100 segundos para o apocalipse: como ler o Relógio do Juízo Final - BBC News Brasil

27/01/2022 05:16:00

100 segundos para o apocalipse: como ler o Relógio do Juízo Final

100 segundos para o apocalipse: como ler o Relógio do Juízo Final

Criado em 1947, dois anos depois da explosão das bombas atômicas no Japão, ele procura alertar para os riscos que ameaçam a humanidade.

A velocidade e a violência da evolução da tecnologia nuclear foram de tirar o fôlego, mesmo para as pessoas envolvidas no seu desenvolvimento.A primeira preocupação científica de que as armas nucleares poderiam ter o potencial de pôr fim à humanidade veio dos cientistas envolvidos nos primeiros testes nucleares. Sua preocupação era que as novas armas pudessem acidentalmente incendiar a atmosfera da Terra. Essas preocupações foram rapidamente desmentidas e, felizmente para todos os envolvidos, comprovou-se que eram falsas.

Consulte Mais informação: BBC News Brasil »

CBN Em Foco - 17/08/2022

No CBN Em Foco, você acompanha uma análise aprofundada dos temas que dominam o noticiário. Um programa que tem a proposta de separar os fatos da espuma. Com ... Consulte Mais informação >>

Associação abre 100 vagas para curso gratuito de capacitação | Empregos & Negócios | O DiaAlunos terão a oportunidade de aprender noções básicas sobre funcionamento de supermercados e atividades de cargos iniciantes. ODia

‘Vamos ter quatro modelos 100% elétricos no Brasil’, diz presidente da Renault do Brasil - Economia - EstadãoRenault lança nesta quarta-feira nova linha da Master, incluindo a inédita versão a eletricidade da van; Ricardo Gondo, presidente da empresa no Brasil, participa de série de entrevistas 'Estadão Mobilidade Insights', com líderes do setor Economia Renault é minha pika Quando a Gurgel veio com essa ideia ha 50 anos a marca BRASILEIRA foi zoada e desapareceu. Parabéns pelo entreguismo Economia 400 mil cada um Economia Depois de dois ano, troque as baterias por mais 20000 reais. Kkkk

Leitos de UTI Covid para adultos atingem 100% de lotação no DFRede pública tem apenas uma vaga para pacientes, destinada ao atendimento de recém-nascidos com sintomas graves da infecção

Análise da USP identifica ômicron em 100% das amostras de São PauloEm São Paulo, pela primeira vez, uma análise feita por técnicos da USP - a Universidade de São Paulo - identificou a variante ômicron em 100% das amostras coletadas em todo o estado: GloboNews Estudioi

Mônica Bergamo: Secretários de cinco capitais defendem retorno às aulas 100% presencialEm São Paulo, porém, vereador e deputado acionaram o Ministério Público pedindo a suspensão da atividade Enquanto isso, o STF e o Congresso Nacional decidem prorrogar o trabalho remoto para não correr o risco de contaminação. VossasExcelênciasprimeiro

BTG Pactual compra 100% da carteira de varejo da corretora Planner - Economia - EstadãoA operação anunciada não inclui nenhum CNPJ e nem a marca Planner, que seguirá operando normalmente Economia o banco do André Esteves condenado da lavajato 🤡🤡🤡 Economia Banco do Paulo Guedes todo mundo sabe da corrupção desse banco Economia Paulo Guedes continua sendo um dos dono do BTG PACTUAL na caladinha e assim vai enriquecendo com o dinheiro público Abre o olho povo brasileiro!

A equipe da BBC News Brasil lê para você algumas de suas melhores reportagens Episódios Fim do Podcast A velocidade e a violência da evolução da tecnologia nuclear foram de tirar o fôlego, mesmo para as pessoas envolvidas no seu desenvolvimento.ASSERJ abre 100 vagas para curso gratuito de capacitação - Pixbay ASSERJ abre 100 vagas para curso gratuito de capacitação Pixbay [email protected] Publicado 26/01/2022 15:59 | Atualizado 26/01/2022 16:01 Rio - A partir de amanhã, quinta-feira, 27, começa a primeira turma online do curso gratuito de capacitação promovido pela Associação de Supermercados do Estado do Rio de Janeiro (ASSERJ).JAC Motors no País.A- A+ Único leito de UTI disponível na rede pública é destinado a crianças com sintomas graves de Covid EFE/ SEBASTIAO MOREIRA vagas em UTIs (Unidades de Terapia Intensiva) públicas no Distrito Federal, a taxa de ocupação dos leitos destinados a pacientes com sintomas graves de Covid-19 segue em alta.

