Estadual foi recebida na tarde desta quarta-feira (22) pela Justiça Militar; primeira audiência do processo foi marcada para 8 de setembro. Vídeo postado em redes sociais mostra agressões cometidas por policiais em 13 de junho.

Lira nega ter sido ameaçado por ministro; Braga Netto fala em 'invenção' - ISTOÉ IndependenteO presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), afirmou nesta quinta-feira (22) ao Blog da Ana Flor, do G1, que é “mentira” a informação de que o ministro da Defesa, general Braga Netto, teria enviado um recado a ele avisando que não haveria eleições em 2022 se não houver a aprovação do voto impresso e “auditável”. “A […] Eu acho que o jornal deveria ser processado por FAKE NEWS VotoImpressoAuditavelJa Que pena que não da pra acreditar nessas fontes lixos, tanto estadinho quanto Lixo É... se mentem até quando tem vídeos e imagens, imagina essas de bastidores hehe Mas seguimos aguardando a corda já rompida se oficializar e ver o lado que cairá! Só mais uma mentirinha da Impressa escrota ( Estadao ) para criar o caos hehehehehe