Em 1939, os renomados cientistas Albert Einstein e Leo Szilard escreveram para o presidente dos Estados Unidos sobre uma descoberta muito poderosa na área da tecnologia nuclear, que poderia ter consequências bélicas tremendas: uma única bomba nuclear "transportada de navio e detonada em um porto poderia muito bem destruir todo o porto". Era uma possibilidade muito significativa que não poderia ser ignorada. Os interessados podem se inscrever pelo site da entidade em< https://asserj. Essa carta levou à criação de um enorme projeto de colaboração científica, militar e industrial - o Projeto Manhattan - que, em apenas seis meses, produziu uma bomba muito mais poderosa que a imaginada por Einstein e Szilard, capaz de destruir uma cidade inteira e sua população. No ano seguinte, Habib decidiu focar a venda de veículos elétricos. E, poucos anos mais tarde, os arsenais nucleares já eram capazes de destruir toda a civilização como a conhecemos.br/ideia/capacitasserj-nocoes-basicas-de-supermercados-2/ >optando pelas datas disponíveis de cada mês. A primeira preocupação científica de que as armas nucleares poderiam ter o potencial de pôr fim à humanidade veio dos cientistas envolvidos nos primeiros testes nucleares. A última atualização do painel, às 6h25, informa que há 73 leitos de UTI mobilizados, dos quais 63 estão cheios e 9 bloqueados.

Sua preocupação era que as novas armas pudessem acidentalmente incendiar a atmosfera da Terra. O curso tem como objetivo aprimorar a capacitação do setor e também cumprir sua finalidade social, atendendo a um projeto em parceria com o Degase. Não vendíamos nem caminhão nem carro elétrico no País. Essas preocupações foram rapidamente desmentidas e, felizmente para todos os envolvidos, comprovou-se que eram falsas. Crédito, Alamy Legenda da foto, Em 1939, Albert Einstein e Leo Szilard escreveram para o presidente dos Estados Unidos alertando sobre os perigos nucleares Mesmo assim, muitas pessoas que trabalharam para o Projeto Manhattan continuaram a ter fortes reservas sobre o poder das armas que ajudaram a produzir. A iniciativa faz parte do protocolo de intenções firmando entre a ASSERJ e o Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJRJ) para viabilizar a qualificação e o emprego de jovens cumprindo medidas socioeducativas ou medidas protetivas, com o objetivo de encaminhá-los para o primeiro emprego. Depois da primeira tentativa bem sucedida de dividir o átomo na Universidade de Chicago, nos Estados Unidos, em 1942, confirmando seu potencial de liberar energia, a equipe de cientistas que trabalhava no Projeto Manhattan se dispersou. Ninguém sabia o que era a pandemia. Muitos deles mudaram-se para Los Alamos e para outros laboratórios do governo, a fim de desenvolver armas nucleares. "É uma oportunidade única de inclusão socioeconômica e de desenvolvimento de competências para o mundo do trabalho.

Outros permaneceram em Chicago conduzindo suas próprias pesquisas. Muitos desses cientistas haviam emigrado para os Estados Unidos e conheciam muito bem a conexão entre a ciência e a política. Queremos que ao sair, eles tenham uma nova perspectiva de vida", diz Queiróz. Esse é o futuro, e a nossa expectativa para 2022 é muito boa. Eles começaram a organizar ativamente uma tentativa de garantir um futuro seguro para a tecnologia nuclear. Eles ajudaram, por exemplo, a fazer avançar o Relatório Franck em junho de 1945, que previa uma corrida de armas nucleares cara e perigosa, e apresentaram argumentos contra um ataque nuclear de surpresa ao Japão. Naturalmente, suas recomendações não foram aceitas na época pelas pessoas responsáveis pela tomada de decisões. Leia Também Embraer assina contrato de venda de aeronaves para empresa americana por até US$ 3,9 bi O mundo está mudando a política industrial para incentivar o carro elétrico.

Esse grupo criou o Boletim dos Cientistas Atômicos de Chicago e sua primeira edição foi publicada apenas quatro meses após o ataque com bombas atômicas a Hiroshima e Nagasaki, no Japão. Com o apoio do reitor da Universidade de Chicago e em colaboração com colegas especialistas em legislação internacional, ciência política e outros campos correlatos, eles ajudaram a criar e apoiar um movimento global de cientistas e cidadãos, capaz de afetar a ordem nuclear global. Esse movimento teve sucesso notável, por exemplo, ao estabelecer o "tabu nuclear" - tanto que, em conversas privadas, o secretário de Estado norte-americano chegou a queixar-se de que o "estigma da imoralidade" evitava que os Estados Unidos usassem armas nucleares. Se os governos não mudarem um pouco essa política, em 2035, 2040, o mundo terá um grande problema. Ao decidirem manter sua sede em Chicago, os fundadores sinalizaram sua intenção de priorizar a colaboração com seus colegas cientistas e membros do público sobre os desafios éticos e políticos da tecnologia nuclear, sem se voltar para os líderes políticos e militares que tanto haviam depreciado suas preocupações até então. Eles argumentavam que a pressão do público era fundamental para a responsabilidade política e a educação era o melhor canal para garantir essa pressão.

Crédito, Legenda da foto, Posições do Relógio do Juízo Final nos últimos 75 anos Dois anos após a sua criação, o Boletim decidiu mudar sua apresentação, deixando de ser um boletim impresso para adotar um formato de revista, a fim de atingir maior quantidade de leitores. Quem compra (Volkswagen) Polo ou (Renault) Sandero de € 9 mil ou um usado vai fazer como? Recentemente, o presidente da Stellantis, Carlos Tavares, disse que a indústria deveria poder continuar fazendo carros híbridos por mais tempo. Foi nesse ponto que seus responsáveis chamaram a artista Martyl Langsdorf para desenhar um símbolo para a nova capa - e ela produziu o primeiro Relógio do Juízo Final. Casada com um dos cientistas do Projeto Manhattan, Langsdorf compreendia a urgência e o desespero que seu marido e os colegas sentiam sobre a gestão da tecnologia nuclear. Ela criou o Relógio para chamar a atenção para a urgência da ameaça que eles vislumbravam e também para sua crença de que os cidadãos responsáveis poderiam evitar a catástrofe com sua mobilização e envolvimento - pois a mensagem do Relógio foi que seus ponteiros poderiam mover-se tanto para frente como para trás. Esses veículos são muito bons nas cidades. Em 1949, a União Soviética testou suas primeiras armas nucleares.

Por isso, o editor do Boletim moveu os ponteiros do Relógio de sete para três minutos para meia-noite. Ao fazê-lo, ele ativou o Relógio, que deixou de ser uma metáfora estática e passou a ser dinâmico. Um caminhão urbano a diesel gera 30 toneladas de CO2 por ano. O Relógio evoluiria para um símbolo que, segundo Kennette Benedict, ex-diretora executiva do Boletim, é um aviso para "o público sobre como estamos perto de destruir o nosso mundo com tecnologias perigosas fabricadas por nós mesmos. É uma metáfora, um lembrete dos perigos que devemos abordar se quisermos sobreviver no planeta." Em 1953, o Relógio moveu-se adiante mais uma vez, para dois minutos para a meia-noite, depois que os Estados Unidos e a União Soviética detonaram as primeiras armas termonucleares. Nosso caminhão tem 200 km de autonomia e pode ser recarregado à noite, por exemplo.

Foi o mais próximo da meia-noite que o Relógio esteve no século 20. Como ler o Relógio Mas o que realmente indicam esses tempos e movimentos? É fácil interpretar o Relógio do Juízo Final da forma que fez a minha professora - como uma previsão do tempo que resta para a humanidade, algo que seria muito difícil de se prever e é de pouco uso se a sua intenção for evitar o apocalipse em vez de simplesmente prevê-lo. Uma leitura mais plausível é que o Relógio se destina a indicar o nível atual de risco enfrentado pela humanidade - e algumas pessoas, de fato, tentaram determinar isso. Porém, há outras formas de incentivo que não custam nada. Em 2003, Martin Rees, o cosmólogo e astrônomo real do Reino Unido, argumentou: "acho que a probabilidade é de não mais de 50% que a nossa atual civilização na Terra sobreviva ao final do presente século". Ele não é o único com essa opinião e um banco de dados dessas avaliações de risco, reunidas por um pesquisador da Universidade de Oxford, no Reino Unido, contém atualmente mais de 100 previsões de diversos cientistas e filósofos que estudam o assunto.

Mas essas estimativas, por mais úteis que sejam, são consideradas avaliações de longo prazo e não fotografias em tempo real do nível de risco atual. A aceleração da digitalização ajudou a vender mais caminhões elétricos? Sim. Já outros observadores dedicados do Relógio, como eu, interpretam os movimentos do Relógio do Juízo Final de forma um pouco diferente. Seu objetivo não é nos dizer o tamanho do risco enfrentado pela humanidade, mas a eficácia da nossa reação a esse risco. É um consenso, por exemplo, que a crise dos mísseis de Cuba, em 1962, foi o mais perto que o mundo já chegou à guerra nuclear, mas esse episódio não fez movimentar o Relógio. Já um caminhão grande a bateria não faz sentido. Já o Tratado de Proibição Parcial de Testes Nucleares de 1963 testemunhou a mudança dos ponteiros do Relógio para trás em cinco minutos inteiros.

E isso faz sentido, pelo menos para os pesquisadores dos riscos existenciais, como eu próprio. Vários amigos me consultam para ter informações em momentos de aumento da tensão política global, como a crise diplomática de 2017 entre os Estados Unidos e a Coreia do Norte ou o colapso do acordo nuclear com o Irã, em 2018. Em termos de emissões, um caminhão a diesel emite o equivalente a dez carros. Mas geralmente eu preciso desapontá-los. Nós simplesmente não passamos a maior parte do tempo estudando ou nos preocupando com eventos como esses. Na verdade, são flutuações perfeitamente normais da política e da diplomacia internacional. Como fechar essa conta? Por enquanto, a conta não fecha.

O que preocupa pessoas como eu é, primeiramente, a existência de armas que os líderes poderiam detonar nessa crise e, em segundo lugar, as instituições e estruturas inadequadas e, às vezes, disfuncionais que temos para impedir que eles as detonem. Esses problemas não são criados por crises globais individuais - sua natureza é sistêmica e é isso que o Relógio do Juízo Final tenta medir. Crédito, . Aqui, para valer a pena o caminhão teria de rodar 120 mil km por ano.